Tendo em vista os diversos alertas e notícias falsas sobre tragédias a ocorrer no ano de 2012 alegando o suposto ‘fim do calendário Maia‘, estamos postando uma série de artigos para desmistificar esses cenários apocalípticos impossíveis. Esse é o segundo artigo que fala sobre o suposto Planeta X e sua alegada associação com o hipotético planeta Nibiru.
2012: Planet X is not Nibiru (2012: o Planeta X não é Nibiru)
Tradução do artigo escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 19 de junho de 2008
Os limites exteriores do sistema Solar contêm muitos planetas anões ou plutóides ainda a serem descobertos. Desde que começou a busca pelo Planeta X no início do século XX, a possibilidade da existência de um hipotético planeta a orbitar o Sol além do Cinturão de Kuiper tem alimentado muitas teorias apocalípticas e especulações, tentando saber se, na realidade, o Planeta X é de fato um irmão binário do Sol perdido há muito tempo. Mas, qual é a razão para se temer a combinação Planeta X/’fim do mundo‘? Não seria o tal Planeta X apenas em um objeto hipotético, desconhecido e nada sinistro?
Como previamente discutimos no artigo da Universe Today “2012: Não haverá Planeta X“, os falsos profetas do apocalipse têm vinculado a busca atual do Planeta X à antiga profecia Maia de 2012 e ao mítico planeta sumério Nibiru, culminando com péssimas notícias para o dia 21 de dezembro de 2012. Entretanto, as evidências astronômicas para estas ligações têm sérios erros.
Vejamos a seguir os fatos reais…
Em 18 de junho de 2008, cientistas em Kobe, Japão, anunciaram (um deles um brasileiro, Patryk Lykawka) que sua busca teórica de um grande corpo no Sistema Solar exterior havia produzido resultados. A partir de seus cálculos, poderia existir um planeta, possivelmente um pouco maior que um plutóide, mas certamente menor que a Terra, orbitando além de 100 UA do Sol. Mas antes que fiquemos entusiasmados, este objeto não é Nibiru e isto não é uma evidência do final do mundo em 2012. Trata-se de uma nova e apaixonante evolução na busca de planetas menores além do Cinturão de Kuiper…
Em uma nova simulação teórica, os dois pesquisadores de Kobe deduziram que os confins mais distantes do Sistema Solar podem conter um planeta ainda não descoberto. Patryk Lykawka e Tadashi Mukai da Universidade de Kobe publicaram um artigo no Astrophysical Journal detalhando a tese sobre um planeta menor o qual eles julgam que poderia estar interagindo com o misterioso Cinturão de Kuiper.
Os Objetos do Cinturão de Kuiper (KBOs)
O Cinturão de Kuiper ocupa uma enorme região do espaço e dista cerca de 30 a 50 UA do Sol. Contém um vasto número de objetos rochosos e metálicos, sendo o maior objeto conhecido como o planeta anão (ou “plutóide“) Éris. Há muitos anos desconfia-se que o Cinturão de Kuiper tem algumas características estranhas que podem assinalar a presença de outro grande corpo planetário orbitando ao redor do Sol além do Cinturão de Kuiper. Uma de tais características é a bem conhecida anomalia chamada de “Falésia de Kuiper” que ocorre a 50 UA do Sol. Isto corresponde a um final abrupto do Cinturão de Kuiper uma vez que poucos objetos foram observados além deste ponto no Cinturão de Kuiper (os KBOs). Esta “falésia” não pode ser atribuída a ressonâncias orbitais com planetas massivos tais como Netuno, e não parece haver nenhum erro observacional óbvio. Muitos astrônomos crêem que um corte tão brusco na população dos KBOs pode ser causado por um planeta ainda não descoberto, possivelmente tão grande como a Terra. Este é o objeto que Lykawka e Mukai estimam ter encontrado em seus cálculos.
Esta pesquisa japonesa estima que um grande objeto, com 30-70% da massa da Terra, orbita o Sol a uma distância de cerca de 100 a 200 UAs. Este objeto pode também ajudar a explicar por que alguns KBOs e objetos trans-netunianos (TNOs) têm algumas estranhas características orbitais (como Sedna).
