Gliese 581 g: cientistas descobriram uma nova e inédita super Terra que orbita em Zona Habitável do seu sistema


Representação artística que ilustra o exoplaneta Gliese 581 g. Crédito: NASA/Lynette Cook

Representação artística que ilustra o exoplaneta Gliese 581 g. Crédito: NASA/Lynette Cook

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Uma equipe de caçadores de planetas liderada pelos astrônomos da Universidade da Califórnia em Santa Cruz e da Instituição Carnegie de Washington anunciou a descoberta de uma Super-Terra com três vezes a massa da Terra. O exoplaneta, chamado de Gliese 581 g, orbita uma estrela anã vermelha a uma distância que o coloca diretamente no meio da “zona habitável” do sistema, a região ótima que permite ao exoplaneta sustentar água líquida na sua superfície. Se confirmado, este mundo pode ser considerado como o exoplaneta mais parecido com a Terra já descoberto e o primeiro forte caso de uma exoplaneta potencialmente habitável.

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O que é ‘Habitabilidade’?

Para os astrônomos, um exoplaneta “potencialmente habitável” é aquele que pode sustentar a vida, mas não necessariamente um mundo em que os humanos considerariam um lugar agradável para viver. A habitabilidade depende de muitos fatores, mas a presença da água líquida na superfície e a existência de uma atmosfera consistente estão entre os mais importantes.

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Este diagrama demonstra as distâncias dos planetas em nosso Sistema Solar (linha superior) e as distâncias no sistema Gliese 581 (linha inferior), a partir de suas respectivas estrelas (à esquerda). A zona de habitação está indicada pela área azul. O novo exoplaneta Gliese 581 g reside justamente entre Gliese 581 c e Gliese 581 d e tal equivale a posição da Terra em relação ao Sol em termos de habitabilidade. Da mesma forma Gliese 581 c está em posição equivalente a de Vênis e Gliese 581 d está em distância equivalente a de Marte. Crédito: ESO

Este diagrama demonstra as distâncias dos planetas em nosso Sistema Solar (linha superior) e as distâncias no sistema Gliese 581 (linha inferior), a partir de suas respectivas estrelas (à esquerda). A zona de habitação está indicada pela área azul. O novo exoplaneta Gliese 581 g reside justamente entre Gliese 581 c e Gliese 581 d e tal equivale a posição da Terra em relação ao Sol em termos de habitabilidade. Da mesma forma Gliese 581 c está em posição equivalente a de Vênis e Gliese 581 d está em distância equivalente a de Marte. Crédito: ESO

“Nossa descoberta sugere um caso muito convincente para um planeta potencialmente habitável”, disse Steven Vogt, professor de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia em Santa Cruz. “O fato de sermos capazes de detectar esse planeta tão rapidamente e tão perto (20,3 ± 0,3 anos-luz) nos diz que exoplanetas como este devem ser comuns.”

Estas conclusões foram baseadas em uma longa campanha com 11 anos de observações através do observatório WM Keck, no Havaí. “Técnicas avançadas combinadas com os tradicionais telescópios terrestres continuam a liderar a revolução da busca por exoplanetas”, disse Paul Butler, da Carnegie Institution. “Nossa capacidade de encontrar mundos potencialmente habitáveis agora está limitada pela disponibilidade de tempo de telescópio.”

Vogt e Butler lideram a pesquisa de exoplanetas chamada Lick-Carnegie Exoplanet Survey. Os resultados da equipe estão relatados em um artigo a ser publicado no Astrophysical Journal e disponível online em arXiv.org. Os co-autores são: o associado de pesquisa do cientista Eugenio Rivera UC Santa Cruz; o associado Nader Haghighipour, astrônomo da Universidade do Havaí, Manoa e os pesquisadores Gregory Henry e Michael Williamson do Tennessee State University.

