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Física: Teoria da Relatividade Geral foi confirmada para as grandes escalas cósmicas

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

Uma equipe de astrofísicos dos EUA e da Suíça descobriu que a teoria da relatividade geral de Einstein funciona consistentemente nas escalas tão grandes como aquelas que separam as galáxias, em estudo publicado na  revista Nature. Para realizar o estudo, os pesquisadores se basearam em uma amostra de 70.000 galáxias, tendo definido um novo parâmetro de quantificação.

Um grupo de cientistas do Observatório da Universidade de Princeton (E.U.A.) e do Instituto de Física Teórica da Universidade de Zurique (Suíça) testou a teoria da relatividade geral de Einstein e concluiu que a teoria efetivamente funciona em grandes escalas, entre 2 e 50 megaparsecs ≈ 6,5 a 150 milhões de anos-luz (1 parsec = 3,2616 anos luz) em um desvio para o vermelho de z~0,32.

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Gliese 710 será a estrela mais próxima da Terra além do Sol

A anã laranja Gliese 710 se aproxima. Crédito: ESO

A anã laranja Gliese 710 se aproxima. Crédito: ESO

Um novo conjunto de dados sobre as velocidades radiais das estrelas revela que a estrela anã laranja Gliese 710 tem uma chance de 86% de passar perto do sistema solar dentro de 1,5 milhões de anos.

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Saturno em oposição em 22 de março

Saturno em oposição - 22 de março de 2010

Saturno em oposição - 22 de março de 2010

Nos próximos dias, Saturno vai entrar em oposição, colocando-se em uma posição exatamente oposta ao Sol no céu terrestre. A oposição acontecerá na segunda-feira, dia 22 de março, as 00h16min.

Vários efeitos interessantes se apresentam com a oposição de Saturno. Principalmente, teremos Saturno nascendo ao pôr-do-sol e se pondo ao nascer-do-sol, por isso o planeta Senhor do Anéis será visível toda a noite para qualquer localidade do globo. Assim, no pôr-do-sol, Saturno está a nascer ao leste e no sol nascente está se pondo a oeste. À meia-noite (local), Saturno estará no alto no céu ao Sul [no hemisfério Norte], ou no alto no céu ao norte [no hemisfério Sul].

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O campo magnético da Terra é mais antigo do que pensávamos

Interpretação artística de uma aurora na Terra Aurora há 3,4-4,45 bilhões de anos. A oval da aurora era bem maior em relação ao que acontece hoje. Trata-se do resultado da interação de um fraco campo magnético dipolar terrestre e a pressão do vento solar com uma dinâmica mais acentuada. A intensidade da aurora é mais brilhante, devido à maior densidade do vento solar, muitas vezes maior do ocorre hoje. A cor dominante reflete as energias das partículas em precipitação na antiga atmosfera redutora. Créditos: J. Tarduno e R. Cottrell

Interpretação artística de uma aurora na Terra Aurora há 3,4-4,45 bilhões de anos. A oval da aurora era bem maior em relação ao que acontece hoje. Trata-se do resultado da interação de um fraco campo magnético dipolar terrestre e a pressão do vento solar com uma dinâmica mais acentuada. A intensidade da aurora é mais brilhante, devido à maior densidade do vento solar, muitas vezes maior do ocorre hoje. A cor dominante reflete as energias das partículas em precipitação na antiga atmosfera redutora. Créditos: J. Tarduno e R. Cottrell

O campo magnético da Terra, que nos protege da radiação letal do Sol, bem como dos ventos solares, surgiu no núcleo do planeta ainda mais cedo do que se pensava na história da Terra. Embora esse campo, há 3,45 bilhões de anos, não tenha sido forte o suficiente para proteger a vida na Terra, novas descobertas sugerem que o jovem planeta era significativamente mais úmido do que é agora, conforme grupo de pesquisadores que descobriram um campo magnético antigo congelado nas rochas encontradas na África do Sul.

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HM Cancri: par binário de anãs brancas giram na velocidade mais rápida já medida

Sistema HM Cancri: par binário de anãs brancas emissor de raios-X tem o menor período de rotação já medido - 5,4 minutos

Sistema HM Cancri: par binário de anãs brancas emissor de raios-X tem o menor período de rotação já medido - 5,4 minutos. A distância entre as anãs brancas é tão pequena (menos de ¼ da distância da Terra à Lua) que elas trocam matéria entre si.

Uma equipe multinacional de astrônomos demonstrou que o par de objetos estelares do sistema binário HM Cancri, orbitam o seu centro de massa em somente 5,4 minutos. Isto torna o sistema HM Cancri o par binário com o período orbital mais curto conhecido. Também se trata da menor dupla já detectada. O sistema binário tem só 8 vezes o diâmetro da Terra, o que é equivalente a não mais do que ¼ da distância da Terra à Lua.

