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TED: O astrônomo Dimitar Sasselov explica sobre astrobiologia, o programa Kepler e a intrigante busca por exoplanetas similares a Terra

Dimitar Sasselov falando no TED em julho de 2010

Dimitar Sasselov falando no TED em julho de 2010

Em julho de 2010, o astrônomo Dimitar Sasselov proferiu uma apresentação no TED sobre astrobiologia e o programa Kepler de busca por exoplanetas.

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SDO: Solar Dynamics Observatory mostra detalhes de um buraco coronal, fonte do vento solar

Buraco Coronal observado pelo SDO ao final de agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA

Buraco Coronal observado pelo SDO em 23 agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA

Este poderoso buraco obscuro e ameaçador, alastrando-se pela face do Sol, revelado pelo SDO, é o que chamamos ‘buraco coronal’ (coronal hole, em inglês). O ‘buraco coronal’ é uma região de baixa densidade, se estendendo acima da superfície do Sol, onde o campo magnético solar se abre livremente no espaço interplanetário.

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Inédito! Kepler revela dois exoplanetas em ressonância orbital transitando no sistema Kepler 9

Na direção da constelação Lyra, a uma distância de 2.000 anos luz da Terra, há uma estrela similar ao Sol orbitada por pelo menos dois exoplanetas da “classe Saturno”.

Ilustração dos dois planetas com o tamanho de Saturno descobertos pelo observatório espacial Kepler da NASA em torno da estrela Kepler-9. Um terceiro planeta, com apenas 1,5 vezes o tamanho da Terra, pode também orbitar a estrela. Este é o primeiro sistema estelar descoberto com múltiplos planetas em trânsito. Crédito: NASA/Ames/JPL-Caltech

Ilustração dos dois planetas com o tamanho de Saturno descobertos pelo observatório espacial Kepler da NASA em torno da estrela Kepler-9. Um terceiro planeta, com apenas 1,5 vezes o tamanho da Terra, pode também orbitar a estrela. Este é o primeiro sistema estelar descoberto com múltiplos planetas em trânsito. Crédito: NASA/Ames/JPL-Caltech

Mas, por que nos interessa tanto esta notícia? Trata-se do primeiro sistema exoplanetário descoberto com mais de um exoplaneta transitando a mesma estrela hospedeira. E mais ainda, isto prova a importância da análise das TTV (variações do tempo de trânsito). Este método poderá ser uma rica fonte de informações a descobrir neste e em outros sistemas alvo.

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Pode a constante de estrutura fina variar conforme a direção observada no Cosmos?

Constantes inconstantes?

Constantes inconstantes?

Uma variação espacial na constante de estrutura fina, se comprovada, poderia trazer profundos impactos no estudo de cosmologia.

A Constante de Estrutura Fina (α) pode variar?

Constante de estrutura fina é uma constante física Universal adimensional, ou seja, seu valor não depende do sistema de unidades de medida usado. A fórmula acima a define, com: com e = carga do elétron; h = constante de Planck; c = velocidade da luz no vácuo; ε0 = permissividade do vácuo.

A constante de estrutura fina é uma constante física adimensional, ou seja, seu valor não depende do sistema de unidades de medida usado. A fórmula acima a define, com: e = carga do elétron; h = constante de Planck; c = velocidade da luz no vácuo; ε0 = permissividade do vácuo.

Ao longo dos anos, muitos físicos têm indagado se as constantes fundamentais da Natureza poderiam ter tido valores diferentes quando o Universo era mais jovem. Se isto for verdade, as evidências devem estar disponíveis para medirmos dentro do próprio Universo observável, onde podemos observar objetos distantes exatamente como os mesmos eram no passado remoto.

Algo que deveria ser óbvio é se o número conhecido como constante de estrutura fina já apresentou valores distintos [ou não] na história do Universo. A constante de estrutura fina (α) determina o quão forte se unem os átomos a seus elétrons e por isso é um fator importante na freqüência com que os átomos absorvem a luz.

Se a constante de estrutura fina (α) foi efetivamente diferente no início do Universo, deveríamos ser capazes de observar as evidências disto na forma em que as nuvens de gás distante estão a absorver a luz em seu caminho até aqui originada em objetos cósmicos extremamente distantes, tais como os quasares.

