jan 21

Abell 3411 versus Abell 3412: colisão de aglomerados de galáxias criou poderoso acelerador de partículas cósmicas

http://chandra.si.edu/photo/2017/a3411/a3411_label.jpg

Versão legendada da imagem que mostra a erupção de um buraco negro supermassivo varrida pela colisão e fusão de dois aglomerados galácticos. Esta composição agrega dados em raios-X do Chandra (azul), informações de emissão de rádio captada pelo GMRT (vermelho) e registros óticos do Subaru (vermelho, verde e azul) dos aglomerados em colisão chamados Abell 3411 e Abell 3412. Estes e outros telescópios foram usados para analisar como a combinação destes dois poderosos fenômenos podem criar um extraordinário acelerador de partículas cósmicas. Créditos: em raios-X – NASA/CXC/SAO/R. van Weeren et al; no visível – NAOJ/Subaru; no rádio – NCRA/TIFR/GMRT

Astrônomos descobriram uma combinação de dois dos fenômenos mais poderosos do Universo, um buraco negro supermassivo em ação e a colisão de aglomerados de galáxias gigantes. A conjugação desses eventos criou um estupendo acelerador de partículas cósmicas.

Combinando dados do Observatório de raios-X Chandra da NASA, do GMRT (Giant Metrewave Radio Telescope) na Índia, do VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) do NSF e de outros telescópios, pesquisadores descobriram o que acontece quando matéria ejetada por um buraco negro supermassivo é varrida na fusão de dois enormes aglomerados de galáxias.

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jan 19

NGC 1333, vdB12 e vdB13: um triângulo de nuvens moleculares por Lorand Fenyes

https://apod.nasa.gov/apod/image/1701/NGC1333v13v12fenyes.jpg

NGC 1333, vdB12 e vdB13: um triângulo de nuvens moleculares por Lorand Fenyes

Nuvens de poeira de estrelas navegam através dessa paisagem cósmica.

Essa cena espacial cobre uma área de quase 2 graus nos céus, através da nuvem molecular de Perseus que reside a cerca de 850 anos luz da Terra.

Um triângulo de nebulosas poeirentas reflete a luz das estrelas lá embutidas foi capturado nesse campo de visão telescópico pelo astrofotógrafo Lorand Fenyes.

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jan 17

ESO: O ALMA começa a observar o Sol

https://cdn.eso.org/images/large/eso1703a.jpg

Esta imagem ALMA de uma enorme mancha solar foi obtida a um comprimento de onda de 1,25 mm. As manchas solares são estruturas transientes que aparecem em regiões onde o campo magnético do Sol é muito forte e se encontra extremamente concentrado. Têm temperaturas mais baixas que as regiões ao redor e é por isso que aparecem relativamente escuras. Estas observações são as primeiras obtidas do Sol com uma infraestrutura da qual o ESO é parceiro. Elas constituem uma importante expansão à quantidade de observações que podem ser usadas para investigar a física da nossa estrela mais próxima. Créditos: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)

Novas imagens obtidas com o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), instalado no Chile, revelaram detalhes sobre o Sol, invisíveis de outro modo, incluindo uma nova vista sobre o centro escuro e contorcido de uma mancha solar com quase o dobro do diâmetro da Terra. As imagens foram as primeiras obtidas do Sol com uma infraestrutura da qual o ESO é parceiro. Os resultados constituem uma importante expansão à quantidade de observações que podem ser usadas para investigar a física da nossa estrela mais próxima. As antenas do ALMA foram cuidadosamente concebidas de modo a poderem observar o Sol sem que o intenso calor da sua radiação focada lhes cause danos.

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jan 16

49 Lib: uma estrela antes presumidamente jovem é verdadeiramente uma anciã galáctica

http://news.rub.de/sites/default/files/styles/nepo_teaser/public/rubin_2014_astronomie_abb06.jpg?itok=Sx8skD-4

Rolf Chini tem estudado aproximadamente 400 estrelas na vizinhança do Sol que partilham algumas das propriedades do Sol. No processo, ele e o seu time fizeram uma descoberta muito interessante. Créditos: Ruhr-Universität Bochum / Nelle

Esta era considerada uma ‘adolescente’ entre as estrelas da sua classe. Mas agora uma coisa ficou clara: este objeto celeste foi formado quando a nossa Galáxia nasceu. Por que os cientistas erraram tanto durante tantas décadas?

49 Lib é uma estrela relativamente brilhante da classe F7 V, visível nos céus do hemisfério sul na direção da constelação de Libra, distante cerca de 115 anos-luz da Terra.

Paradoxalmente, 49 Lib possui, na verdade, 12 bilhões de anos de idade e não ‘apenas’ os 2,3 bilhões que antes se pensava. Durante muitas décadas, os cientistas ficaram chocados com os dados contraditórios que recebiam deste corpo celeste, porque tinham estimado uma idade muito mais jovem do que realmente é. A nova determinação da sua idade, por astrônomos da RUB (Ruhr-Universität Bochum), resolveu agora com sucesso todas as inconsistências.

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jan 15

A massa da Via Láctea foi refinada pelos cientistas que agora a estimam usando o que sabem, o que sabem parcialmente e o que está ainda incerto

https://cdn.eso.org/images/large/eso1339a.jpg

Esta impressão artística mostra o aspecto que a Via Láctea teria ao ser vista quase de lado e a partir de uma perspectiva muito diferente daquela a que estamos habituados a ver aqui da Terra. O bojo central aparece como uma bola brilhante com a forma um amendoim e os braços espirais e suas nuvens de poeira associadas formam uma banda estreita. Créditos: ESO/NASA/JPL-Caltech/M. Kornmesser/R. Hurt

Trata-se de um enorme problema com ‘complexidade galáctica’, mas os cientistas agora estão mais perto de medir, com precisão, a efetiva massa da Via Láctea.

