Archive for category Galáxias

Hubble e o objeto de Hoag, uma rara galáxia anelar

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: : R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

Ao olhar a foto acima vemos uma galáxia ou duas? Esta questão surgiu em 1950 quando o astrônomo Art Hoag descobriu este anômalo objeto extragaláctico.

Na área exterior vemos um anel dominado por estrelas azuis brilhantes, enquanto que próximo ao centro nós notamos um esferóide com estrelas avermelhadas que aparentemente são muito mais antigas.

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NGC 253: as entranhas da galáxia explosiva do Escultor foram reveladas pela visão infravermelha do telescópio VISTA

magem da NGC 253 na constelação do Escultor, situada a 13 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem é uma composição capturada pelo VISTA em diversas frequências do espectro infravermelho. Créditos: ESO/J. Emerson/VISTA & Cambridge Astronomical Survey Unit

magem da NGC 253 na constelação do Escultor, situada a 13 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem é uma composição capturada pelo VISTA em diversas frequências do espectro infravermelho. Créditos: ESO/J. Emerson/VISTA & Cambridge Astronomical Survey Unit

O telescópio infravermelho VISTA do ESO, situado no Observatório em Cerro Paranal, Chile, capturou uma surpreendente imagem da galáxia do Escultor (NGC 253), como parte da sua primeira grande campanha. Ao varrer os céus no espectro do infravermelho, a visão do VISTA é menos prejudicada pela poeira, revelando uma pletora de estrelas vermelhas frias, assim como a barra estelar da região central desta galáxia explosiva. Assim, o VISTA contribui para demonstrar a história e o desenvolvimento da NGC 253.

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Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias

Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.

Galáxias ativas estudadas pelo SWIFT

Galáxias ativas estudadas pelo SWIFT

NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).

Os cientistas estimam que cerca de 1% dos buracos negros supermassivos apresentam este tipo de comportamento. As novas descobertas confirmam que os buracos negros “se acendem” quando suas galáxias colidem. Os dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.

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ESO revela detalhes da Grande Nuvem de Magalhães

Imagem anotada da Grande Nuvem de Magalhães. Crédito: ESO/La Silla

Imagem anotada da Grande Nuvem de Magalhães. Clique na imagem para acessar as versões de alta resolução liberadas pelo ESO. Crédito: ESO/La Silla

Na contínua busca pelo conhecimento do cosmos, os astrônomos observam assiduamente a Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da nossa Via Láctea. Agora, o ESO liberou nova imagem capturada pelo dispositivo Wide Field Imager (WFI) no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, onde podemos observar uma vasta coleção de objetos e fenômenos interessantes em uma região da LMC. Aqui vemos enormes aglomerados estelares e restos deixados por explosões de supernovas brilhantes. O estudo da LMC fascina a comunidade astronômica e fornece informações para diversos de projetos que investigam o ciclo de vida das estrelas e os processos da evolução galáctica.

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SXDF-XCLJ0218-0510: descoberto o aglomerado galáctico mais distante no Universo observável

A luz do aglomerado galáctico SXDF-XCLJ-218-0510 leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. Nesta imagem temos uma visão do Universo quando este tinha ~4,2 bilhões de anos de idade.

A luz do aglomerado galáctico SXDF-XCLJ-218-0510 leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. Nesta imagem temos uma visão do Universo jovem, quando este tinha ~4,2 bilhões de anos de idade.

Um time internacional de astrônomos alemães e japoneses descobriu o aglomerado galáctico mais distante até agora já detectado cuja luz leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. As observações em raios-X e no infravermelho mostraram que o aglomerado é dominado por galáxias antigas e massivas, o que sugere que estas galáxias se formaram quando o Universo ainda era muito jovem. Outras observações como esta e similares fornecem informações importantes tanto quanto a evolução galáctica, como também sobre a história antiga do Universo.

Os aglomerados de galáxias são os maiores conjuntos de matéria ligada gravitacionalmente no Universo. A nossa Galáxia, a Via Láctea, faz parte do aglomerado de Virgem, que compreende de 1.000 a 2.000 galáxias. Ao observar as galáxias e aglomerados muito distantes da Terra, os astrônomos estão, na verdade, vasculhando o passado, pois a sua luz emitida levou bilhões de anos para alcançar nossos telescópios.