O artigo relata a descoberta de dois novos exoplanetas em torno da estrela anã vermelha Gliese 581 (Gliese 581 f e Gliese 581 g). Isto eleva para 6 o número total de planetas conhecidos ao redor desta estrela, tornando este sistema o mais rico em planetas depois do nosso Sistema Solar. Como observamos aqui no Sistema Solar, os planetas ao redor de Gliese 581 também têm órbitas quase circulares.

A super Terra Gliese 581 g

Contudo, o mais interessante dos dois novos exoplanetas é Gliese 581 g, com uma massa de três a quatro vezes a da Terra e um período orbital (tempo que o exoplaneta leva para dar uma volta completa em tordo do seu sol) com duração estimada cerca de 36,7 dias terrestres. Sua massa indica que ele é provavelmente um planeta rochoso, com uma superfície definida e com gravidade suficiente para manter uma atmosfera consistente, segundo Vogt.

O sistema Gliese 581, localizado a 20,3 (±0,3) anos-luz de distância da Terra, na constelação de Libra, tem uma história notável de créditos em relação a exoplanetas habitáveis. Dois exoplanetas detectados anteriormente neste sistema residem justamente nas bordas da sua zona habitável, um no lado quente (Gliese 581 c) e um no lado frio (Gliese 581 d).

E Gliese 581 d ?

Enquanto alguns astrônomos sustentam que Gliese 581 d possa também ser habitável se ele possuir uma atmosfera densa, com um forte efeito estufa para aquecê-lo, há outros que permanecem céticos. O exoplaneta recém-descoberto (Gliese 581 g), no entanto, fica bem meio da Zona Habitável, também chamada de “Goldilocks Zone”, ou seja, a “Zona de Cachinhos Dourados”, por causa da história “Cachinhos dourados e os três ursos”. O Princípio de Cachinhos Dourados (The Goldilocks Principle) descreve uma situação em que “somente uma é correta”, de forma semelhante ao retratado no conto. O conceito prevalece não só na literatura, mas também na astronomia e na economia. Um “planeta Goldilocks” não é demasiado perto nem demasiado longe de uma estrela para excluir a vida, enquanto uma “economia Goldilocks” descreve um cenário em que sustentar o crescimento moderado e inflação baixa é visto como um mercado que permite que uma política monetária amigável.

“Tínhamos exoplanetas em ambos os lados da zona habitável, um muito quente e um bem frio, e agora temos um no meio, que é o certo”, afirmou Vogt.

Entre a noite eterna e o dia permanente

A pequena distância em relação a sua estrela implica que o exoplaneta está “amarrado” pela gravidade a sua estrela, o que significa que um lado está sempre voltado para Gliese 581, banhado com a luz do dia perpétua, enquanto o lado voltado para o lado contrário permanece em eterna escuridão. Um dos efeitos da rotação sincrônica é estabilizar os climas da superfície do planeta, de acordo com Vogt. A zona mais habitável na superfície do planeta deve ser a linha entre a sombra e a luz (que os astrônomos chamam de “Terminator”, em inglês), onde as temperaturas de superfície diminuem na direção do lado escuro e aumentam na direção do lado eternamente banhado pela luz da estela Gliese 581.

“Qualquer forma de vida emergente teria uma grande variedade de climas estáveis para se estabelecer e evoluir em volta, dependendo da longitude”, disse Vogt.

Os pesquisadores estimam que a temperatura média da superfície do planeta se situa entre -31 e -12 graus Celsius na zona chamada de “Terminator”. Por outro lado as temperaturas verdadeiras poderão variar do extremamente quente no lado voltado para a estrela até o muito frio no lado de noite permanente.

Gravidade agradável em uma super Terra

Se Gliese 581 g possuir uma composição rochosa semelhante à da Terra, seu diâmetro pode ser estimado entre cerca de 1,3 a 1,5 vezes o da Terra. A gravidade na superfície seria praticamente a mesma ou ligeiramente maior que a da Terra, de modo que um astronauta (com roupas bem leves, é claro) poderia caminhar sem maiores problemas ereto sobre o planeta, disse Vogt.

