fev 20

Revelando a origem e a natureza da periferia das megalópoles estelares

http://www.iastro.pt/img/news/2017Fev15_2.jpg

Mosaico com imagens no infravermelho das seis galáxias elípticas massivas a meio da idade atual do Universo que se encontram no Campo Ultra Profundo do Hubble (HUDF). As imagens revelam envelopes estelares, assim como potenciais galáxias satélite. Créditos: Ignacio Trujillo, com imagens do programa de 2012 do HUDF.

O mais detalhado estudo [1] da periferia de galáxias elípticas massivas a meio da idade atual do Universo foi feito por uma equipe internacional liderada por Fernando Buitrago, do IA (Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço [2] e da FCUL (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa). O estudo foi publicado na revista MNRAS (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society) e contribui para a compreensão de como as maiores galáxias do Universo evoluíram no tempo.

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fev 19

WD 1425+540: Hubble revela evidências inéditas sobre um cometa que foi destroçado por uma anã branca

https://cdn.spacetelescope.org/archives/images/large/heic1703a.jpg

Esta impressão artística mostra um objeto parecido a um cometa gigante caindo na direção de uma anã branca. Novas observações com o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA mostram evidências de um cinturão de corpos parecidos com cometas em órbita de uma anã branca, similar ao Cinturão de Kuiper do nosso próprio Sistema Solar. As descobertas também sugerem a presença de um ou mais exoplanetas sobreviventes, ainda por descobrir em redor da anã branca, que podem ter perturbado o cinturão o suficiente para enviar estes objetos gelados na direção da estrela colapsada. Créditos: NASA, ESA e Z. Levy (STScI)

Cientistas que usam o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA observaram, pela primeira vez, um objeto gigantesco, similar a um cometa, que foi rasgado e espalhado na atmosfera de uma anã branca. O objeto destruído tinha uma composição química parecida com a do nosso Cometa Halley, mas esse objeto era 100.000 vezes mais massivo do que o seu famoso homólogo do Sistema Solar.

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fev 18

A Tulipa e o microquasar Cygnus X-1 por Ivan Eder

https://apod.nasa.gov/apod/image/1702/CygX1_HaOIIIRGB_eder_web.jpg

Nebulosa da Tulipa e a onda de choque do microquasar Cygnus X1 nos filtros de H-alpha e OIII por Ivan Eder

Capturando uma brilhante região de emissão, essa visão telescópica retrata uma área ao longo do plano da nossa galáxia Via Láctea na direção da constelação rica em nebulosas conhecida por Cygnus, o Cisne.

Popularmente conhecida como a nebulosa da Tulipa, essa luminosa nuvem de gás interestelar e poeira cósmica consta do catálogo de 1959 produzido pelo astrônomo Stewart Sharpless com a designação de Sh2-101.

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fev 17

ESO: ALMA revela a estrutura do Sistema Protoestelar de baixa massa L1527

http://www.almaobservatory.org/images/newsreleases/170208_Sakai_fig2_en.jpg

Impressão artística da do sistema protoestelar L1527. Créditos: N. Sakai, ALMA, ESO

Um time de astrônomos usou a rede de radiotelescópios ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) do ESO para observar o sistema perfilado da protoestrela de baixa massa L1527 (IRAS 04368+2557). Esta protoestrela encontra-se em uma região de formação estelar na nuvem molecular de Touro, a cerca de 450 anos-luz de distância. L1527 tem um disco protoplanetário giratório o qual é visto quase de lado da perspectiva da Terra, embebido num grande invólucro de moléculas e poeira. O ALMA permitiu com que os investigadores resolvessem de forma inédita a estrutura deste jovem sistema estelar.

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fev 16

Estrelas faltantes na vizinhança do sistema solar revelam a velocidade e a distância do Sol ao centro da Via Láctea

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Impressão artística do observatório espacial GAIA mapeando as estrelas da Via Láctea. Créditos: Imagem do GAIA: ESA/ATG medialab; imagem de fundo: ESO/S. Brunier

Através de um novo procedimento que usou os dados do telescópio espacial GAIA, os astrônomos da Universidade de Toronto estimaram que a velocidade do Sol em sua órbita em torno do centro da Via Láctea é de aproximadamente 240 km/s.