Desde que se descobriu Plutão em 1930, os astrônomos têm estado buscando outro corpo mais massivo que pudesse explicar as perturbações orbitais observadas nas órbitas de Netuno e Urano. Esta procura se conhece como a “busca do Planeta X“, o qual literalmente significa “a busca de um planeta ainda não identificado”. Na década de 1980 estas perturbações se catalogaram como erros observacionais. Por tanto, a procura científica atual do Planeta X é a busca de um grande KBO ou um planeta menor. Embora o Planeta X pode não ser maior que a Terra, os investigadores ainda estão entusiasmados com encontrar mais KBOs, possivelmente do tamanho de um plutóide, o tal vez um pouco maior, mas não muito mais.
“Para mim, o interessante é a sugestão dos tipos de objetos interessantes que podem estar ainda esperando a ser descobertos no Sistema Solar exterior. Ainda estamos arranhando os limites dessa região do Sistema Solar, e espero que nos esperem muitas outras surpresas em futuras investigações mais profundas”, afirma Mark Sykes, Diretor do Instituto de Ciências Planetárias no Arizona.
O Planeta X não dá medo

Suposta órbita do hipotético objeto chamado Nibiru do livro “The Twelfth Planet (O décimo segundo planeta)” do profeta do apocalipse Zecharia Sitchin (www.sitchin.com)
Então como é que Nibiru entrou no jogo? Em 1976, um controvertido livro conhecido como “The Twelfth Planet (O décimo segundo planeta)” foi escrito por Zecharia Sitchin. Sitchin havia interpretado alguns textos cuneiformes sumérios antigos (a primeira forma conhecida de escrita) como uma tradução literal da origem da humanidade. Estes textos de 6.000 anos de idade revelam aparentemente que uma raça alienígena conhecida como Anunnaki viajou para a Terra em um planeta denominado Nibiru. É uma longa e complexa historia, mas para abreviar, os Anunnaki se modificaram geneticamente os primatas da Terra para criar o homo sapiens para os transformarem em seus escravos. (Acabo de compreender de onde veio provavelmente o roteiro do filme Stargate de Kurt Russell em 1994).
Quando os Anunnaki deixaram a Terra, nos permitiram governar o planeta hasta que retornassem. Todo isto parece ser um pouco fantástico, e tal vez demasiado detalhado considerando-se uma tradução literal de unos textos de 6.000 anos de idade. O trabalho de Sitchin tem sido ignorado pela comunidade científica dado que muitos de seus métodos de interpretação são considerados como imaginativos. Não obstante, muita gente tem tomado o trabalho de Sitchin literalmente, e crêem que Nibiru (em sua órbita altamente excêntrica ao redor do Sol) retornará possivelmente em 2012 para causar todo tipo de terror e destruição na Terra. É importante apontar que aqui não estou colocando em questão nenhuma evidência histórica, espiritual ou arqueológica de Nibiru, simplesmente estou apontando que o vínculo entre a teoria do ‘fim do mundo‘ do Planeta X em 2012 está baseado em “descobertas” astronômicas muito duvidosas. Se este é o caso, como se pode considerar o Planeta X a personificação de Nibiru?
Então chegou a “descoberta de uma anã marrom no Sistema Solar exterior” por parte do IRAS em 1984 e o “anúncio da NASA de um planeta de 4-8 massas terrestres viajando até a Terra” em 1993. Os profetas do apocalipse (que andam sempre acompanhados de um livro para nos vender) se agarraram nessas hipóteses astronômicas alegando que são provas de que Nibiru é de fato o famoso Planeta X, aquele que os astrônomos têm procurado arduamente durante o último século. Não apenas isso, manipulando os fatos destes estudos científicos, eles “demonstraram” que Nibiru está viajando na nossa direção e em 2012 este corpo massivo passará através do Sistema Solar interior, causando todo tipo de danos gravitacionais. Para maiores detalhes sobre este tema leia “2012: Não haverá Planeta X “.
