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abr 20

Nuvens Asperatus sobre a Nova Zelândia por Witta Priester

Que tipo de nuvens são essas?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1604/asperatus_priester_1024.jpg

Nuvens Asperatus sobre a Nova Zelândia – Crédito: Witta Priester

Embora as causas sejam desconhecidas atualmente, tais estruturas atmosféricas incomuns, tão ameaçadoras quanto pareçam ser, não constituem prenúncios de destruições meteorológicas.

Conhecidas informalmente por nuvens Undulatus Asperatus, essas formações meteorológicas são de aparência exuberante, raras de ocorrer e relativamente pouco estudadas. Alguns especialistas sugerem que se trata de um tipo distinto de nuvem.

Embora a maior parte dos blocos de nuvens inferiores sejam planos por baixoas nuvens Asperatus parecem ter estruturas verticais baixas significativas.

Especulações sustentam que as nuvens Asperatus poderiam estar relacionadas com as nuvens lenticulares que se formam próximas de montanhas ou mesmo com as nuvens Mammatus associadas com tempestades de raios, ou, até mesmo com o Vento Föhn (foehn wind) [1], um tipo de vento seco que desce a partir do cume das montanhas (ver diagrama abaixo).

https://en.wikipedia.org/wiki/Foehn_wind

Os ventos úmidos se condensam a medida que sobem a montanha e no outro lado o ar seco é que avança (Vento Föhn).

 Tal tipo de vento é chamado de arco de Canterbury que são fluxos de ar que se dirigem na direção da costa leste da Nova Zelândia, na ilha do Sul.

imagem em destaque, capturada em Hanmer Springs, CanterburyNova Zelândia, em 2005, mostra um alto grau de detalhes em parte porque a luz solar ilumina as nuvens onduladas lateralmente.

Nota

[1] O vento Föhn (ou Foehn) ocorre quando uma camada profunda de vento persistente é forçada a subir uma montanha. Ao subir a encosta, o ar se expande devido à diminuição da pressão atmosférica com a altitude e se resfria adiabaticamente, a ponto de atingir seu ponto de orvalho, condensando-se e ocasionalmente gerando precipitação. Na continuidade do fluxo de ar, agora desprovido de sua humidade, o mesmo desce a encosta do outro lado (diz-se portanto a sotavento da montanha), aumentando sua pressão atmosférica e aquecendo-se adiabaticamente, resultando em vento quente e seco.

Fonte

APOD: Asperatus Clouds Over New Zealand – crédito da imagem©: Witta Priester

._._.

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