Archive for category Lua

Amostras lunares trazidas pela Apollo 17 revelam substâncias trazidas por impacto na Lua durante o último grande bombardeamento (LHB)

Evidências de grafite em amostras da Apollo 17 mostram o dramático passado do sistema solar interior há 3,9 bilhões de anos

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

Quase 40 anos depois da última missão tripulada à Lua, Apollo 17, o programa espacial da NASA Apollo continua a produzir descobertas intrigantes.

Os humanos não põem os pés na Lua desde 14 de dezembro de 1972, quando os astronautas Eugene Cernan e Harrison Schmitt, da missão Apollo XVII deixaram a superfície lunar para retornar ao lar. Afortunadamente, os astronautas Schmitt (o primeiro e único geólogo a pisar na Lua) e Cernam, haviam recolhido 110 kg de material lunar, a maior quantidade de rochas e solo lunar já coletada em uma missão, antes de dirigir-se de volta a Terra.

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Cientistas japoneses esclarecem sobre o conteúdo do interior da Lua

Através da sonda japonesa Kaguya os cientistas encontraram 245 pontos com evidências da presença do mineral olivina, oriundo do interior lunar, distribuídos nos anéis das crateras principais, tais como a cratera Schrödinger, mostrada aqui.

Através da sonda japonesa Kaguya os cientistas encontraram 245 pontos com evidências da presença do mineral olivina, oriundo do interior lunar, distribuídos nos anéis das crateras principais, tais como a cratera Schrödinger, mostrada aqui.

Os pesquisadores têm uma boa idéia dos minerais que formam a superfície da Lua, graças as milhares de rochas lunares trazidas pelos astronautas das missões Apollo e vastas quantidades de informação coletadas através de sensoriamento remoto. Mas o que fica abaixo da crosta lunar? Os cientistas japoneses acreditam ter uma resposta parcial: dados compilados pela sonda orbital lunar japonesa Kaguya sugere que o material do interior lunar, um mineral relativamente pesado chamado olivina, poderia ser encontrado nos anéis de suas crateras principais.

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Novos estudos sugerem que a formação da Terra e da Lua pode ter ocorrido depois do que pensávamos

Big Splash!

Big Splash! e a Lua surgiu... Quando?

Quando se deu o Big Splash?

Os astrônomos haviam teorizado que o planeta Terra e a Lua se originaram de uma gigantesca colisão entre dois outros planetas similares em tamanho a Vênus e Marte. Embora a teoria do grande impacto (em inglês: Big Splash) continue firme como a melhor explicação para o surgimento da Lua, a data precisa em que a colisão ocorreu foi agora contestada a partir de novos estudos. Na teoria original os astrônomos estimavam que este choque interplanetário se sucedeu há 4,537 bilhões de anos, quando o Sistema Solar tinha apenas 30 milhões de anos de idade. A nova pesquisa demonstra que a Terra e a Lua se formaram mais tarde, ou seja, cerca de 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar.

“Nós determinamos as idades da Terra e da Lua usando isótopos de Tungstênio, os quais têm a capacidade de revelar se os núcleos planetários de ferro e suas superfícies rochosas foram fundidos no processo de colisão”, explicou Tais W. Dahl, que realizou o estudo como parte de seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute da Universidade de Copenhagen em colaboração com o professor David J. Stevenson da California Institute of Technology (Caltech).

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Miguel Claro fotografa a Lua cheia nascente atrás do Castelo de Sesimbra

Castelo de Sesimbra e a Lua por Miguel Claro. Dados Técnicos: Canon 50D - ISO400 F-6.3 Exp-1/15" 300mm às 21:11 em 27 de maio de 2010. Crédito©: Miguel Claro (http://www.astrosurf.com/astroarte/)

Castelo de Sesimbra e a Lua por Miguel Claro. Dados Técnicos: Canon 50D - ISO400 F-6.3 Exp-1/15" 300mm às 21:11 em 27 de maio de 2010. Crédito©: Miguel Claro (http://miguelclaro.com)

Em 27 de maio de 2010 Miguel Claro flagrou o nascer da Lua cheia por trás das muralhas do belíssimo Castelo de Sesimbra.

O Castelo de Sesimbra, também conhecido como Castelo dos Mouros, situa-se na vila de mesmo nome, Freguesia do Castelo, Concelho de Sesimbra, Distrito de Setúbal, em Portugal.

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21 de março de 1965 – Lançamento da Ranger 9

Não Há Dia Sem História

21 de março de 1965

Lançamento da Ranger 9

Em 21 de março de 1965, há 45 anos, a NASA lançou a sonda de impacto Ranger 9. Esta sonda foi projetada para atingir uma trajetória de impacto lunar e enviar fotografias de alta resolução da superfície da Lua durante os últimos minutos de vôo antes do impacto. Ranger 9 foi a última missão do bem sucedido programa Ranger.

Ranger_9_a035_cratera_AlphonsusA imagem acima foi capturada pelo Ranger 9 a uma distância de 442 km da cratera Alphonsus, cujo diâmetro mede 108 km. A foto foi tirada cerca de 3 minutos antes do impacto na parte superior direita desta cratera. À esquerda está à borda nordeste do Mare Nubium. Ao lado da cratera Alphonsus, na parte inferior da imagem, está a cratera Alpetragius, com 39 km de diâmetro. A cratera Davy está na parte superior, à esquerda. Ranger 9 caiu na Lua em 24 de março de 1965, 14:08:20 UT (Ranger 9, A035).

