Archive for category Júpiter

As mais belas visões de Júpiter segundo a Cassini

nove anos a sonda robótica Cassini-Huygens passou de raspão por Júpiter para pegar um impulso gravitacional e acelerar em direção a Saturno. Na sua passagem (fly-by) pelo maior planeta do Sistema Solar a Cassini capturou belíssimas imagens, como esta aqui, a 10 milhões de km de distância:

O maior retrato de Júpiter. Crédito: NASA/missão Cassini

O maior retrato de Júpiter. Crédito: NASA/missão Cassini

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Será Europa capaz de suportar vida? Há oxigênio suficiente neste mundo oceânico?

Europa fotografada pela sonda robótica Galileu

Europa fotografada pela sonda robótica Galileu. Crédito: Projeto Galileo, JPL, NASA; reprocessada por Ted Stryk

Europa: A sonda robótica Galileu capturou imagens de Europa durantes sua longa missão orbitando Júpiter  de 1995 a 2003. Aqui vemos planícies de gelo brilhante, fissuras que se estendem até o horizonte e fraturas (trilhas) escuras que possivelmente contem tanto gelo como poeira. Uma superfície mais elevada aparece particularmente perto do zona de penumbra desta foto, onde sombras são projetadas. Europa tem quase o mesmo tamanho da nossa Lua, mas seu relevo é muito mais suave, mostrando poucas áreas elevadas ou largas crateras de impacto. Europa é uma lua que pode ser classificada como um mundo habitável tipo 3, segundo a classificação de Jan Hendrik Bredehöft da Open University no Reino Unido: “Os corpos que possuam água líquida, mas que fica embaixo de uma camada de gelo ao invés da sua superfície”.

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Ganimedes: a maior lua do sistema solar visível em detalhe

Ganimedes: a maior lua do sistema solar foi fotografada pela sonda Galileo

Ganimedes: a maior lua do sistema solar foi fotografada pela sonda Galileo

Como se parece a maior lua do Sistema Solar?

Ganimedes, maior em tamanho que o planeta Mercúrio e que o planeta-anão Plutão, este satélite natural gigante tem uma superfície repleta de crateras jovens e brilhantes sobrepondo uma mistura de crateras antigas e escuras em um solo riscado de cânions e sulcos. Ganimedes possui 2,5% da massa da Terra em uma densidade média de 1,936 g/cm³.

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Júpiter guardião ou inimigo? Cometa ficou retido em sua órbita por 12 anos e foi ejetado de volta ao espaço

Rota orbital do cometa Kushida-Muramatsu: A ilustração mostra o caminho do cometa Kushida-Muramatsu ao redor de Júpiter. Crédito: Ohtsuka/Asher

Rota orbital do cometa Kushida-Muramatsu: A ilustração mostra o caminho do cometa Kushida-Muramatsu ao redor de Júpiter. Crédito: Ohtsuka/Asher

Eventualmente um planeta gigante consegue capturar um cometa por algum tempo, como um satélite. Este foi o caso do cometa Kushida-Muramatsu que orbitou Júpiter entre 1949 e 1961 e a sua descoberta foi apresentada por David Asher em 14 de setembro de 2009 no congresso europeu de Ciência Planetária em Potsdam.

Cometas capturados ou luas temporárias?

Um time internacional de cientistas liderado pelo Dr Katsuhito Ohtsuka modelou as trajetórias de 18 cometas “quase-Hilda”, objetos com potencial para se transformar em satélites temporários capturados por Júpiter que em seqüência são libertados ou se juntam ao grupo “Hilda” de objetos do cinturão de asteróides. A maioria dos casos de captura temporárias foram de fly-bys (passagens próximas ao planeta) onde os cometas não chegaram a completar uma órbita completa em torno de Júpiter. Entretanto, o time liderado pelo Dr. Ohtsuka usou recentes observações do rastreamento do cometa Kushida-Muramatsu por 9 anos para estimar centenas de possíveis caminhos orbitais para este cometa no durante o século XX. Em todos os cenários simulados o cometa Kushida-Muramatsu completou duas voltas completas em torno de Júpiter.

Dr. Asher disse: “Nossos resultados demonstram que algumas das rotas seguidas pelos corpos cometários através do espaço interplanetário que permitem aos mesmos tanto entrar quanto escapar de situações de retenção temporária na órbita do planeta Júpiter”.

Asteróides e cometas podem ser fragmentados ou distorcidos pelos efeitos de maré induzidos pelos campos gravitacionais de o planeta que os capturou e até mesmo podem impactar o planeta. O cometa mais famoso que foi vítima de ambos esse efeitos foi o D1993 F2 (Shoemaker-Levy 9), que foi fragmentado ao passar próximo de Júpiter e posteriormente seus pedaços colidiram com o planeta gigante em 1994. Estudos computacionais anteriores mostraram que o comenta Shoemaker-Levy 9 deve ter sido um objeto ‘quase-Hilda’ antes da sua captura por Júpiter.