Dados de Gliese 581 g:

  • Massa: 3,1 a 4,3 M⊕
  • Raio (r): 1,3 a 1,5 R⊕ (se sua densidade/composição for similar a da Terra)
  • Gravidade na superfíce: 1,1 a 1,7 g
  • Período orbital: 36,652 (± 0,052) dias (terrestres)
  • Distância da sua estrela: 0,14601 (± 0,00014) UA

11 anos de trabalho!

As novas descobertas são baseadas em 11 anos de observações da anã vermelha Gliese 581 utilizando o espectrômetro de HIRES (concebido por Vogt) no telescópio Keck I, do Observatório WM Keck, no Havaí. O espectrômetro fornece medições precisas de velocidade radial de uma estrela (o seu movimento ao longo da linha de visão da Terra), que pode revelar a presença de exoplanetas. O puxão gravitacional de um exoplaneta em órbita provoca mudanças periódicas na velocidade radial da estrela-mãe. Vários exoplanetas induzem oscilações muito complexas no movimento da estrela e os astrônomos usam sofisticadas análises para detectá-los e determinar suas órbitas e massas.

“Foi extremamente difícil conseguir detectar um exoplaneta como este”, disse Vogt. “Cada vez que nós medimos a velocidade radial, nós gastamos uma noite operando o telescópio e para detectar este exoplaneta foram executadas mais de 200 observações com uma precisão de cerca de 1,6 metros por segundo.”

Para chegar a este número as medições de velocidade radial (238 no total), a equipe de Vogt combinou suas observações no dispositivo HIRES com os dados publicados a partir de outro grupo liderado pelo Observatório de Genebra (HARPS, o projeto High Accuracy Radial velocity Planetary Search).

Além das observações de velocidade radial, os co-autores Henry e Williamson fizeram medições precisas noturnas do brilho das estrelas com um dos telescópios robóticos da Tennessee State University. “As nossas medições de brilho verificaram que as variações de velocidade radial são causados por este novo exoplaneta em órbita e não por qualquer processo dentro da própria estrela”, disse Henry.

Os pesquisadores analisaram também as implicações desta descoberta em relação ao número de estrelas que são susceptíveis de ter, pelo menos, um potencial exoplaneta habitável. Dado o número relativamente pequeno de estrelas que foram cuidadosamente monitoradas pelos caçadores de exoplanetas, esta descoberta veio surpreendentemente cedo.

Vogt falou que “Se estes exoplanetas são raros, não deveria ter sido encontrado de uma forma tão rápida e tão perto de nós”. Vogt está otimista e sustentou que “O número de sistemas com planetas potencialmente habitáveis, provavelmente da ordem de 10% ou 20%, e quando você multiplicar isso por centenas de bilhões de estrelas na Via Láctea, que é um número grande. Pode haver dezenas de bilhões de estes sistemas em nossa galáxia”. Será mesmo? Muito em breve saberemos… [clique aqui].

Esta pesquisa foi suportada por concessões da National Science Foundation e da NASA.

Cautela é necessária!

Nós recomendamos fortemente a leitura de opiniões mais conservadoras de alguns especialistas em:

  1. Centauri Dreams: Gl 581g: Rocky and Potentially Habitable
  2. Life Unbounded: A habitable Planet

ATENÇÃO: o status desta descoberta ainda carece de confirmação. Na enciclopédia de exoplanetas, Gliese 581 f e Gliese 581 g permanecem como planetas extrasolares NÃO CONFIRMADOS, confira aqui: http://exoplanet.eu/star.php?st=Gl+581

A Palestra de Steve Vogt no SETI

Para conhecer mais sobre o trabalho da equipe do Lick-Carnegie Planet Survey assistam abaixo a palestra de Steve Vogt, o responsável pelo desenho e desenvolvimento do espectrógrafo de alta precisão HIRES usado nesta pesquisa. Steve Vogt é uma figura importantíssima na espectroscopia de precisão e está associado aos grandes avanços técnicos na busca pelos exoplanetas. Outro fato interessante a lembrar é que Steve Vogt foi orientador no doutorado do lendário caçador de exoplanetas Geoffrey Marcy.

