Archive for category Cosmologia
Pode a constante de estrutura fina variar conforme a direção observada no Cosmos?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Física on 26 de agosto de 2010
Uma variação espacial na constante de estrutura fina, se comprovada, poderia trazer profundos impactos no estudo de cosmologia.
A Constante de Estrutura Fina (α) pode variar?
A constante de estrutura fina é uma constante física adimensional, ou seja, seu valor não depende do sistema de unidades de medida usado. A fórmula acima a define, com: e = carga do elétron; h = constante de Planck; c = velocidade da luz no vácuo; ε0 = permissividade do vácuo.
Ao longo dos anos, muitos físicos têm indagado se as constantes fundamentais da Natureza poderiam ter tido valores diferentes quando o Universo era mais jovem. Se isto for verdade, as evidências devem estar disponíveis para medirmos dentro do próprio Universo observável, onde podemos observar objetos distantes exatamente como os mesmos eram no passado remoto.
Algo que deveria ser óbvio é se o número conhecido como constante de estrutura fina já apresentou valores distintos [ou não] na história do Universo. A constante de estrutura fina (α) determina o quão forte se unem os átomos a seus elétrons e por isso é um fator importante na freqüência com que os átomos absorvem a luz.
Se a constante de estrutura fina (α) foi efetivamente diferente no início do Universo, deveríamos ser capazes de observar as evidências disto na forma em que as nuvens de gás distante estão a absorver a luz em seu caminho até aqui originada em objetos cósmicos extremamente distantes, tais como os quasares.
Novo mapa celeste gerado pelo Planck ajuda a entender como o Universo se formou
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Via Láctea on 6 de julho de 2010
O observatório espacial Planck da ESA concluiu a primeira (de uma série de quatro) varredura de todo o céu e nos revela detalhes em primeira mão das duas maiores fontes celestes de microondas: o fundo cósmico e a Via Láctea.
Energia Escura: Por que as supernovas Ia são confiáveis como velas padrão?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Energia escura, Supernovas on 5 de julho de 2010

A figura demonstra a estrutura de uma supernova tipo Ia a partir de diversas observações. As cinzas das fagulhas iniciais aparecem em amarelo. Dependendo da linha de visão sob a qual a supernova é observada, diferentes características espectrais se manifestam. Por um lado a supernova mostra um desvio para o azul depois de algum tempo. No lado oposto a supernova exibe um "alto gradiente de velocidades" e seu espectro apresenta um desvio para o vermelho. Crédito: IPMU/Universidade de Tókio.
Entender a energia escura é um dos maiores objetivos da física moderna. Mas, o conhecimento de suas implicações na expansão acelerada do Universo depende da precisão das medidas cósmicas. Nós podemos tentar entender esta aceleração através do estudo do comportamento das supernovas tipo Ia, que atualmente são usadas como “velas padrão”. Assim, a distância entre nós e uma galáxia distante pode ser aferida quando lá ocorre uma supernova Ia, uma vez que a magnitude visual deste fenômeno depende da distância. Entretanto, quão precisas são estas “velas padrão”? Novos estudos confirmam a utilidade destas explosões estelares e tentam explicar porque algumas supernovas podem ser diferentes de outras.
Cientistas esclarecem sobre o nascimento das primeiras estrelas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia on 3 de julho de 2010

As primeiras estrelas começaram como pequenas sementes que rapidamente cresceram em estrelas com cem vezes a massa do nosso Sol. Na ilustração, rodopiantes nuvens de hidrogênio e hélio são iluminadas pelas primeiras luzes estelares a brilhar no Universo. Crédito: David A. Aguilar (CfA)
No começo, havia o Hidrogênio e o Hélio… [1]. Estes elementos primordiais foram criados nos primeiros três minutos após o Big Bang. Posteriormente, foram estes elementos que deram origem a todos os outros elementos no Universo. Desde então, as estrelas têm sido as verdadeiras fábricas de construção destes elementos. Através da fusão nuclear, as estrelas produziram elementos como o carbono, oxigênio, magnésio, silício e outras matérias-primas fundamentais para a formação de planetas e posteriormente a vida.
20 de junho de 1966 – Padre Lemaitre, o inventor do Big-Bang
Posted by Milton W in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Não Há Dia Sem História on 19 de junho de 2010
Física: Por que existimos? A supremacia da Matéria sobre a Antimatéria foi finalmente medida e comprovada
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Física on 19 de maio de 2010

Matéria + Antimatéria = Energia: ao colidir partículas de matéria com sua antimatéria são criados fótons de grande energia (raios gama) e outros pares de partículas e antipartículas.
O fato inexorável das partículas de matéria e antimatéria se aniquilam se entrarem em contato tem deixado os físicos perplexos durante muitos anos, imaginando como a Vida, o Universo, ou alguma coisa sequer poderia efetivamente existir.
No entanto, agora, análise de resultados de experimentos utilizando aceleradores de partículas sugerem que a matéria prevalece sobre a antimatéria na formação do Universo.
Stephen Hawking coloca grandes questões sobre o Universo
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Exobiologia on 30 de abril de 2010

Stephen Hawking no TED, disse: "Por toda a minha vida eu tenho procurado entender o Universo e achar respostas para essas perguntas. Eu tive muita sorte de que a minha incapacitação não tem sido um obstáculo muito sério; na verdade, talvez ela tenha me dado mais tempo que a maioria das pessoas para seguir em busca de conhecimento."
Em 2008 o gênio Stephen Hawking proferiu esta palestra para o TED. Nesta ocasião Hawking abordou 5 questões interessantes sobre o Universo em que vivemos, a existência de vida extraterrestre e nosso destino:
- De onde nós viemos?
- Como o Universo veio a surgir?
- Estamos sozinhos no Universo?
- Existe vida alienígena lá fora?
- Qual é o futuro da raça humana?
Por que as pesquisas de galáxias longínquas deixam de detectar 90% de seus alvos?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia on 29 de março de 2010

Esta é a imagem composta do campo GOODS-do-Sul, alvo da pesquisa do ESO, para entender porque 90% das galáxias distantes escapam da detecção nas pesquisas. Note, na foto, a presença das galáxias avermelhadas...
Os astrônomos têm notado há algum tempo que em muitas pesquisas sobre objetos do Universo longínquo uma grande fração da radiação intrínseca total não tem sido capturada. Agora, graças a um rastreamento profundo executado com dois dos quatro telescópios gigantes (8,2 metros cada) do sistema Very Large Telescope do ESO (VLT), usando um filtro de alta qualidade, os astrônomos determinaram as razões porque uma enorme fração das galáxias, cuja luz demorou 10 bilhões de anos para chegar até nós, não foi descoberta. Esta nova pesquisa ajudou a encontrar algumas das galáxias menos luminosas já vistas nos confins do Universo.
Os quasares passam metade de suas vidas escondidos pela poeira cósmica
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 28 de março de 2010

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: E. Treister e Karen Teramura (IfA, Universidade do Havaí)
O que acontece com os buracos negros supermassivos encontrados nos centros de galáxias distantes quando sofrem eventuais surtos gigantescos de crescimento, como resultado de colisões galácticas?
Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Yale e da Universidade do Havaí, publicado na edição de 25 de março de 2010 na Science Express, dá a resposta.





Comentários