A Terra vista do espaço: não há lugar melhor que o nosso lar!


Dra. Tracy Caldwell Dyson observa a Terra no observatório Cupola da Estação Espacial. Crédito: Expedition 24 Crew, NASA

Não há nada melhor que o nosso lar.

Espiando para fora através das janelas da Estação Espacial Internacional (ISS – International Space Station), a astronauta Tracy Caldwell Dyson reflete sobre o planeta onde nascemos e para o qual ela logo retornará.

A uma altura de cerca de 350 quilômetros, a ISS está longe o suficiente da Terra de forma que o horizonte aparece claramente encurvado. Na janela da astronauta Dyson nós vislumbramos em branco algumas das complexas nuvens da Terra e em azul a atmosfera e os oceanos.

A Estação Espacial Internacional perfaz uma órbita completa em torno da Terra a cada 90 minutos. Não é difícil para nós aqui da Terra vermos a ISS riscando os céus. A ISS pode ser freqüentemente vista como um ponto brilhante de luz deslizando sobre nossas cabeças logo após o pôr-do-sol.

Telescópios terrestres amadores conseguem discernir a estrutura da estação espacial sem grandes dificuldades.

O deserto do Saara visto através da Cupola na ISS. Através das janelas da Cupola os astronautas podem operar os braços robóticos da ISS e monitorar as diversas operações externas.

Cupola

A imagem em questão foi capturada ao final de setembro de 2010 a partir do módulo de observação construído pela ESA chamado de Cupola. Suas janelas são projetadas para conduzir experiências, acoplamentos e observações da Terra. Ela foi implantada pela missão STS-130 em 8 de fevereiro de 2010, instalada no módulo 3 Tranquility) da ISS.

Dra. Tracy Caldwell Dyson

Um fato interessante é que a Dra. Dyson é a vocalista líder da banda de astronautas Max Q.

Você consegue identificar que parte do planeta Terra está sendo mostrada na foto principal deste artigo? Comente abaixo sua resposta.

Fonte

APOD: Home from Above - Crédito: Expedition 24 CrewNASA

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  1. #1 by Daniel Borges on 01/12/2010 - 09:36

    Parece ser uma parte do pacífico, a julgar pela quantidade de extensão de água e nenhuma terra…

  2. #2 by Del Coelho on 01/12/2010 - 07:42

    Respondendo o desafio do artigo…
    Como não é possível ver qualquer massa de terra, suponho que a foto esteje mostrando o oceano pacífico.

  3. #3 by MIGUEL JR on 01/12/2010 - 07:32

    Ricardo, só uma pergunta: qual a espessura desse vidro?

  4. #4 by MIGUEL JR on 01/12/2010 - 07:26

    Fico analisando a dificuldade que é para se estar aí: você tem que partir acima de 28 mil Km/h, ao lado de foguetes combustíveis líquidos e sólidos de mais de 100m de altura. Depois girar a alta velocidade pela órbita baixa a terra (LEO), consequentemente expostos à qualquer micro objeto espacial etc. Ainda tem nossa atmosfera, que protege-nos, mas infelizmente é uma barreira no lançamento e na reentrada, onde a temperatura das asas e “bico” da aeronave ultrapassa 1.500°C. O risco é alto, e já custou vidas: Challenger em 1986 e columbia em 2003. Mas tal risco vale a pena. Devemos sim sermos exploraores espaciais. Ricardo, não conseguí identificar o local na foto. Abs.

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