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jan 08

Sharpless 249 e a elusiva Nebulosa da Medusa por Eric Coles

https://apod.nasa.gov/apod/image/1701/IC443HubblePalette2_8x10flat4bColes.jpg

IC 443 e a Nebulosa da Medusa por Eric Coles

Normalmente tênue e furtiva, a Nebulosa da Medusa (Jellyfish Nebula) foi capturada neste sedutor mosaico telescópico.

Essa eclética cena está ancorada abaixo pela brilhante estrela Propus (Eta Geminorum), no pé da constelação dos Gêmeos celestiais [Castor (Alpha Geminorum) e Pollux (Beta Geminorum)] enquanto que a Nebulosa da Medusa (IC 443) é o luminoso arco de emissão com seus tentáculos pendurados abaixo à esquerda do centro da imagem.

De fato, a medusa cósmica é parte da remanescente de supernova IC 443 em formato de bolha, espalhando uma nuvem de escombros ejetados por uma massiva estrela que no explodiu há milhares de anos.

Na verdade, a luz emanada pela explosão estelar chegou pela primeira vez na Terra há cerca de 30.000 anos.

Da mesma forma que seu primo, em termos astrofísicos, o  Remanescente de Supernova do Caranguejo, a Nebulosa da Medusa é conhecida por hospedar a estrela de nêutrons CXOU J061705.3+222127, as cinzas remanescentes de um núcleo estelar que colapsou.

Completando o panorama cósmico, uma nebulosa de emissão catalogada como Sharpless 249 se destaca no belo campo de visão acima e à direta.

A Nebulosa da Medusa reside a cerca de 5.000 anos luz da Terra. Nessa distância, apresentada nessa imagem composta em filtros de banda estreita configurados de acordo com a Palheta do Hubble, seu diâmetro mede cerca de 300 anos luz.

Fontes

APOD: Sharpless 249 and the Jellyfish Nebula – crédito da imagem©: Eric Coles

Astrobin: The Jellyfish Nebula, IC 443, Hubble Palette

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