Em sua forma mais pura, o Planeta X é teoricamente um possível planeta desconhecido que orbita pacificamente além do Cinturão de Kuiper. Se o anúncio dos cientistas de Kobe, Japão, nos leva a observação de um novo planeta ou plutóide, tal achado será uma descoberta incrível que ajudará a arrojar algo de luz sobre a evolução e características dos misteriosos limites exteriores do Sistema Solar.
Posso garantir que os profetas do apocalipse já estão adaptando esta nova investigação para usá-la como apoio de suas teorias sem sentido de que o Planeta X é de fato Nibiru, e que esse objeto virá em nossa direção em 2012. Por que será que tenho o sentimento de que ainda seguiremos aqui discutindo sobre o Planeta X em 2013?
Fontes e referências:
AstroPT: 2012 – Fim do Mundo
Eternos Aprendizes:
- 2012: Don Yeomans, cientista da NASA e coordenador do programa NEO, explica o que não vai acontecer em 2012
- Seth Shostak do instituto SETI fala sobre o tema 2012 e comenta o filme
- 2012: Dr. Neil deGrasse Tyson fala sobre o tema e explica sobre o alinhamento galáctico
- 2012: Não haverá tempestade solar assassina
- 2012: Não haverá inversão dos pólos magnéticos da Terra
- 2012: Não Haverá o ‘Fim do Mundo’
- 2012: Não haverá Planeta X
- 2012: o Planeta X não é Nibiru
- 2012: Não haverá nenhum cometa assassino, Nibiru ou Planeta-X
- A procura pelo planeta X vai ganhar um reforço extra do observatório Pan-STARRS
astroengine.com: 2012 por Ian O’Neill
Universe Today por Ian O’Neill:
- 2012: No Comet
- 2012: No Geomagnetic Reversal
- 2012: No Killer Solar Flare
- 2012: Planet X Is Not Nibiru
- 2012: No Planet X
- No Doomsday in 2012
- Constraining the Orbits of Planet X and Nemesis
Astrogeek: 2012
365 Days of Astronomy: Will the World End in 2012?
Perguntas e Respostas Sobre o Mito de Nibiru e o Fim do Mundo em 2012
Ciência Kanija (espanhol): El mito de Nibiru y el fin del mundo en 2012 por David Morrison
Committee for Skeptical Inquiry (inglês): The Myth of Nibiru and the End of the World in 2012
David Morrison é cientista do Instituto de Astrobiologia da NASA, onde, entre outras responsabilidades, responde as perguntas recebidas via internet “Pergunte a um astrobiólogo“. Morrinson é membro do Comitê de Investigação Cética (CSI – Committee for Skeptical Inquiry) e autor de numerosos livros e artigos. Morrison é um dos homenageados com a Medalha Carl Sagan da Sociedade Astronômica Americana por suas contribuições à compreensão pública da ciência.






![Centauri Dreams [Tau Zero Foundation] Centauri Dreams [Tau Zero Foundation]](http://eternosaprendizes.com/wp-content/uploads/2009/12/Centauri-Dreams.jpg)













#1 by Luiz Carlos Silva at 30 de janeiro de 2010
Se é verdade ou não, o importante é ter pessoas como vocês para desmistificar essas teorias de falsos “profetas”, que nada mais são do que pessoas sem estudo e com uma crença muito grande por coisas que causam choque e terror na humanidade…
#2 by ROCA at 28 de janeiro de 2010
Lembramos aos nossos leitores que os comentários que desrespeitarem os Termos de Uso do Blog não serão publicados.
