A LRO fotografou o local de pouso da Apollo 14 e mostra o módulo lunar


Equipamentos deixados na Lua pela missão Apollo 14

Evidências deixadas na Lua pela missão Apollo 14: instrumentos científicos (Scientific Instruments – ALSEP), base do módulo lunar Antares (Lunar Module Antares), a sombra do módulo lunar (LM Shadow) e as pegadas deixadas pelos astronautas (Astronaut Footprints).

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Hoje, 17 de junho de 2009, o site da Universidade do Arizona publicou a foto do estágio de descida do módulo lunar Antares pousado no solo lunar. Na foto acima vemos também o ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiment Packages) – um conjunto de instrumentos científicos deixados na superfície lunar pelos astronautas Apollo, além dos rastros deixados pelos membros da missão Apollo 14. Vemos aqui também longas sombras a partir de um Sol baixo no horizonte, que tornam os locais dos módulos evidentes.

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O impressionante nesta foto é a presença das trilhas deixadas pelos astronautas no solo lunar. As marcas foram causadas  principalmente pelo equipamento MET (Modularized Equipment Transporter) que foi usado pelos astronautas Alan Shephard e Edgar Mitchell como apoio para carregar os equipamentos e artefatos usados na missão Apollo 14. Veja mais detalhes das trilhas do carrinho MET no vídeo abaixo:

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Além disso, no ensaio sobre a Apollo 15 preparado pelo Zeca em sua página, podemos ver como são as marcas deixadas pelos astronautas no solo lunar: clique aqui.

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Você também poderá ver uma análise bem detalhada com mais comparações no artigo do Stu Atkinson em  Cumbrian Sky: Apollo revisited…

Antecipação de resultados!

A Câmara da Lunar Reconnaissance Orbiter, ou LROC, foi capaz de capturar imagens de cinco das seis missões Apollo. O local de pouso da Apollo 12 será fotografado nas próximas semanas.

O satélite alcançou órbita lunar no dia 23 de Junho de 2009 e capturou as imagens dos locais de pouso da Apollo entre 11 e 15 de Julho. As imagens foram obtidas antes da sonda atingir sua posição final de operação na Lua. Assim, em breve teremos fotos muito mais nítidas destes locais, com resoluções até 3 vezes superiores.

“Estas imagens são apenas as primeiras visões da LRO”, disse Michael Wargo, cientista lunar e supervisor da NASA , Washington. “As coisas vão ficar cada vez mais melhores”.

“A equipe da LROC ansiosamente esperava por cada uma das imagens,” afirmou Mark Robinson, principal pesquisador da LROC, da Universidade Estadual do Arizona. “Nós estávamos muito interessados em obter as primeiras imagens dos estágios de descida do módulo lunar apenas pela emoção — e para ver se as câmaras estavam bem focadas. De fato, as imagens estão fantásticas e o foco também.”

O que podemos esperar da sonda Lunar Reconaissance Orbiter? Vejamos a seguir…

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Locais de pouso das 6 missões Apollo. Dê um clique na imagem para ver animação em quicktime.

Locais de pouso das 6 missões Apollo. Dê um clique na imagem para ver animação em quicktime.

Imagem do local de pouso da Apollo 11

Imagem do local de pouso da Apollo 11. Largura da foto: 282 metros.

Imagems do locais de pouso das Apollos 15, 16 e 17. Para cada imagem a seta branca indica a base do módulo lunar e o círculo vermelho mostra o local onde foi deixado o veículo de transporte lunar, o 'lunar rover'. Largura das fotos: 384, 256 e 359 metros. (Crédito: Ian Regan)

Imagems dos locais de pouso das Apollos 15, 16 e 17. Para cada imagem a seta branca indica a base do módulo lunar e o círculo vermelho mostra o local onde foi deixado o veículo de transporte lunar, o ‘lunar rover’. Largura das fotos: 384, 256 e 359 metros. (Crédito: Ian Regan)

O módulo lunar: confira o formato da base do módulo, deixada na Lua pelas missões Apollo.

O módulo lunar: confira o formato da base do módulo (descent stage), deixada na Lua pelas missões Apollo.

ALSEP: Apollo Lunar Surface Experiments Package é um artefato fácil de ser localizado nas fotos da LRO.

ALSEP: Apollo Lunar Surface Experiments Package é um artefato fácil de ser localizado nas fotos da LRO.