Na recente série de artigos que poderão ter implicações mais amplas para o campo da astronomia, a astrofísica Gwendolyn Eadie, da Universidade de McMaster, trabalhando com o seu supervisor de doutoramento William Harris e com um estatístico da Queen’s University, Aaron Springford, refinou o próprio método de Eadie e Harris para estimar a massa da nossa galáxia.

Uma resposta breve, usando o método refinado, é que a massa galáctica fica entre 4,0×1011 e 5,8×1011 vezes a massa do nosso Sol. Em outras palavras, trata-se da massa do nosso Sol multiplicada por 400 a 580 bilhões. Nosso Sol tem uma massa de 2×1030 kg, 330.000 vezes a massa da Terra. Esta estimativa da massa galáctica inclui matéria até 125 kpc (kiloparsecs) do centro da Via Láctea (125 kiloparsecs equivalem a quase 4×1018 quilômetros). Quando a estimativa da massa é alargada a região que abrange até 300 kiloparsecs, a massa fica em aproximadamente 9×1011 massas solares.

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jan 14

A notável galáxia perfilada NGC 891 por Adam Block

https://apod.nasa.gov/apod/image/1701/n891_block.jpg

A galáxia perfilada NGC 891 por Adam Block

A galáxia espiral de grande porte NGC 891 tem um diâmetro de cerca de 100.000 anos luz e é vista aqui da perspectiva terrestre quase que exatamente de perfil.

De fato, residindo a cerca de 30 milhões de anos luz da Terra, na direção da constelação de Andrômeda, a galáxia NGC 891 parece em muito com a nossa Via Láctea.

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jan 13

As estrelas mais distantes da Via Láctea provavelmente foram roubadas de outra galáxia, a ‘anã de Sagitário’

https://www.cfa.harvard.edu/sites/www.cfa.harvard.edu/files/images/pr/2017-02/1/hires.jpg

Neste diagrama criado por simulação computacional, a oval vermelha marca o disco da Via Láctea e o ponto vermelho representa a localização da galáxia ‘anã de Sagitário’. Os círculos amarelos representam estrelas que foram arrancadas da galáxia anã e ejetadas para o espaço. Cinco das 11 estrelas mais distantes conhecidas na nossa Galáxia foram provavelmente “roubadas” desta maneira. Créditos: Marion Dierickx/CfA

As 11 estrelas mais distantes conhecidas da nossa Galáxia estão localizadas a cerca de 300.000 anos-luz da Terra, bem além do disco espiral da Via Láctea. Uma nova pesquisa feita por astrônomos de Harvard mostra que metade dessas estrelas podem ter sido arrancadas de outra galáxia: a ‘anã de Sagitário’. Além disso, esses corpos são membros de um longo fluxo estelar que se estende um milhão de anos-luz no espaço, isto é, 10 vezes o diâmetro da nossa Galáxia.

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jan 12

A Lua pode ser mais antiga do que pensávamos?

http://newsroom.ucla.edu/releases/the-moon-is-older-than-scientists-thought-ucla-led-research-team-reports

Essa foto mostra o astronauta Alan Shepard da Apollo 14. Um novo estudo determinou a idade da Lua através da análise de minerais trazidos para a Terra pela missão de Apollo de 1971. Crédito: NASA

Um time liderado por membros da UCLA (Universidade da Califórnia, em Los Angeles), EUA, reportou que a Lua tem pelo menos 4,51 bilhões de anos e é 40 a 140 milhões de anos mais antiga do que os cientistas pensavam anteriormente.

Os achados, baseados na análise da amostras do mineral zircônio da Lua que foram trazidos para a Terra pela missão Apollo 14 em 1971, foram publicados no dia 11 de janeiro de 2017 em Science Advances.
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jan 11

O VLT vai procurar planetas no sistema Alfa Centauri

ESO assina acordo com Breakthrough Initiatives

https://cdn.eso.org/images/large/eso1702a.jpg

O primeiro plano desta imagem mostra o Very Large Telescope do ESO (VLT) instalado no Observatório do Paranal no Chile, enquanto o fundo rico em estrelas inclui a estrela brilhante Alfa Centauri, o sistema estelar mais próximo da Terra. No final de 2016 o ESO assinou um acordo com a Breakthrough Initiatives para adaptar a instrumentação do VLT visando promover uma busca de planetas no sistema Alfa Centauri. Tais planetas poderão vir a ser alvos para eventuais lançamentos de sondas espaciais miniaturas pela Breakthrough Starshot initiative. Crédito: Y. Beletsky (LCO)/ESO

O ESO assinou um acordo com a Breakthrough Initiatives para adaptar a instrumentação do Very Large Telescope, instalado no Chile, visando realizar uma busca de planetas no sistema estelar vizinho Alfa Centauri. Tais planetas poderão ser alvos para eventuais lançamentos de sondas espaciais miniaturas pela Breakthrough Starshot initiative.

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jan 10

No centro da Galáxia Espiral NGC 5033

O que está acontecendo no centro da galáxia espiral NGC 5033?

https://apod.nasa.gov/apod/image/1701/NGC5033_HubbleSchmidt_1280.jpg

A região central da galáxia NGC 5033 capturada pelo Hubble e processada por Judy Schmidt

Muitos fenômenos estão em ação por lá, alguns cíclicos, outros energéticos e uns ainda não totalmente compreendidos.

NGC 5033 é classificada como uma galáxia Seyfert por causa da sua grande atividade que tem sido medida no seu núcleo.

Estrelas brilhantes, poeira escura e gás interestelar giram rapidamente em volta do centro galáctico que parece ligeiramente deslocado do seu supermassivo buraco negro central.

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