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Júpiter levou uma violenta pancada cósmica [ATUALIZADO com imagens do Hubble e Gemini]

Esta imagem em infravermelho obtida pelo telescópio Keck II no Havaí mostra a nova mancha observada em Júpiter e seu tamanho em comparação a Terra. Crédito: Paul Kalas (UCB), Michael Fitzgerald (LLNL/UCB), Franck Marchis (SETI Institute/UCB), James Graham (UCB)

Esta imagem em infravermelho obtida pelo telescópio Keck II no Havaí mostra a nova mancha observada em Júpiter, seu tamanho em comparação a Terra (Earth to scale) e em relação a Grande Mancha Vermelha (Great Red Spot). Crédito: Paul Kalas (UCB), Michael Fitzgerald (LLNL/UCB), Franck Marchis (SETI Institute/UCB), James Graham (UCB)

Astrônomos usando o observatório Keck no Havaí capturaram os resultados de um objeto que se chocou com Júpiter, o material ejetado da atmosfera joviana pelo impacto, sob a visão infravermelha da câmera do Keck II, exatamente 15 anos após os impactos que Júpiter sofreu com a queda dos fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9.

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Io: a lua vulcânica de Júpiter um dia vai ficar inerte

A massa gigante de Júpiter somada a pequena distância orbital de Io, expõe esta lua a intensas forças gravitacionais. Estas forças constantemente deformam a Io, gerando a energia que alimenta o seu vulcanismo. Crédito: V. Lainey/IMCCE - Observatório de Paris

A massa gigante de Júpiter somada a pequena distância orbital de Io, expõe esta lua a intensas forças gravitacionais. Estas forças constantemente deformam a Io, gerando a energia que alimenta o seu vulcanismo. Crédito: V. Lainey/IMCCE - Observatório de Paris

Io parece estar próximo do equilíbrio térmico, de acordo com o estudo publicado na revista Nature. Se essa nova tese estiver correta esta lua infernal tornar-se-á livre do jugo jupteriano e assim perderá seu esplendor vulcânico.

Io, a lua vulcânica de Júpiter, o planemo mais ativo do Sistema Solar acaba de receber uma ‘sentença de morte’. Um novo estudo, que analisou mais de 100 anos de observações, sugere que Io, cuja superfície está recheada de vulcões ativos, vai ficar inerte futuramente.

Io tem aproximadamente o mesmo tamanho da nossa Lua e é o satélite mais próximo de seu planeta dos 4 grandes satélites de Júpiter. Io apresenta atividade vulcânica intensa, coberto por fluxos de lava e dúzias de vulcões ativos.

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Por Júpiter! Foi descoberto o mistério do cinturão de asteróides

O cinturão de asteróides

O cinturão de asteróides

O cinturão de asteróides envolve o sistema Solar interior como uma trincheira rochosa em anel que se estende desde a órbita de Marte até a de Júpiter. Existem, contudo, vazios nessa trincheira, mais notavelmente onde a influência orbital de Júpiter é mais potente. Quaisquer asteróides azarados que se aventurem nessas regiões denominadas vãos de Kirkwood (nome dado em honra ao matemático Daniel Kirkwood) terão suas órbitas perturbadas e serão  arremessados para fora do acolhedor cinturão de asteróides. Nesse caso pode até ser possível que tais asteróides sigam em uma rota de colisão com um dos planetas telúricos do sistema Solar interior (como a Terra ou Vênus) ou até Lua…

Quais as razões desses vazios no cinturão de asteróides?

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Mike Salway nos mostra a múltipla conjunção: Lua, Mercúrio, Júpiter e Marte

Em 22 de Fevereiro, teve início uma bela conjunção. A Lua deu uma brilhante exibição no oriente, uma vez que se juntou a outros três corpos celestes, Mercúrio, Júpiter e Marte, dando aos espectadores uma sensação de profundidade e sentimento.

O astrônomo amador e também fotógrafo Mike Salway, eternizou sua experiência diante dessa bela conjunção através de fotos incríveis. Acompanhe a seguir a história relatada por Mike Salway, na manhã de 23 de fevereiro:

Lua, Mercúrio, Júpiter e Marte em comjunção na madrugada, por Mike Salway

Lua, Mercúrio, Júpiter e Marte em conjunção na madrugada, por Mike Salway {1}

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2009 – ano do eclipse do século e outros eventos interessantes no céu

Eclipse sobre sobre uma acácia em Chisamba, Zambia, 2001 - Crédito©: Fred Espenak

Eclipse sobre sobre uma acácia em Chisamba, Zambia, 2001 - Crédito©: Fred Espenak

Relacionamos neste post alguns eventos relevantes a serem observados no céu a ocorrer em 2009: conjunções entre planetas, o eclipse do século, ocultações e outros interessantes fenômenos. Vamos ficar atentos e tentar acompanhar. Anotem em suas agendas!

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Conjunção tríplice da Lua, Vênus e Netuno flagrada nos Alpes

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Conjunção tríplice da Lua, Vênus e Netuno flagrada nos Alpes {1}
Crédito da foto©: Tamas Ladanyi (TWAN)

Você viu? A última conjunção entre a Lua e os planetas brilhantes em 2008 mostrou uma jovem Lua crescente e um brilhante Vênus após o pôr-do-sol de 31 de dezembro de 2008.

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