Quais são os objetivos principais da missão LRO?

Embora estas fotos forneçam uma lembrança da exploração passada da NASA, o objetivo principal da LRO é desbravar o caminho futuro da exploração lunar. Ao enviar informações e imagens detalhadas sobre a Lua, a missão LRO irá ajudar a NASA nos seguintes áreas:

  • Identificar locais seguros de pouso para exploradores futuros;
  • Localizar recursos potenciais, necessário as futuras missões;
  • Mapear o ambiente da radiação lunar;
  • Utilizar e validar as novas tecnologias.

”Não apenas estas imagens nos recordam os grandes feitos das missões Apollo, também nos mostram que a exploração lunar continua”, disse o cientista do projeto LRO, Richard Vondrak, do Centro Aeroespacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. “Elas demonstram como a LRO vai ser usada para identificar os melhores destinos para as próximas viagens à Lua.”

1,2 metros por pixel nas primeiras imagens

A atual órbita elíptica da sonda resultou em resoluções ligeiramente diferentes para cada local, mas todas foram aproximadamente a 1,2 metros por pixel. Tendo em vista que a base do estágio de descida mede cerca de 3,6 metros em diâmetro, as próprias relíquias das Apollo preenchem uma área de aproximadamente nove pixels. No entanto, porque o Sol estava baixo no horizonte quando as imagens foram obtidas, até mesmo ligeiras variações na topografia criaram longas sombras. A pouco mais que 3 metros acima da superfície, cada estágio de descida criou uma sombra de tamanho significativo, que preencheu cerca de 20 pixels da imagem.

A imagem do local de pouso da Apollo 14, felizmente, teve condições de luz excepcionais, que permitiu a observação de mais detalhes. O ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiment Package), um conjunto de instrumentos científicos colocado pelos astronautas no local de aterragem, é discernível, tal como os tênues traços entre o módulo e o conjunto de instrumentos, as pegadas dos astronautas.

Equipamentos embarcados

Lançada em 18 de Junho de 2009, a LRO carrega sete instrumentos científicos, todos estão atualmente sendo calibrados e testados antes que a sonda alcance a sua órbita operacional. O instrumento LROC é constituído por três câmaras — duas câmaras de campo estreito de alta-resolução e uma câmara de campo largo de baixa-resolução. A LRO alcançará a sua órbita principal em Agosto de 2009, uma órbita semi-circular a cerca de 50 km de altura sobre a superfície lunar.

O instituto Goddard construiu e opera a LRO, uma missão internacional com participação do Instituto de Pesquisas Espaciais em Moscou. A Rússia forneceu um dos instrumentos, o detector de nêutrons, dos 7 levados pela sonda.

A LRO vai fotografar o local da Apollo 11 !

Tendo já testado o equipamento em 5 dos 6 locais de pouso das missões Apollo, o olho preciso da sonda Lunar Reconaissance Orbiter da NASA está preparando-se para aproximar-me mais da Lua e dar uma olhada no local de pouso da Apollo 11 – o lugar do primeiro sucesso humano na Lua há 40 anos.

Além de levar a cabo outras tarefas científicas, a sonda em órbita lunar, nos próximos dias, semanas e meses, irá fotografar alvos lunares com detalhe, entre eles os locais de pouso das missões Apollo, para observar os resquícios das sondas robóticas, rovers (veículos de transporte) lunares e suas marcas na superfície e os estágios de foguetões que colidiram com a Lua.

A sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), em operação em órbita na Lua, usa a câmara denominada LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter Camera).

Vamos ver ‘a águia’ pousada?

Buzz Aldrin monta um sismómetro no Mar da Tranquilidade. Crédito: NASA

Um grande alvo já fotografado é o estágio de descida do módulo lunar Eagle (águia) da Apollo 11, deixado para trás depois de Neil Armstrong e Buzz Aldrin terem partido da Base da Tranqüilidade.

Para o local de pouso da Apollo 11, “iremos definitivamente ver uma coisa quadrada alojada na superfície”, disse Mark Robinson, investigador principal da LROC, da Universidade Estatal do Arizona em Tempe, Arizona, EUA. Com o Sol baixo, é provável que se vejam as sombras provocadas pelas pernas do estágio. “Será prova definitiva que o estágio de descida lá se encontra,” afirma Robinson.