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Conjecturas sobre anãs marrons, discos protoplanetários e a formação de exoplanetas

Paisagem de um exoplaneta orbitando uma anã marron (anã castanha, em Portugal). As anãs marrons emitem sua radiação no espectro próximo do infravermelho, praticamente fora do espectro visível. Crédito: Vistapro Landscape Imagery Rendered by Jeff Bryant

Paisagem de um exoplaneta e sua exolua, orbitando uma anã marron (anã castanha, em Portugal). As anãs marrons emitem sua radiação no espectro próximo do infravermelho, praticamente fora do espectro visível. Crédito: Vistapro Landscape Imagery Rendered by Jeff Bryant

Sistemas exoplanetários em torno das tênues anãs marrons (em Portugal: anãs castanhas) são sempre um tema intrigante, algo fascinante para se contemplar.

Para que você conheça a imaginação vívida do futuro das atividades humanas em tais exoplanetas, sugerimos a leitura do romance de ficção científica Permanence de Karl Schroeder, lançado em 2002.

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A Terra vista do espaço: satélite Aqua mostra o Brasil em chamas

Brasil em chamas! Clique na imagem para ver em alta resolução. Cortesia da imagem: NASA MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC e Riebeek Holli.

Brasil em chamas! Clique na imagem para ver detalhes em alta resolução. Cortesia da imagem: NASA MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC e Riebeek Holli.

Nesta imagem assustadora, os incêndios proliferam ao longo da margem sudoeste da Floresta Amazônica. A imagem foi capturada pela câmera Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) do satélite Aqua da NASA em 17 de agosto de 2010.

As manchas vermelhas ressaltam os lugares onde o sensor MODIS detectou aumentos térmicos, provavelmente causados por focos de incêndio. Nuvens espessas de fumaça criaram um véu cinza que encobre a floresta verde escura.

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Hubble e o objeto de Hoag, uma rara galáxia anelar

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: : R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

Ao olhar a foto acima vemos uma galáxia ou duas? Esta questão surgiu em 1950 quando o astrônomo Art Hoag descobriu este anômalo objeto extragaláctico.

Na área exterior vemos um anel dominado por estrelas azuis brilhantes, enquanto que próximo ao centro nós notamos um esferóide com estrelas avermelhadas que aparentemente são muito mais antigas.

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ESO revela a Supernova 1987A modelada em 3 dimensões

Impressão artística da modelagem em 3D da SN 1987A, Crédito: ESO/L. Calçada

Impressão artística da modelagem em 3D da SN 1987A, Crédito: ESO/L. Calçada

Baseando-se nos dados fornecidos pelo VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrônomos modelaram uma imagem tridimensional da distribuição do material ejetado pela supernova SN1987A, cuja explosão se deu há pouco mais de 23 anos. Os resultados do estudo indicam que a explosão estelar foi intensa e teve uma direção privilegiada, o que sugere que a supernova foi muito turbulenta, suportando assim os mais recentes modelos computacionais.

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Como funciona a alquimia das estrelas? A nucleossíntese dos elementos químicos no Universo

A remanescente de supernova G 1.9+0.3, em imagem combinada dos dados de raios-X, em laranja, pelo Chandra, capturado em 2007 e de rádio fornecido pela rede de radiotelescópios Very Large Array NRAO, em azul, registrada em 1985 . Crédito: www.chandra.harvard.edu

A remanescente de supernova G 1.9+0.3, em imagem combinada dos dados de raios-X, em laranja, pelo Chandra, capturada em 2007, e de rádio fornecida pela rede de radiotelescópios Very Large Array da NRAO, em azul, registrada em 1985 . Crédito: www.chandra.harvard.edu

A fabulosa produção de elementos químicos mais pesados em explosões de supernova é algo que hoje em dia não mais nos surpreende. Mas, exatamente, onde e quando a nucleossíntese se processa? Isto ainda não está plenamente claro para nós. Além disso, as tentativas de modelar por computador os cenários de colapso de núcleo das estrelas ainda desafiam os limites de capacidade de processamento atuais dos mais poderosos computadores científicos do mundo.

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IRAS 05437+2502: A fantasmagórica nuvem estelar revelada pelo Hubble

IRAS 05437+2502 capturada pelo observatório espacial Hubble. Créditos: ESA, Hubble, NASA

IRAS 05437+2502 capturada pelo observatório espacial Hubble. Créditos: ESA, Hubble, NASA

O que ilumina a nebulosa IRAS 05437+2502? Não sabemos ao certo.

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