Vênus observado sob a ótica do ultravioleta e do infravermelho » Titov_2008-04-03438_Figure_1_H_Venus

Imagem obtida pela Venus Monitoring Camera na faixa do ultravioleta (0,365 micrômetros), a partir da distância de cerca de 30.000 km. Vemos aqui numerosas características contrastantes, causadas por uma química desconhecida nas nuvens venusianas que absorvem a luz ultravioleta e criam as áreas brilhantes e as zonas obscuras. A partir dos dados fornecidos pela Venus Express, os cientistas têm aprendido que as áreas equatoriais de Vênus que aparecem escurecidas para a luz ultravioleta são região com temperatura relativamente mais baixa, onde convecções intensas trazem matéria escura da parte inferior. Em contrate, as regiões mais claras nas latitudes médias são áreas onde a temperatura atmosférica decresce com a profundidade. A temperatura atinge um mínimo no topo das nuvens suprimindo a mistura vertical. Tal fenômeno chamado anel de ar-frio aparece como uma tira brilhante nestas imagens de ultravioleta. Créditos: ESA/MPS/DLR/IDA

Imagem obtida pela Venus Monitoring Camera na faixa do ultravioleta (0,365 micrômetros), a partir da distância de cerca de 30.000 km. Vemos aqui numerosas características contrastantes, causadas por uma química desconhecida nas nuvens venusianas que absorvem a luz ultravioleta e criam as áreas brilhantes e as zonas obscuras. A partir dos dados fornecidos pela Venus Express, os cientistas têm aprendido que as áreas equatoriais de Vênus que aparecem escurecidas para a luz ultravioleta são região com temperatura relativamente mais baixa, onde convecções intensas trazem matéria escura da parte inferior. Em contrate, as regiões mais claras nas latitudes médias são áreas onde a temperatura atmosférica decresce com a profundidade. A temperatura atinge um mínimo no topo das nuvens suprimindo a mistura vertical. Tal fenômeno chamado anel de ar-frio aparece como uma tira brilhante nestas imagens de ultravioleta. Créditos: ESA/MPS/DLR/IDA

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