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fev 27

A nebulosa da Tarântula processada por Robert Gendler e Roberto Colombari

http://apod.nasa.gov/apod/image/1602/Tarantula-HST-ESO-M.jpg

A Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães – Créditos da imagem © – Processamento por: Robert Gendler e Roberto Colombari; Dados fornecidos por: Hubble Tarantula Treasury e European Southern Observatory

A magnífica nebulosa da Tarântula possui mais de mil anos luz de diâmetro. Trata-se de uma gigantesca região de formação estelar dentro da vizinha galáxia satélite Grande Nuvem de Magalhães, que reside a 180.000 anos luz de distância da Terra.

De fato, os cientistas julgam que essa nebulosa é a mais violenta área de criação de estrelas conhecida dentro do Grupo Local de Galáxias. Esse ‘aracnídeo cósmico’ se espalha nessa espetacular imagem composta construída a partir de dados tanto do observatório espacial Hubble como de telescópios terrestres do ESO.

Dentro da Tarântula (NGC 2070), a radiação intensa, os ventos estelares e as ondas de choque oriundas de explosões de supernovas originadas no jovem aglomerado de estrelas massivas, catalogado como R136, energizam os gases dessa brilhante nebulosa e formatam os filamentos da ‘aranha cósmica’. R136 é o aglomerado estelar onde reside a estrela mais massiva e luminosa conhecida, a R136a1.

Em volta da Tarântula outras regiões de formação estelar como aglomerados estelares jovens, filamentos e nuvens sopradas em forma de bolhas se espalham.

De fato, o panorama celeste inclui o local onde se deu a supernova mais próxima dos tempos modernos, a SN 1987A, embaixo e à direita.

O rico campo de visão se espalha por 1 grau nos céus o que equivale a largura visual de duas Luas cheias, na direção da constelação meridional do Dorado (Peixe Espada).

Comparativamente, para entendermos melhor o seu descomunal tamanho, se a nebulosa da Tarântula estivesse bem mais próxima de nós, tão distante quando a região de formação estelar na Nebulosa de Órion, ela ocuparia simplesmente metade dos céus.

Fonte

APOD: The Tarantula Nebula – Créditos da imagem © – Processamento por: Robert GendlerRoberto Colombari; Dados fornecidos por: Hubble Tarantula TreasuryEuropean Southern Observatory

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