ago 08

Tau Ceti: quatro exoplanetas tipo Terra foram detectados em órbita da estrela tipo solar mais próxima

https://news.ucsc.edu/2017/08/tau-ceti-planets.html

Esta ilustração compara os quatro exoplanetas detectados em redor da estrela vizinha Tau Ceti (topo) com os planetas interiores do nosso Sistema Solar (embaixo). Crédito: Fabo Feng

Um novo estudo, realizado por um time internacional de astrônomos, revela que estrela Tau Ceti, o objeto tipo solar mais próximo de nossa estrela mãe, que reside a cerca de 12 anos-luz de distância e é visível a olho nu, hospeda 4 exoplanetas de tamanhos parecidos ao da Terra. Estes exoplanetas têm massas tão baixas quanto 1,7 vezes a massa da Terra, o que os torna os menores exoplanetas já detectados em torno de estrelas similares ao Sol. Dois deles são super-Terras localizados na zona habitável da estrela, o que significa que podem eventualmente suportar a existência de água líquida à superfície.

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ago 05

NGC 7098: Uma Visão dupla

https://cdn.eso.org/images/large/potw1730a.jpg

NGC 7098: Uma Visão Dupla. Créditos: ESO/VLT

Residindo a cerca de 95 milhões de anos-luz de distância, na direção da constelação do Oitante, situa-se a NGC 7098 — uma galáxia espiral intrigante com vários grupos de estruturas duplas. O primeiro destes grupos é o duo de estruturas em forma de anel que se enrolam à volta do coração nebuloso da galáxia, os braços espirais de NGC 7098. Esta região central abriga uma segunda estrutura dupla: uma barra dupla.

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ago 03

A colaboração DES – DARK ENERGY SURVEY – revela a mais precisa medição da estrutura da matéria escura no Universo

http://news.fnal.gov/wp-content/uploads/2017/08/DES-year-one-mass-map-full.jpeg

Esse mapa da matéria escura criado a partir de medições de lentes gravitacionais registrou 26 milhões de galáxias na colaboração DES (Dark Energy Survey). O mapa cobre cerca de 1/30 do céu e abrange vários bilhões de anos-luz em extensão. As regiões vermelhas têm mais matéria escura do que a média e as regiões azuis possuem menos matéria escura. Créditos: Chihway Chang, do Instituto Kavli para Física Cosmológica, da Universidade de Chicago juntamente com a colaboração DES

Imagine você plantando uma única semente e, com grande precisão, você consegue ser capaz de prever a altura exata da árvore a partir da qual ela crescerá. Agora, imagine você viajando para o futuro e capturando fotografias que provam que você estava certo em suas estimativas.

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ago 02

Infraestrutura de Ótica Adaptativa de vanguarda: ESO revela uma enorme melhoria na nitidez das imagens do MUSE

https://cdn.eso.org/images/large/eso1724a.jpg

A junção da AOF com o MUSE proporciona uma maior nitidez e um maior alcance dinâmico quando observamos objetos celestes como nebulosas planetárias. Estas novas observações de IC 4406 revelaram cascas nunca antes vistas, além das já familiares estruturas escuras de poeira na nebulosa, as quais lhe renderam o nome de Nebulosa da Retina. Esta imagem mostra uma pequena fração dos dados coletados pelo MUSE usando o sistema AOF e demonstra as capacidades aumentadas do novo instrumento MUSE equipado com a AOF. Créditos:
ESO/J. Richard (CRAL)

O Telescópio Principal 4 (Yepun) do Very Large Telescope do ESO (VLT) acaba de ser transformado num telescópio completamente adaptativo. Após mais de uma década de planejamento, construção e testes, a nova Infraestrutura de Ótica Adaptativa (AOF) viu sua primeira luz com o instrumento MUSE, tendo capturado imagens extraordinariamente nítidas de nebulosas planetárias e galáxias. A junção da infraestrutura com o MUSE constitui um dos sistema tecnológicos mais avançados e poderosos construídos até hoje para a astronomia terrestre.