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M83: ESO analisa uma espiral clássica em uma nova visão mais aguçada

Esta imagem da galáxia Messie 83 foi capturada em infravermelho pelo dispositivo HAWK-I instalado no Very Large Telescope (VLT) do ESO. A qualidade da câmera HAWK-I somada ao poder do telescópio VLT revelam uma vastidão de estrelas dentro da galáxia. A imagem é uma composição em 3 diferentes faixas do espectro infravermelho, somando o tempo total de exposição de 8 horas e meia, dividido em mais de 500 exposições de 1 minuto cada. Clique na imagem para acessar as versões em alta resolução no site do ESO. Crédito: ESO/M. Gieles / Mischa Schirmer

Esta imagem da galáxia Messie 83 foi capturada em infravermelho pelo dispositivo HAWK-I instalado no Very Large Telescope (VLT) do ESO. A qualidade da câmera HAWK-I somada ao poder do telescópio VLT revelam uma vastidão de estrelas dentro da galáxia. A imagem é uma composição em 3 diferentes faixas do espectro infravermelho, somando o tempo total de exposição de 8 horas e meia, dividido em mais de 500 exposições de 1 minuto cada. Clique na imagem para acessar as versões em alta resolução no site do ESO. Crédito: ESO/M. Gieles / Mischa Schirmer

O ESO liberou nova imagem da galáxia M83, obtida com a câmera HAWK-I instalada Very Large Telescope do ESO (VLT), em Cerro Paranal, Chile. Esta é uma nova visão através da captura da radiação infravermelha e demonstra o impressionante poder deste dispositivo, capaz de produzir a fotografia mais nítida detalhada já obtida da Messier 83, a partir de um observatório terrestre.

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Nikolaus Sulzenauer nos mostra um panorama da Galáxia da Baleia

Panorama da galáxia da Baleia sob a lente de Nikolaus Sulzenauer. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução.

Panorama da galáxia da Baleia capturada pelo Hubble e processada por Nikolaus Sulzenauer. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução.

A galáxia da baleia NGC 4631 é uma belíssima galáxia espiral que pode ser vista lateralmente a apenas 30 milhões de anos luz da distância.

Devido ao seu formato ligeiramente distorcido e sua aparência peculiar ganhou o apelido de galáxia da Baleia. As nuvens de poeira interestelares escuras e os jovens e brilhantes aglomerados de estrelas azuis embeleza esta imagem colorida panorâmica.

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Arp244: uma dupla de galáxias em colisão na constelação do Corvo lembra as antenas de um inseto cósmico

Arp244_NGC4038_NGC4039

Arp244: As antenas do 'inseto cósmico' são resultantes da interação entre duas galáxias em colisão. Créditos: Star Shadows Remote Observatory e PROMPT/CTIO (Jack Harvey, Steve Mazlin, Rick Gilbert e Daniel Verschatse)

A dupla de galáxias Arp44 (NGC 4038 e NGC 4039) colidiram a 60 milhões de anos-luz de distância na constelação de Corvus (Corvo).  Entretanto, em geral, suas estrelas não chegaram a se chocar durante este longo e tedioso evento que tem se alongado por um bilhão de anos.

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ESO libera imagem de campo profundo que mostra o aglomerado Abell 315 e um mar de galáxias

Imagem de campo profundo liberada pelo ESO mostra o aglomerado Abell 315 e um exame de galáxias. Clique na imagem para ver em alta resolução no site do ERO. Crédito: ESO/J. Dietrich

Imagem de campo profundo liberada pelo ESO mostra o aglomerado Abell 315 e um exame de galáxias. Clique na imagem para ver as versões em alta resolução no site do ESO. Crédito: ESO/J. Dietrich

Abell 315

ESO divulgou nova imagem de largo campo que revela milhares de galáxias longínquas, entre as quais se encontra um grande grupo pertencente a um aglomerado de galáxias de grande massa Abell 315. Embora nos pareça bem denso em sua composição de objetos, este aglomerado de galáxias é apenas uma “ponta de iceberg”, por que Abell 315 é dominado pela matéria escura. Assim, a gigantesca quantidade de massa de Abell 315 desvia a luz emitida pelas galáxias de fundo, distorcendo ligeiramente seus formatos, aos nossos olhos.

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Os quasares passam metade de suas vidas escondidos pela poeira cósmica

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: Karen Teramura

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: E. Treister e Karen Teramura (IfA, Universidade do Havaí)

O que acontece com os buracos negros supermassivos encontrados nos centros de galáxias distantes quando sofrem eventuais surtos gigantescos de crescimento, como resultado de colisões galácticas?

Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Yale e da Universidade do Havaí, publicado na edição de 25 de março de 2010 na Science Express, dá a resposta.

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