Os estágios de descida das outras missões Apollo também se conseguirão observar. E a sonda irá procurar pelo ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiment Packages) – um conjunto de instrumentos científicos montados na superfície lunar pelos astronautas Apollo, que já foi detectado nas fotos do local da Apollo 14.

“Sei que vamos conseguir ver os estágios de descida… e sei que vamos conseguir encontrar os ALSEPs,” disse Robinson. “Vamos ver coisas na superfície.” Também deverão ser visíveis regolitos lunares batidos e as marcas dos pneus dos três rovers lunares usados durante o programa Apollo, nas missões 15, 16 e 17.

Os arqueólogos lunares, interessados em tornar o local de pouso da Apollo 11 num marco da história natural, esperam que as fotos  lunares possam responder a questões há já muito debatidas: Qual é o estado da Base da Tranqüilidade após 40 anos? Será que a bandeira americana foi realmente ‘soprada’ pela subida do Eagle e é agora um esqueleto descolorido? Quais são os efeitos a relativamente longo termo do ambiente lunar em artefatos humanos?

Apollo 14: o mistério de um passeio lunar será resolvido?

Alan Shepard, astronauta da Apollo 14, é visto aqui a usar o carrinho de ferramentas MET (Modular Equipment Transporter). Crédito: NASA

Usar a LRO para descobrir hardware na Lua vai tornar-se mais fácil uma vez que a sonda se aproxime mais do satélite, alcançando uma órbita para cartografia de aproximadamente 50 km por cima do terreno lunar.

Durante a expedição da Apollo 14, Alan Shephard e Edgar Mitchell tentaram caminhar até ao limite da cratera Cone, arrastando com eles um carrinho de ferramentas. Mas alcançar esta cratera característica provou ser exaustiva. À medida que o tempo e o oxigênio diminuíam para o par de astronautas, o seu objetivo foi cancelado pelos controladores terrestres.

Até hoje, não se sabe com certeza a que distância eles chegaram ou não perto da cratera Cone

Na lista de fazeres de Robinson para a LRO, está a identificação do local onde a tripulação da Apollo 14 teve que voltar para trás em relação à cratera Cone – ao fotografar a área e possivelmente as marcas deixadas pelas rodas do carrinho de ferramentas, afirma.

Parece que a resposta já chegou, com a foto do local de pouso da Apollo 14, clique na imagem abaixo para ver a versão de alta resolução original obtida pela LROC e navegue peja paisagem lunar:

Imagem das vizinhanças do local de pouso da Apollo 14. Clique na imagem para navegar pela região lunar e localize o módulo lunar na foto original.

Imagem das vizinhanças do local de pouso da Apollo 14. Clique na imagem para navegar pela região lunar e localize o módulo lunar na foto original.

Aqui temos a cratera Cone e uma seta mostrando o estimado local de pouso da Apollo 14. Compare com a foto da LROC e calcule a distância entre o a cratera Cone e onde o módulo lunar pousou... Realmente, estava bem longe! Ainda bem que o controle abortou a missão.

Aqui temos a cratera Cone e uma seta mostrando o estimado local de pouso da Apollo 14. Compare com a foto da LROC e calcule a distância entre o a cratera Cone e onde o módulo lunar pousou. Calculou? mais de 1 km.  Realmente, estava bem longe!

Nessa versão anotada por Phil Stooke vemos da esquerda para a direita: a dupla de crateras (doublet), o equipamento LRRR - “Lunar Ranging Retroreflector” - que são os espelho que refletem o laser enviado pela Terra para medira a distãncia Terra x Lua, o equipamento ALSEP - “Apollo Lunar Surface Experiment Package”, a pedra da Tartaruga (Turttle rock), o módulo lunar (LM).

Nessa versão anotada por Phil Stooke vemos da esquerda para a direita: a dupla de crateras (doublet), o equipamento LRRR – “Lunar Ranging Retroreflector” – que são os espelho que refletem o laser enviado pela Terra para medir a distãncia Terra x Lua, o equipamento ALSEP – “Apollo Lunar Surface Experiment Package”, a pedra da Tartaruga (Turttle rock), o módulo lunar (LM).

Trilha deixada pelo ALSEP da Apollo 14

Trilha deixada pelo ALSEP da Apollo 14

O equipamento LRRR (espelhos refletores) instalado no solo lunar pela missão Apollo 14.