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jul 27

Órion: A história de três cidades estelares

https://cdn.eso.org/images/large/eso1723a.jpg

A OmegaCAM — a câmera de grande angular óptica montada no Telescópio de Rastreamento do VLT do ESO (VST) — capturou de forma detalhada a Nebulosa de Órion e o seu aglomerado associado de estrelas jovens, dando origem a esta imagem. Este objeto famoso, o local de nascimento de muitas estrelas massivas, é uma das maternidades estelares mais próximas de nós, situada a cerca de 1.350 anos-luz de distância. Crédito: ESO/G. Beccari

A partir de nova observações obtidas com o Telescópio de Rastreamento do VLT do ESO, astrônomos descobriram três populações distintas de estrelas bebês no Aglomerado da Nebulosa de Órion. Esta descoberta inesperada ajuda a compreender melhor como é que se formam este tipo de aglomerados, sugerindo que a formação estelar pode acontecer em surtos, onde cada um ocorre numa escala de tempo muito mais rápida do que se pensava anteriormente.

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jul 19

NGC 1068: uma galáxia espiral deslumbrante com um coração ativo

https://cdn.eso.org/images/large/eso1720a.jpg

O Very Large Telescope do ESO (VLT) capturou esta bela imagem de face da galáxia espiral barrada Messier 77. A imagem faz justiça à beleza da galáxia, mostrando os seus cintilantes braços entrecortados por faixas de poeira, no entanto não consegue mostrar a natureza turbulenta deste objeto. Crédito: ESO/VLT

O Very Large Telescope do ESO (VLT) capturou esta bela imagem de face da galáxia espiral barrada Messier 77. A imagem faz justiça à beleza da galáxia, mostrando os seus cintilantes braços entrecortados por faixas de poeira, no entanto não consegue mostrar a natureza turbulenta deste objeto.

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jul 17

Astrônomos revelam evidências de impactos que formataram a estrutura da Via Láctea

 

http://i.imgur.com/10XJUsg.jpg

Usando observações dos telescópios do programa de recenseamento SDSS (Sloan Digital Sky Survey), um time de astrônomos analisou a distribuição espacial de 3,6 milhões de estrelas e descobriu ondulações que suportam evidências de impactos antigos na Via Láctea. Crédito: Universidade do Kentucky

Um time pertencente ao Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Kentucky observou evidências de impactos antigos os astrônomos julgam terem forjado e estruturado a nossa galáxia Via Láctea.

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jul 15

IC 342 – a galáxia escondida revelada

https://apod.nasa.gov/apod/image/1707/ic342_rector2048.jpg

IC 342 – créditos©: T. Rector (U. Alaska Anchorage), H. Schweiker, WIYN, NOAO, AURA, NSF

Semelhante em tamanho as grandes e brilhantes galáxias espirais em nossa vizinhança, IC 342 dista meramente 10 milhões de anos luz na direção da constelação boreal Camelopardalis.

Como um proeminente universo ilha, IC 342 seria, de outro modo, uma galáxia notável no céu noturno, mas ela permanece escondida da visão clara e é vislumbrada com grande dificuldade através de um véu de estrelas, gases e poeira cósmica ao longo do plano na nossa galáxia Via Láctea.

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jul 14

J132934.18+224327.3: astrônomos descobrem uma das galáxias mais brilhantes conhecidas

https://3c1703fe8d.site.internapcdn.net/newman/gfx/news/hires/2017/32-scientistsdi.jpg

A imagem mostra as múltiplas imagens da galáxia descoberta, assinaladas pelas setas brancas (embaixo e à direita vemos a escala da imagem em arcos de segundo). Crédito: Telescópio Espacial Hubble

Graças a uma imagem ampliada produzida por uma lente gravitacional e ao GTC (Gran Telescopio CANARIAS), um time de cientistas da Universidade Politécnica de Cartagena e do IAC (Instituto de Astrofísica das Canárias) descobriu uma das galáxias mais brilhantes, conhecidas, habitante de uma época em que o Universo tinha apenas 20% da sua idade atual.

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jul 13

A sonda JUNO captura imagens sensacionais da Grande Mancha Vermelha de Júpiter

https://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/pia21772.jpg

Esta imagem enriquecida da Grande Mancha Vermelha de Júpiter foi criada pelo ‘cientista-cidadão’ Jason Major usando dados da câmera JunoCam a bordo da espaçonave JUNO da NASA. Créditos: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Jason Major

Imagens da Grande Mancha Vermelha (GMV) de Júpiter revelam um emaranhado de nuvens escuras que se entrelaçam através de uma enorme oval purpúreo. A câmera JunoCam a bordo da nave JUNO da NASA capturou imagens dessa característica mais icônica do maior planeta do Sistema Solar durante o seu voo rasante de dia 11 de julho de 2017. As imagens da GMV foram transmitidas a partir da memória da sonda robótica na terça-feira (11 de julho) e colocadas na quarta-feira no website da JunoCam.

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