«

»

set 26

Arp 188: como se formou o Girino Cósmico?

A Galáxia do Girino, em primeiro plano, teve seu formato original gerado a partir de interações gravitacionais com uma galáxia invasora que atualmente está 300.00 anos luz atrás dela. Crédito: H. Ford (JHU), M. Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), G. Illingworth (UCO/Lick), ACS Science Team, ESA, NASA

A Galáxia do Girino, em primeiro plano, teve seu formato original gerado a partir de interações gravitacionais com uma galáxia invasora que atualmente está 300.00 anos luz atrás dela. Crédito: H. Ford (JHU), M. Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), G. Illingworth (UCO/Lick), ACS Science Team, ESA, NASA

O que faz com esta galáxia tenha uma cauda tão longa?

Nesta visão deslumbrante capturada pela câmera ACS (Advanced Camera for Surveys) do Telescópio Espacial Hubble, uma pletora de galáxias distantes forma um dramático pano de fundo (contendo cerca de 3000 galáxias tênues) para a conturbada galáxia espiral Arp 188, conhecida popularmente como a Galáxia do Girino. Este girino cósmico reside a 420 milhões de anos-luz de distância da Terra na direção da constelação do Dragão (Draco).

Mas, que fenômeno cósmico criou esta cauda?


O poster da Galáxia do Girino. Clique na imagem para acessar a versão ampliada. Crédito: NASA/ESA/Hubble

O poster da Galáxia do Girino. Clique na imagem para acessar a versão ampliada. Crédito: NASA/ESA/Hubble

A dança das galáxias

A fenomenal cauda do girino mede aproximadamente 280 mil anos-luz e contém aglomerados estelares massivos que brilham em fortes tons de azul.

A explicação corrente sobre sua violenta origem especula que uma galáxia intrusa mais compacta cruzou a frente de Arp 188,  da esquerda para a direita nesta imagem e foi arremessada para trás dando uma volta no Girino devido a intensa interação gravitacional. Durante este contato imediato, as forças de maré movimentaram as estrelas, os gases e a poeira da galáxia espiral maior, formando sua longa cauda.

Onde está a galáxia intrusa?

A galáxia invasora, cuja localização atual está estimada em cerca de 300 mil anos-luz atrás do Girino, pode ser vista aqui, escondida atrás dos braços espirais que estão no primeiro plano, no canto inferior esquerdo.

Curiosamente, imitando o que acontece ao seu xará biológico, a Galáxia do Girino provavelmente também irá perder a sua cauda no futuro e os aglomerados estelares que lá habitam irão formar pequenas galáxias anãs, novos satélites desta majestosa galáxia espiral.

Fonte

APOD: Arp 188 and the Tadpole’s Tidal Tail – Crédito: H. Ford (JHU), M. Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), G. Illingworth (UCO/Lick), ACS Science Team, ESA, NASA

._._.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

error: Esse blog é protegido!