jul 25

Hubble capturou o aglomerado de galáxias Abell S1063 atuando como lente gravitacional

https://cdn.spacetelescope.org/archives/images/large/heic1615a.jpg

O aglomerado de galáxias Abell S1063 foi observado pelo Observatório Espacial Hubble como parte do programa ‘Frontier Fields’. A enorme massa do aglomerado atua como uma lente cósmica de ampliação atuando sobre galáxias muito mais distante, tornando-as brilhantes o bastante para que o Hubble consiga capturá-las nesse quadro. Créditos: NASA, ESA, and J. Lotz (STScI)

A luz vinda do massivo aglomerado de galáxias Abell S1063 leva 4 bilhões de anos para chegar até nós. A imagem em destaque foi capturada pelo Hubble mostra o aglomerado Abell S1063 próximo ao centro do quadro. Em contrapartida, os arcos azulados tênues são imagens ampliadas de galáxias que residem muito além do aglomerado Abell S1063.

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jul 24

M2-9: a Nebulosa da Borboleta capturada pelo Hubble e processada por Judy Schmidt

Por que as estrelas são mais apreciadas como ‘arte cósmica’ depois de mortas?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1607/m2d9_hubble_985.jpg

M2-9: as Asas da Nebulosa de Borboleta – créditos da imagem: Hubble Legacy Archive, NASA, ESA – Processamento por: Judy Schmidt [2016]

De fato, as estrelas produzem formas artísticas notáveis e únicas à medida que se tornam moribundas.

No caso de estrelas de massas similares ao nosso Sol tais como a M2-9 mostrada na imagem em destaque, o processo as transforma de estrelas normais em anãs brancas ejetando suas camadas gasosas externas para o espaço.

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jul 24

24 de julho de 1950 – o primeiro lançamento de foguete em Cabo Canaveral

Não Há Dia Sem História

24 de julho de 1950

Primeiro Lançamento em Cabo Canaveral

http://grin.hq.nasa.gov/ABSTRACTS/GPN-2000-000613.html

O lançamento do Bumper V-2 no Cabo Canaveral em julho 1950. Créditos: GRIN, NASA

Nesta semana, em 24 de julho de 1950, há 66 anos, um novo capítulo da história da exploração espacial começou com o primeiro lançamento de um foguete a partir do Cabo CanaveralFlórida, EUA, o Bumper V-2 número 8. Cinco dias após, em 29 de julho, o Bumper V-2 número 7 foi lançado também com sucesso.

Na imagem acima, vemos o Bumper V-2, um ambicioso foguete em dois estágios que incorporava uma base com um míssil V-2 acoplada a um foguete WAC Corporal.

O estágio superior era capaz de atingir altitudes recordes de até 400 quilômetros, mais até que as alturas que os Ônibus Espaciais já voaram.

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jul 22

2015 RR245: descoberto um planeta anão além de Netuno

http://www.cfht.hawaii.edu/en/news/NewDwarfPlanet/RR245orbit_labeled.png

Renderização da órbita de 2015 RR245 (linha dourada). Os objetos de brilho idêntico ou superior estão legendados. O Centro de Planetas Menores descreve RR245 como o 18.º maior objeto do Cinturão de Kuiper. Créditos: Alex Parker do time OSSOS

Um time internacional de astrônomos descobriu um novo planeta anão de passagem pelo disco de pequenos mundos gelados além da órbita de Netuno, o Cinturão de Kuiper. O novo objeto mede aproximadamente 700 km em diâmetro e tem uma das órbitas mais alongadas para um planeta anão. Designado como 2015 RR245 pelo Centro de Planetas Menores da UAI (União Astronômica Internacional), esse objeto foi descoberto através do Telescópio do Canadá-França-Havaí em Mauna Kea, Havaí, como parte do recenseamento OSSOS (Outer Solar System Origins Survey).