Fontes

  1. Eurekalert: Newly discovered planet may be first truly habitable exoplanet

Artigos científicos

ArXiv.org:

Links

AstroPT:

Centauri Dreams: Gl 581g: Rocky and Potentially Habitable

Life Unbounded: A habitable Planet

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  1. #1 by mauricio fontes on 07/12/2010 - 17:06

    Muito interessante, a zona de habitabilidade.

  2. #2 by Baianão on 27/11/2010 - 00:50

    Quero ver se os cientistas serão honrados para dar o braço a torcer quando não mais puderem negar que existe vida fora daqui.

  3. #3 by Pablo on 28/10/2010 - 13:21

    Para solucionarmos o problema da distância
    teremos que aprofundar estudos sobre propulsão gravitacional e a dilatação do tempo descoberta por Albert E. siceramente acredito que em aproximadamente uns 1000 anos a nossa espécie já terá colonizado vários planetas, não existem barreiras p/ a genialidade humana.
    Não estarei vivo p/ poder ver as maravilhas que produziremos mas posso prever algumas

  4. #5 by Pablo on 28/10/2010 - 13:11

    Tenho certeza de que existe vida em outros planetas, contudo vida inteligente é uma possibilidade remota visto que existem muitas variáveis que devem ser levadas em consideração como: o tempo que uma espécie leva p/ atingir o estágio “sapiens” e o tempo habitavel do planeta. A nossa espécie por exemplo evoluiu praticamente no fim do período habitavel do planeta, esse é mais um motivo pelo qual devemos avançar nossa tecnologia e encontrarmos outros planetas habitaveis e conseguirmos coloniza-lo, afinal um milhão de anos é muito tempo para um indivíduo mas não para uma espécie.
    as coisas vão ficar muito quentes por aqui da qui a um milhão de anos.

  5. #6 by Marco on 21/10/2010 - 17:39

    Pelas leis da probabilidades nossa galáxia tem 100.000

    planetas habitados, o problema é a distancia.

  6. #7 by Giovanna on 17/10/2010 - 22:11

    estou muito curiosa para saber se tem vida nesse novo planeta seria muito legal tomara que n demore muito

  7. #8 by André Luiz Neves da Silva on 11/10/2010 - 16:41

    Li seu artigo sobre possiveis planetas Teluricos em Alfa Centauro B . Mas são seria possiveis planetas como Gliese-g em Alfa Centauro Próxima ? Ela tambem é uma Anã-vermelha como Gliese. A não ser que a pertubação gravitacional das outras 2 estrelas impessa, talves haja planetas lá .

  8. #10 by claudio neves ferreira on 07/10/2010 - 23:21

    desejo receber informações cientificas.

  9. #11 by Miguel on 06/10/2010 - 13:09

    Ótima notícia, considerando as 100 bilhões de galáxias, encontramos um planeta pouco maior que o nosso e em zona habitável aqui bem próximo (20,3 anos-luz). É provável que não estamos sós – resta tecnologia e tempo para descobrirmos. Há muito a se explorar: nem pisamos em europa, uma das luas fascinantes de jupiter.
    Vamos continuar acreditando nas possibilidades do universo.

  10. #12 by osilene on 06/10/2010 - 12:04

    Quantos anos levariamos para chegar ao gliese.

    • #13 by ROCA on 06/10/2010 - 12:26

      A luz de Gliese leva mais de 20 anos para chegar até a Terra.

      Quanto a sua pergunta “Quantos anos levariamos para chegar ao gliese?” a resposta é simples:

      Não temos hoje tecnologia que nos permita chegar em Gliese 581, ou seja, atualmente não há uma maneira disponível para mandarmos uma sonda espacial para lá.