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MRO revela vastas geleiras escondidas em Marte

Mapa de Marte gerada pelo instrumento Shallow Radar da MRO mostra depósitos glaciais. O mapa cobre uma área de 1050 por 775 km. Crédito: NASA/JPL-Caltech/ASI/University of Rome/Southwest Research Institute

Mapa de Marte gerada pelo instrumento Shallow Radar da MRO mostra depósitos glaciais. O mapa cobre uma área de 1050 por 775 km. Crédito: NASA/JPL-Caltech/ASI/University of Rome/Southwest Research Institute

Imagens de radar recentemente capturadas pela sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) mostraram que vastos glaciares (de água congelada em Marte) são comuns na região de latitude média ao norte de Marte, mas temos que procurar sob a superfície para encontrá-las.

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Cientistas encontram novas evidências sobre a ‘Terra Bola de Neve’

Como foi a idade do gelo que deixou a Terra inteira como uma bola de neve?

'Terra-Bola-de-Neve'

'Terra-Bola-de-Neve': especula-se que a Terra passou por alguns períodos em que a glaciação atingiu até a região equatorial e a Terra inteira ficou coberta por gelo e neve. Agora, no Canadá, cientistas descobrem mais evidências deste fenômeno que impactou na evolução da vida.

Uma equipe de geólogos forneceu novas evidências sobre a invasão do gelo marinho até o equador terrestre há 716,5 milhões anos. Os resultados, publicados na revista Science, proporcionam novos detalhes sobre como a Terra virou uma ‘bola de neve’ e os novos dados reforçam a teoria de que o planeta esteve coberto de gelo em todas as latitudes. Mas, com exceção dos animais complexos, os principais grupos de eucariotas já existiam antes da glaciação.

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ESO revela o Morcego Cósmico na Constelação de Órion

O ESO revelou detalhes da delicada nebulosa do Morcego em Órion. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Crédito: ESO

O ESO revelou detalhes da delicada nebulosa do Morcego em Órion. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Crédito: ESO

NGC 1788 é uma ilha de estrelas bebês que reside nos arredores de Órion

A Nebulosa NGC 1788 reside em um canto escuro e esquecido da constelação de Órion. Agora, o ESO (Observatório Europeu do Sul) liberou uma nova e detalhada imagem que nos mostra sua exuberância. Embora esta nuvem fantasmagórica se encontre afastada das estrelas brilhantes de Órion, os poderosos ventos e radiação oriundos destas estrelas tem provocado um forte impacto na nebulosa, formatando-a transformando-a em uma maternidade estelar repleta de estrelas bebês.

Os observadores assíduos do céu estão bem familiarizados com a forma característica da constelação do Órion, o caçador. Poucos deles, no entanto, conhecem a nebulosa NGC 1788, um tesouro cósmico sutil, escondido apenas a alguns graus de distância das estrelas brilhantes do cinturão de Órion (as 3 Marias).

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A missão Stardust relata resultados que indicam as origens caóticas do Sistema Solar

Mapa mineral de amostra do cometa P81/Wild2 coletada pela missão Stardust em cores falsas sobreposto numa montagem de imagens obtidas pelo instrumento TEM (Transmission Electron Microscope). Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore

Mapa mineral de amostra do cometa P81/Wild2 coletada pela missão Stardust em cores falsas sobreposto em uma montagem de imagens obtidas pelo instrumento TEM (Transmission Electron Microscope). Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore

Os astrônomos em geral estimam que os cometas sejam alguns dos corpos mais antigos e primitivos no Sistema Solar. Agora, novos resultados das análises das amostras do Cometa 81P/Wild 2 coletados pela sonda Stardust indicam que material do Sistema Solar interior foi transportado até as regiões de formação cometária pelo menos 1,7 milhões de anos depois da formação dos corpos sólidos mais antigos do Sistema Solar.

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Refinando a hipótese da Terra Rara: o que seria ‘o suficientemente adequado’ para os exoplanetas?

Para a menina “Cachinhos Dourados” da popular história “Cachinhos Dourados e os Três Ursos”, a sopa não deveria ser muito fria ou muito quente... A temperatura certa é tudo o que ela necessitava.

Para a menina “Cachinhos Dourados” da popular história “Cachinhos Dourados e os Três Ursos”, a sopa não deveria ser muito fria ou muito quente... A temperatura certa é tudo o que ela necessitava.

Para um exoplaneta similar a Terra hospedar a vida complexa como nós conhecemos (a vida multicelular), a temperatura é sem dúvida fundamental, mas o que mais é importante? O que faz com que a temperatura de uma ‘exo-Terra’ seja “suficientemente justa”?

Estudos recentes concluíram que responder estas perguntas pode ser surpreendentemente difícil e que algumas das respostas são até curiosas.

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