Para saber as regras: http://eternosaprendizes.com/termos-de-uso/
#3 by ROCA at 29 de dezembro de 2009
Tomé,
1. Não existe ‘cinturão de fótons’.
2. A nuvem interestelar não devia estar ali, mas está e a razão é bem simples e foi explicada aqui:
“As sondas Voyager resolvem mistério nos confins do Sistema Solar”
http://eternosaprendizes.com/2009/12/25/as-sondas-voyager-resolvem-misterio-nos-confins-do-sistema-solar/
3. Sobre a inexistência de Nibiru ou o quer que seja…
Um cálculo é baseado em hipóteses ou premissas. No cálculo acima considerei que o objeto vai cruzar a órbita da Terra em dezembro de 2012. Se ele vai cruzar a órbita da Terra em 3 anos (e isso é a premissa da profecia e tem que ser usada nos cálculos) e veio dos confins do Sistema Solar (um cometa, por exemplo) então em dezembro de 2009 ele já deverá estar entre Saturno e Júpiter, entre 9 e 9,5 UA. Outros cálculos ou premissas levarão a resultados similares (alguns resultados apontam para o objeto mais próximo da Terra que 9 UA, mas não além de 9,5 UA) baseado nas leis de Kepler e a ciência gravitacional amplamente conhecida. Assim, está provado que este objeto de grande porte (seja Nibiru, seja um cometa assassino de grande porte) previsto para dezembro de 2012 absolutamente NÃO EXISTE, ou seja, o inventado objeto não passará até dezembro de 2012 perto da Terra.
Há um debate sobre isso aqui:
É factível a existência de Nibiru e sua órbita ultra-excêntrica?
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20091226062903AAHVaLW
#4 by TOMÉ at 29 de dezembro de 2009
Alguns meses atrás lí em diversos sites que existiria uma nuvem ou suposto cinturão de fótons, que poderíamos atravessar, lí tb em outros sites, que isto era balela, isto não existia ou coisa parecida. Bem através deste site e do site da NASA, percebe-se que há alguma coisa ou mais precisamente uma nuvem interestelar (que não deveria estar aí). Acredito que quando dezemos que isto ou aquilo pode ou não pode existir, cometemos alguns erros clássicos, já verificados em diversas épocas de nossa história, e que voltamos a repetir. A nossa ciência e a maioria de nossos cientistas tem um defeito muito grande, quando não conseguem comprovar alguma coisa ou entendê-la, classificam-na como religiosidade, estória maluca ou lançam-na na categoria de contos da imaginação e lendas. Isto se aplica ao planeta X ou nibiru, se ele existe ou não, não teremos como saber neste momento, pois nossa tecnologia não nos permite identificá-lo de pronto e não basta olhar para o céu. Vi acima um comentário sobre um cálculo, mas como fazer um cálculo quando não se sabe se existe, se existe, não se sabe a velocidade, a órbita e sua massa. cálculos em vão para uma hipótese, o que nos resta é continuar a pesquisar, sempre pensando que pode existir, o mínimo que conseguiremos é não sermos pegos de surpresa por um asteróide que passe raspando pela Terra e fiquemos sabendo quando ele está indo embora.
#5 by ROCA at 29 de dezembro de 2009
Mano,
Um objeto vindo dos confins do sistema solar, para chegar aqui em 21/12/2012 tem que estar hoje (3 anos antes – dezembro de 2009) entre 8,9 e 9,5 Unidades Astronômicas (UA), ou seja, entre a órbita de Saturno (9,54 UA) e a de Júpiter (5,2 UA). Eu mesmo tive a paciência de calcular isto, através da equação vis-viva que fornece a velocidade do corpo de acordo com a sua distância:
v² = GM (2/r – 1/a)
Onde v é a velocidade do objeto
G a constante de gravitação universal
M a massa do Sol
a o semi-eixo médio da orbita
r a distância da Terra ao Sol.
Confira aí na pergunta lançada no Yahoo respostas. Ou se preferir eu pessoalmente poderei mandar para você a planilha de cálculo…
É factível a existência de Nibiru e sua órbita ultra-excêntrica?
Um objeto entre 8,9 e 9,5 AU 4 vezes maior que a Terra seria facilmente visível a olho nu desde já. Mesmo que fosse do tamanho de Marte também seria visível para binóculos possantes ou mini-telescópios…
Pense nisso! Reflita!