O equipamento LRRR “Lunar Ranging Retroreflector” (espelhos refletores lunares) instalado no solo lunar pela missão Apollo 14.

A revista New Scientist mostrou o caminho conhecido dos astronautas, comparando-o com ‘um passeio a pé de 15 minutos em Londres’.

Mistério Resolvido!

O percurso mapeado pelos astronautas até a cratera Cone

O percurso mapeado pelos astronautas até a cratera Cone. Nota-se a coerência entre as trilhas dessa mapa e as que vemos na foto da LRO.

As marcas deixadas pelos astronautas até a cratera Cone mostra que eles chegaram até 30 metros de distância antes de desistir. Mistério resolvido!Na imagem acima vemos que os astronautas da Apollo 14 chegaram até a ‘Saddle Rock’, apenas a 30 metros da Cratera Cone. Repare que as anotações coincidem com as trilhas deixadas no solo lunar. O mistério foi resolvido!

Comparações entre o passado e o presente…

Seguindo o caminho “algo velho, algo novo” está o projeto LOIRP (Lunar Orbiter Image Recovery Project), localizado no Centro de Pesquisa Ames, no coração de Silicon Valley na Califórnia. Este esforço de equipe é liderado por Dennis Wingo da Skycorp, Inc. em Hunstsville, Alabama, e Keith Cowing da SpaceRef Interactive, Inc. de Reston, Virginia.

O projeto de recuperação envolve a pesquisa entre cerca de 1.700 imagens tiradas pelas missões da Lunar Orbiter da NASA nos anos 60, a conversão desses dados em formato digital e a reconstrução das imagens para obter fotos na qualidade do século XXI, bem superior a das originais.

Exemplo: uma antiga imagem da Lunar Orbiter atualizada, tirada sobre zona de pouso da Apollo 11 antes da ida de Armstrong e Aldrin, contrastada com uma nova imagem da LRO no dará uma visão ‘antes X depois’ da história da Base da Tranqüilidade, disse Greg Schmidt, vice-diretor do Instituto de Ciência Lunar, que é apoiado pelo Centro AMES da NASA.

A Apollo 17 usou um rover lunar, que poderá ser avistado com a câmara da Lunar Reconaissance Orbiter. Crédito: NASA

A Apollo 17 usou um rover lunar, que poderá ser avistado com a câmara da sonda Lunar Reconaissance Orbiter. Crédito: NASA

Os próprios locais das Apollo estão extremamente bem caracterizados, graças aos exploradores enviados até esses locais individuais, notou Schmidt. As imagens da LRO dessas áreas irão permitir-nos observar os estágios de descida, além dos outros artefatos como os rovers lunares usados nas missões Apollo 15, 16 e 17.

A ciência da formação de crateras

Schmidt acrescentou que poderemos até ver novas crateras e outras mudanças na superfície lunar, que podem levar a uma melhor apreciação da velocidade de formação de crateras na Lua.

“Este ritmo de mudança de informação é algo que não consigo imaginar a obter de outra maneira.  Temos aqui uma oportunidade única, para comparar o passado recente da Lua com o presente,” acrescenta Schmidt. “O que aconteceu na Lua durante as quatro décadas entre a Lunar Orbiter, os programas Apollo… e as novas imagens que vamos receber da LRO? Ainda não sabemos as respostas, mas o conhecimento que vamos receber é muito importante e excitante para a comunidade científica,” concluiu.

Em Marte a Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) opera desde 2006

Vejamos abaixo uma amostra do que podemos esperar da capacidade fotográfica da sonda Lunar Reconnaissace Orbiter (LRO): a MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) já faz esse trabalho de mapeamento em Marte há quase 4 anos!

Imagem da pedra que rolou ladeira abaixo em uma avalanche em Marte. Crédito: HiRISE e colorização feita por Stuart Atkinson (http://cumbriansky.wordpress.com/)

Nos links abaixo temos artigos interessantes sobre a MRO e o projeto HiRISE da Universidade do Arizona:

Fontes e referências

Imagens da LROC

LROC’s First Look at the Apollo Landing Sites

NASA: LRO Sees Apollo Landing Sites

Cumbrian Sky: Apollo revisited…

Universe Today: LRO Images Apollo Landing Sites (w00t!)

New Scientist: Spy probe images Apollo landing sites

Bad Astronomy: APOLLO LANDING SITES IMAGED BY LRO!

Space.com:

._._.

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