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maio 16

16 de maio de 1997 – Começa a ser montado o VLT em Cerro Paranal, o maior complexo de telescópios do mundo

Não Há Dia Sem História

16 de maio de 1997

Começa a ser montado o VLT em Cerro Paranal, o maior complexo de telescópios do mundo

http://www.eso.org/public/images/eso9711a/

Plataforma de produção de um dos espelhos de 8,2 metros do complexo VLT (Very Large Telescope) do ESO. Trata-se de uma câmara de vácuo com diâmetro de 9,4 metros e 122.000 litros de capacidade. O vácuo necessário foi gerado por 8 bombas no topo da câmara de vácuo.

No dia 16 de maio de 1997, há 19 anos, um “press release” da administração do Observatório Europeu do Sul (European Southern Observatory – ESO), informava que havia assinado um contrato com a empresa Linde, alemã, no ano de 1995, a qual forneceria as unidades de revestimento dos espelhos gigantes que comporiam o VLT (Very Large Telescope), cuja construção estava em pleno andamento em Cerro Paranal, pico localizado nos Andes chilenos a 130 km ao sul da cidade de Antofagasta.

O “press release” informava que a primeira unidade estava pronta e seria carregada em uma barcaça, a partir da cidade de Deggendorf, Alemanha, pelo rio Reno e depois pelo Danúbio até o porto de Antuérpia, na Bélgica, de onde seria levado, via canal do Panamá, para o porto de Antofagasta.

http://www.eso.org/public/archives/images/screen/eso9722d.jpg

O espelho do VLT preparado para o transporte até Cerro Paranal

O Very Large Telescope de Cerro Paranal é o mais complexo equipamento ótico já construído. Cada uma das unidades de revestimento dos espelhos mede 9,4 metros de diâmetro, tem um volume de 122 metros cúbicos e pesa cerca de 20 toneladas. Cada um dos quatro espelhos de 8,2 metros foi precedido, em toda a operação de transporte e montagem, por uma réplica de concreto com a qual os técnicos puderam realizar uma simulação da montagem, para diminuir os riscos de incidentes ou imprevistos ao trabalharem com os espelhos reais.

O transporte da unidade de revestimento, entre o porto de Antofagasta e o alto de Cerro Paranal, demorou três dias.

Observatório Cerro Paranal da ESO. O monte Paranal, 2.635 mts., é considerado o lugar mais seco da Terra. A ESO opera um conjunto de 4 grandes telecópios cada qual com um espelho principal com 8,2 metros de diâmetro. Esses telescópios podem operar em grupos de 2 a 3 formando um gigantesco "interferômetro" que permite aos astrônomos observar detalhes como se estivessem usando um telescópio muito maior.

Observatório Cerro Paranal do ESO. O monte Paranal, 2.635 metros de altura, no deserto do Atacama, Chile, é considerado um dos lugares mais secos da Terra. O ESO opera um conjunto de 4 grandes telecópios cada qual com um espelho principal com 8,2 metros de diâmetro. Esses telescópios podem operar em grupos de 2 a 3 formando um gigantesco “interferômetro” que permite aos astrônomos observar detalhes como se estivessem usando um telescópio muito maior.

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