#6 by mano at 28 de dezembro de 2009
Foram tantas noticas sobre a descoberta de um novo planeta, com chances de 99% de certeza que tinha descoberto um novo planeta, com massa pelo menos 4 vezes maior que a terra, nos anos de 1988 à 1992. Por que agora não se tem mais noticias? será que porque este tal planeta x, apenas cruzou a ecliptica perto de plutão e agora esta fora dela que nimguem mais o achou??? se ele esta adentrando o sistema solar, deve estar bem perto agora!!!
[Trecho retirado por ferir os termos de uso do blog]
#7 by ROCA at 23 de dezembro de 2009
Minos Adão Filho,
Os comentários são 100% moderados e os critérios estão descritos no “Termos de Uso” do blog. Sugerimos a sua leitura.
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http://eternosaprendizes.com/termos-de-uso/
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#8 by ROCA at 23 de dezembro de 2009
Minos Adão Filho,
A Terra é um planeta raro, segundo os cientistas. Há a ‘hipótese da Terra Rara’ que tem sido bastante considerada em exobiologia.
“Em Astronomia planetária e Astrobiologia, a Hipótese da Terra Rara estipula que a emergência de vida complexa multicelular (metazoa) na Terra requereu uma combinação improvável de eventos e circunstâncias astrofísicos e geológicos. O termo “Terra rara” tem origem no livro Rare Earth: Why Complex Life Is Uncommon in the Universe (2000), de Peter Ward, um geólogo e paleontologista, e Donald Brownlee, um astrônomo e astrobiólogo.”
Quanto ao tema ‘mudança climática’ sugerimos que você navegue na categoria “TERRA” aqui em nosso blog, onde aguardamos seus comentários sobre ecologia.
#9 by Minos Adão Filho at 23 de dezembro de 2009
Não Sei porque meu comentário, não foi aceito, não falei nada de mais, tudo que falei já esta acontencendo, as mudanças climáticas estão ai pra todo mundo ver, so não ver quem nào quer, quanto ao Nibiru Planeta dos Sumérios ou Marduk, chamados pelos caudeus, até agora não se provou a existência deste Planeta.
#10 by Minos Adão Filho at 23 de dezembro de 2009
O Projeto Universo estar ainda fora da compreenção da nossa civilização, notem que o Planeta Terra tem caractéristicas adversas com relação a outros Planetas, é o Planeta mais bonito do sistema solar, mais é de se perceber as mudanças climática que estão ocorrendo, isto sim não é balela, é uma realidade, que faremos? Será que o tempo esta passando para tomarmos providência? As autoridades brasileiras tem que conter o desmatamento na Amazônia, imediatamente, pricipalmente na região do Estado do Pará.
#11 by Nildo at 17 de dezembro de 2009
Oi para todos.
Bem não entendo muito de astronomia, muito menos de culturas antigas. Mas conheço pessoas sérias, ligadas a esses assuntos, e o que sei é que o planeta nibiru existe, e no ano de 2011 será visivel por todos na terra, e estará entre a orbita de marte e júpiter, onde é situado o cinturão de asteróide, que é uma das preocupações dos cientistas. Sua passagem pelo cinturão pode provocar alterações na orbita de algum asteróide e o mesmo se deslocar em direção da terra. Os cientistas envolvidos no estudo desse planeta não sabem o quanto ele afetara o sistema solar e nem o planeta terra. Tudo o que for dito além disso é mera suposição ou inverdade. Civilização extraterrestre, entre outras coisas citadas é tudo balela. Se os textos que Zecharia Sitchin diz terem sido traduzidos literalmente, for igual as traduções da biblia, devemos concluir que os textos originais se perderam. Bem em relação a 2012 e a profecia maia, ela não diz nada a respeito de fim e sim de renovação. A única coisa que chegara ao fim será o calendário de longa contagem dos maias. Bem pessoal é isso ai, meu intuito não é fazer com que todos acreditem nisso, o tempo ira mostrar se isso é verdade ou não. O momento em que vivemos é de reflexão, e se grandes desastres climaticos estão para acontecer eu espero que acontecça, só assim será feita uma limpeza no planeta terra. Se o homem é a evolução do macaco não deveria ter evoluído.
Um grande abraço a todos e até mais.
Nildo