      Além disso, antes de pensarmos no sistema Gliese 581 que está a 20,3 anos luz daqui, temos que cogitar a exploração do sistema Alfa-Centauri, este sim a pouco mais de 4 anos-luz de distânca. Leia:

      Poderá Alfa Centauri abrigar planetas tipo Terra em sua zona habitável?
      http://eternosaprendizes.com/2010/02/02/podera-alfa-centauri-abrigar-planetas-tipo-terra-em-sua-zona-de-habitacao/

  11. #14 by Wellington on 05/10/2010 - 17:07

    Mais cedo postei um comentário sobre uma matéria do daily mail, mas pelo visto a matéria não é verídica.

    fonte que aponta o erro da matéria:
    http://www.space.com/common/forums/viewtopic.php?f=14&t=26415&sid=3a197b129af2fff4cc459de1b6477acb

    • #15 by ROCA on 05/10/2010 - 17:44

      OK Wellington. Obrigado.

  12. #16 by Wellington on 05/10/2010 - 13:14

    O que acha deste pulso único descoberto por um pesquisador do SETI que diz ter vindo de Gisele?

    http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1316538/Gliese-581g-mystery-Scientist-spotted-mysterious-pulse-light-direction-newEarth-planet-year.html

    Acha que esta matéria do link que postei é reaL?

  13. #17 by Cris/!\ on 05/10/2010 - 02:11

    Acho facinante a idéia de saber que há uma possibilidade de haver vida em algum outro lugar, quero poder estar por dentro de todas as noticias.
    Parabéns a todo o pessoal que trabalha nessas pesquisas…

  14. #18 by Romina Rafanelli on 03/10/2010 - 13:38

    Fascinante! Muito trabalho, esforço… garantindo nosso conhecimento e nos lembrando quanto caminho ainda há a percorrer!

  15. #19 by José Correia on 03/10/2010 - 12:59

    Um verdadeiro achado, será que os OVNIS vêm de lá, é aqui tão perto, é como se fosse ao virar da esquina, parabéns aos astrónomos e suas equipas espalhadas por esse mundo fora, que trabalham horas sobre horas, para nos darem a conhecer o que está para lá do nosso alcance visual, gosto de acompanhar este tipo de pesquisas, são o que nos alimenta cada vez mais que não estamos sózinhos nesta imensidão de Galáxias, se não for neste Gliese581, poderá ser noutro qualquer, eu acredito que há vida algures por aí.

  16. #20 by Carlos Rolando on 03/10/2010 - 10:45

    Que maldade cara!
    Nem todo mundo que aprecia astronomia sabe inglês.
    Tem como colocar uma legenda nos vídeos acima?
    Agradeceria muito.

    • #21 by ROCA on 03/10/2010 - 12:53

      Este vídeos originais raramente são traduzidos.

      Poderíamos até traduzí-los e colocar aqui, mas falta-nos tempo.

      Há muito a fazer e não devemos gastar tempo em demasia em um só artigo.

      A fila anda meu caro, há muitos assuntos a tratar aqui, mais do que gostaríamos de publicar.

  17. #22 by Gutislo, o godo on 01/10/2010 - 11:13

    Realmente tal descoberta é fantástica! O problema é que, para se ter certeza de que há vida em tal planeta, seria necessário ao menos um robô superdesenvolvido, o que, a princípio pela imensa distância, é inviável – aliás, até mesmo Enceladus, que é “bem próxima” de nós, não recebeu até hoje uma missão tripulada…
    O que eu lamento é não viver ao menos uns 500 anos para poder ver as descobertas nesta área, as quais se estão tornando cada vez mais fascinantes…

  18. #23 by Aguinaldo on 30/09/2010 - 21:22

    Parabens aos pesquisadores pela descoberta, temos aqui um grupo de estudos em astronomia e somos fascinados pelos segredos do universo, abraços e continue na luta pelas descobertas.

  19. #24 by Daniel Borges on 30/09/2010 - 17:05

    Os cientististas anunciaram que encontrariam um planeta habitável até Maio de 2011, mas dessa vez se adiantaram! Acho que ninguém esperava por isso…

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