Ranger_9_a060_Alphonsus_CraterA imagem acima foi capturada pela Ranger 9, a 54 segundos antes do impacto, em uma distância de 136 km. A área elevada no centro é o pico central no piso da cratera Alphonsus, o alvo desta sonda (Ranger 9, A060).

._._.

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O martelo e a pena em queda livre na Lua

David Scott, comandante da Apollo 15, se prepara para deixar cair um martelo geológico de 1,32 kg e uma pena de falcão de 0,03 kg na Lua.

David Scott, comandante da Apollo 15, se prepara para deixar cair um martelo geológico de 1,32 kg e uma pena de falcão de 0,03 kg na Lua.

Ao final da última caminhada na Lua, em 1971, o comandante da Apollo 15, David Scott, realizou uma demonstração ao vivo para as câmeras de televisão. Ele segurou um martelo geológico e uma pena, deixando-os cair ao mesmo tempo. Uma vez que na Lua não há atmosfera, o experimento foi feito praticamente no vácuo. Assim, sem a resistência do ar, que temos aqui na Terra, a pena caiu ao mesmo tempo que o martelo, uma conclusão que Galileu Galilei inferiu séculos atrás: todos os objetos liberados ao mesmo tempo caem na mesma taxa de aceleração independentemente de sua massa.

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LCROSS: Agora é oficial! Há grande quantidade de água confirmada na Lua

Imagem da câmara no vísivel, que mostra a pluma de detritos, cerca de 20 segundos após o impacto da LCROSS na Lua. Crédito: NASA

Imagem da câmara no vísivel, que mostra a pluma de detritos, cerca de 20 segundos após o impacto da LCROSS na Lua. Crédito: NASA

Boas notícias! Agora é oficial! Há água na Lua, muita água! Se derretida, a água poderá ser usada não só para o futuro consumo dos astronautas como também para extrair dela o hidrogênio e oxigênio que poderão ser usados nos foguetes dos veículos espaciais.

A sonda LCROSS da NASA descobriu camadas de água gelada no pólo sul da Lua quando lá colidiu no mês passado, conforme anunciado pelos cientistas da missão. As descobertas confirmam as suspeitas anteriormente divulgadas, em grande estilo.

“De fato, é verdade, nós encontramos água. E nós não achamos pouca água, descobrimos uma quantidade significativa”, disse Anthony Colaprete, cientista líder do projeto LCROSS, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, Califórnia, EUA.

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LRO passa sobre o Mar da Tranqülidade e nos apresenta novas fotos da missão Apollo 11

Última olhada no local de pouso da Apollo 11 pela câmera LROC da sonda Lunar Reconnaissance Orbitr. Crédito: NASA/GSFC/Arizona State University

Última olhada no local de pouso da Apollo 11 pela câmera LROC da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter. Crédito: NASA/GSFC/Arizona State University

Vemos as primeiras imagens do local de pouso da missão Apollo 11 na Lua desde que a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA atingiu a sua órbita operacional de 50 km de altura. O Sol está acima da imagem o que impede a visão de sombras. A LRO deverá tirar novas fotos em breve e assim veremos sombras do Módulo Lunar e dos equipamentos deixados na base lunar no Mar da Tranqüilidade.

Vejamos a seguir o vídeo do zoom da imagem e mais informações sobre este tema.

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LRO atingiu sua órbita destino e fotografou a bandeira deixada na Lua pela Apollo 17

A bandeira hasteada pelos astronautas foi fotografada pela câmera LROC quando a sonda LRO atingiu a órbita lunar de 50 km de altura.

A bandeira (Flag) hasteada pelos astronautas da Apollo 17 na Lua foi fotografada pela câmera LROC quando a sonda LRO atingiu a órbita lunar de 50 km de altura.

A sonda robótica LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) chegou finalmente ao seu destino, orbitando a Lua a 50 km de altura. Nessa altitude a câmera LROC passou a ter a maior capacidade visual já alcançada por qualquer outra sonda lunar, uma resolução da ordem de 50 cm por pixel. Tomando partido disso a LRO deu uma passada sobre o local de pouso da Apollo 17 e o que encontrou? A bandeira hasteada deixada pelos astronautas!

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A Lua é maior quando está próxima do horizonte?

A Lua sobre o céu de Seattle por Shay Stephens

A Lua sobre o céu de Seattle por Shay Stephens

Afinal, a Lua aparece maior quando ela surge próxima ao horizonte? Certamente que NÃO.

Como podemos ver acima, nesta bela seqüência de fotos, a Lua aparece sempre do mesmo tamanho, não importa sua posição nos céus.

Nesta seqüência de imagens tomada em intervalos sucessivos de tempo a Lua foi capturada sucessivamente a cada 2,5 minutos, com a última exposição super exposta para permitir a visão belíssima do panorama da cidade de Seattle.

Mas o que causa a ilusão da Lua?

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