Archive for category Astrofotografia
Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Telescópios on 22/01/2012
A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger
Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.
A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.
ESO: Telescópio VISTA revela detalhes inéditos da nebulosa da Hélice (Helix) no infravermelho
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 19/01/2012
O telescópio VISTA do ESO instalado no Monte Paranal, Chile, obteve esta nítida visão da Nebulosa da Hélice (Helix). Capturada nas frequências do espectro infravermelho e processada para sofrer colorização, esta imagem revela filamentos de gás nebular mais frio, invisíveis em imagens convencionais capturadas em telescópios óticos [veja A Nebulosa da Helix revelada por Ed Henry via observatório Hay Creek], ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias, antes escondidas pelo véu de poeira e gás.
Sebastian Voltmer retrata a aurora sobre o céu da Noruega
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 16/01/2012
Mais alto que a construção mais alta, mais elevado que a maior montanha e acima do avião mais alto, reside o ambiente onde ocorrem as auroras. As auroras raramente surgem abaixo dos 60 km no céu e podem se estender até uma altura de 1.000 km.
Este panorama em grande ângulo, comprimido horizontalmente, exibe um momento raro deste belo fenômeno sobre o céu da Noruega, capturado por Sebastian Voltmer em 28 de novembro de 2011.
Observatórios espaciais Spitzer e Herschel combinam imagens para revelar detalhes intrigantes da Grande Nuvem de Magalhães no infravermelho
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 15/01/2012

Retrato no espectro infravermelho da Grande Nuvem de Magalhães resultado da colaboração entre as equipes do Spitzer (NASA) e do Herschel (ESA). Créditos: ESA / NASA / JPL-Caltech / STScI
Nuvens de poeira cósmica se espalham através deste retrato no espectro do infravermelho de nossa galáxia satélite principal, a Grande Nuvem de Magalhães.
Miguel Claro revela deslumbrante paisagem noturna no Cabo Espichel
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 10/01/2012

Falésias do Cabo Espichel em noite de Lua cheia em composição criada a partir de 339 fotogramas. Crédito©: Miguel Claro (astrosurf.com)
Através da luz da Lua, transformando a noite em dia…
Esta estonteante visão do Oceano Atlântico contra os rochedos do Cabo Espichel só pode ser capturada durante a noite. Trata-se de um cenário propiciado pela forte luz da Lua quase cheia que iluminou esta dramática e bela cena.
Durante duas horas, Miguel Claro, registrou o caminho da estrela mais brilhante (Sirius), que aparece no meio da imagem. Sírio (Sirius, α CMa, α Canis Majoris ou Alpha Canis Majoris) é a estrela mais brilhante no céu noturno, com uma magnitude aparente de −1,46, localizada na constelação de Canis Major (Cão Maior).
VLT do ESO captura imagens precisas da nebulosa de Ômega
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 04/01/2012

Esta imagem da M17 (Nebulosa de Ômega) é uma das mais nítidas já obtidas a partir de um telescópio terrestre. Crédito: ESO
A nebulosa de Ômega capturada pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais aguçadas deste objeto, obtida a partir de um telescópio terrestre. A intrigante foto mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas deste belo berçário estelar e revela com uma riqueza ímpar esta paisagem astronômica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas jovens.
Olhos infravermelhos do VISTA revelam 96 novos aglomerados estelares escondidos pelo disco da Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Telescópios, Via Láctea on 03/08/2011
O telescópio de rastreamento em infravermelho VISTA [1], pertencente ao ESO (Observatório Europeu Meridional) no Monte Paranal, deserto de Atacamama, no Chile, ajudou uma equipe internacional de astrônomos a descobrir 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira cósmica da Via Láctea. Dentro desta equipe trabalharam dois astrônomos brasileiros [2]. Estes conjuntos tênues de estrelas, invisíveis em buscas anteriores, não conseguiram escapar dos detectores infravermelhos extremamente sensíveis do mais poderoso telescópio de rastreamento do céu já construído. O VISTA tem conseguido desvendar o que está escondido pela poeira interestelar. Esta descoberta por si só é um recorde, nunca tantos aglomerados esmaecidos foram encontrados de uma só vez.
A nebulosa da Gaivota revelada por Michael Sidonio
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 12/01/2011
Esta larga expansão de gás e poeira iluminada mostra uma paisagem vista do planeta Terra, com o nome sugestivo de Nebulosa da Gaivota (IC 2177). Este retrato cósmico do pássaro marinho cobre 1,6 graus do céu através do plano da Via Láctea na direção aproximada de Sírius, a estrela alfa da constelação de Cão Maior (α Canis Majoris).
A Nebulosa da Helix revelada por Ed Henry via observatório Hay Creek
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 09/01/2011
Há uma estrela similar ao Sol agonizante que reside a 700 anos luz da Terra, na constelação de Aquarius. Nos seus últimos milhares de anos esta estrela moribunda ejetou suas camadas externas e produziu a Nebulosa Helix (NGC 7293 ou Caldwell 63). O que vemos aqui trata-se de um exemplo amplamente estudado de nebulosa planetária, uma estrutura filamentar de matéria que se forma tipicamente nas fases finais da evolução de estrelas semelhantes ao Sol.







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