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jul 22

ESO: Água no Deserto do Atacama próxima ao Monte Paranal por Gerhard Hüdepohl

Esta imagem mostra algo raríssimo: água no deserto do Atacama!

https://cdn.eso.org/images/large/potw1629a.jpg

Reflexões no Paranal – Créditos: ESO/G. Hüdepohl (atacamaphoto.com)

Refletido na calma superfície da água, vemos o familiar Monte Paranal, local de hospedagem do Observatório do Paranal do ESO. Este deserto é um dos locais mais secos e inóspitos que existe na face da Terra. A queda de chuva média na região do Cerro Paranal é menos de 10 milímetros por ano, por isso esta fotografia foi tirada logo após um período de chuva rara na região. Pouco depois da fotografia ter sido tirada, esta “lagoa” temporária evaporou-se rapidamente, deixando o terreno do vale tão seco e desidratado como antes. No entanto, o que é discutivelmente mau para a flora e fauna mínimas da região, é excelente para os astrônomos. A falta de nuvens de água e o ar seco faz com que os astrônomos no Paranal possam observar durante todo o ano. Com mais de 300 noites límpidas por ano, o deserto do Atacama, é um dos melhores locais do mundo para a astronomia, oferecendo quase sempre uma vista ininterrupta do Cosmos. Esta fotografia foi obtida pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gerhard Hüdepohl.

Fonte: ESO – Reflections of Paranal

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jul 21

Close da escura Duna Namib na Cratera Gale em Marte pela Curiosity

Como o vento em Marte afeta sua areia?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1607/DarkDunesMars_Curiosity_9091.jpg

A Duna Namib em Marte em imagem processada (comprimida) para uma melhor visualização. Créditos: NASA, JPL-Caltech, MSSS

Para ajudar a descobrir o quão isso significativamente difere daqui na Terra, o veículo robótico Curiosity foi direcionado para investigar ‘in loco’ a escura Duna Namib no campo de dunas Bagnold Dune Field na Cratera Gale.

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jul 21

H 1743-322: Buraco Negro faz a matéria oscilar ao seu redor

http://sci.esa.int/science-e-media/img/85/XMM-Newton_AI03_01_H1.jpg

Impressão de artística do XMM-Newton da ESA. Crédito: ESA

O observatório orbital de raios-X XMM-Newton da ESA provou a existência de um “vórtice gravitacional” envolvendo um buraco negro. A descoberta, também suportada pela missão NuSTAR (Nuclear Spectroscopic Telescope Array) da NASA, elucida um mistério que iludia os astrônomos há mais de três décadas e nos permitirá mapear o comportamento da matéria muito perto dos buracos negros. O achado também pode abrir as portas para futuras investigações sobre a teoria da relatividade geral de Albert Einstein.

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jul 20

Enquanto isso, há 47 anos…

http://www.slate.com/blogs/bad_astronomy/2014/07/20/apollo_11_anniversary_45_years_sine_that_one_small_step.html

Há 47 anos o homem caminhava pela primeira vez na Lua. Crédito: NASA

Neil Armstrong precisou dar um salto de um metro do último degrau da escada até o protetor das patas do Módulo. Dali Armstrong estava apenas a dois centímetros de pisar na superfície lunar propriamente dita. Parou no suporte por um momento, testando o chão com a ponta de suas botas, antes de finalmente pisar no solo e dizer a frase épica da Era Espacial:

É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade.

http://en.wikipedia.org/wiki/Vjesnik

Capa do jornal VJESNIK (Zagreb, Croácia – 22 de julho de 1969)

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jul 18

Kepler: missão K2 confirma a descoberta da mais 100 exoplanetas

http://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/k2_100planet_header.png

Impressão artística do Observatório Espacial Kepler – créditos: NASA/JPL

Um time internacional de astrônomos descobriu e confirmou uma pletora de novos mundos através da missão K2 do observatório espacial caçador de exoplanetas Kepler da NASA. Entre as descobertas, que somaram 197 candidatos iniciais a exoplaneta, os astrônomos confirmaram a existência de 104 exoplanetas. Entre os objetos confirmados está um sistema estelar composto por quatro exoplanetas, os quais têm a possibilidade de serem mundos rochosos.

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jul 17

Mercúrio sobre o horizonte por Juan Carlos Casado

Você já avistou o planeta Mercúrio?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1607/mercurysky_casado_800.jpg

Mercúrio no Horizonte por Juan Carlos Casado

Uma vez que Mercúrio orbita tão perto do Sol, o menor planeta do Sistema Solar nunca navega longe do Astro-Rei quando observado por nós aqui da Terra.

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