Em seguida, os astrônomos usaram esse resultado para calcular que o Sol está a aproximadamente 7,9 kiloparsecs do Centro da Galáxia, quase vinte e seis mil anos-luz.

Através do uso dos dados do telescópio espacial GAIA e conjuntamente com o levantamento RAVE (RAdial Velocity Experiment) [1], Jason Hunt e colegas determinaram as velocidades de mais de 200.000 estrelas em relação ao Sol. Jason Hunt é membro do Instituto Dunlap para Astronomia e Astrofísica da Universidade de Toronto, Canadá.

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fev 15

OH 231.8+04.2: a Nebulosa do ‘Ovo Podre’ revelada pelo Hubble e processada por Judy Schmidt

https://cdn.spacetelescope.org/archives/images/wallpaper5/potw1705a.jpg

OH 231.8+04.2: a Nebulosa do ‘Ovo Podre’ revelada pelo Hubble e processada por Judy Schmidt

Nuvens em expansão revelam espetacularmente o fim da vida útil da estrela central na Nebulosa Calabash.

Uma estrela antes ordinária, similar ao nosso Sol, esgotou o seu combustível nuclear, causando que suas áreas centrais se contraíssem e criassem uma anã branca.

Durante o processo de contração, parte da energia liberada fez com que suas camadas externas se expandam. Nesse caso, o resultado é uma fotogênica nebulosa planetária.

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fev 14

NGC 2237: a ‘Nebulosa Roseta’ por Evangelos Souglakos

https://apod.nasa.gov/apod/image/1702/Rosette_Souglakos_1500.jpg

NGC 2237: a ‘Nebulosa Roseta’ por Evangelos Souglakos

Se a Nebulosa Roseta (Rosette Nebula) tivesse outro nome pareceria tão delicada? A insípida designação dada pelo New General Catalog (sigla NGC) da nuvem cósmica NGC 2237 não parece influenciar e diminuir a beleza da aparência dessa nebulosa de emissão em formato de flor.

Dentro da nebulosa reside um aglomerado estelar aberto com brilhantes estrelas, designado como NGC 2244. As estrelas por lá se formaram há ‘apenas’ cerca de 4 milhões de anos dos escombros da nebulosa. Seus poderosos ventos estelares estão agora limpando e gerando uma cavidade no centro da nebulosa, isolada por uma camada de poeira cósmica e gás aquecido.

A radiação ultravioleta das energéticas estrelas quentes do aglomerado fazem com que a nebulosa circundante se ilumine. A Nebulosa Roseta (Rosette Nebula) tem um diâmetro estimado em 100 anos luz e reside a cerca de 5.000 anos luz de distância. A NGC 2237 pode ser observada com pequenos telescópios na direção da constelação do Unicórnio (Monoceros).

Fonte: APOD: The Rosette Nebula – crédito da imagem©: Evangelos Souglakos

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fev 13

47 Tucanae: um buraco negro de massa intermediária se esconde dentro de um aglomerado globular gigante?

https://www.cfa.harvard.edu/sites/www.cfa.harvard.edu/files/images/pr/2017-06/1/hires.jpg

Nesta ilustração, um buraco negro de massa intermediária no plano da frente distorce a luz emitida pelo aglomerado globular no fundo. Uma nova investigação sugere que um buraco negro com 2.200 vezes a massa do Sol reside no centro do aglomerado globular 47 Tucanae. Créditos: CfA/M. Weiss

Praticamente todos os buracos negros conhecidos pertencem a duas principais categorias: pequenos buracos negros com uma massa correspondente a vários sóis e buracos negros supermassivos com milhões ou bilhões de vezes a massa do Sol. Os astrônomos também julgam que existam buracos negros de massa intermediária, que teriam entre 100 e 10.000 vezes a massa do Sol, mas até agora encontraram pouquíssimas evidências conclusivas. Na semana passada, astrônomos anunciaram novas evidências da existência de um buraco negro de massa intermediária (IMBH), com 2.200 vezes a massa do Sol, escondido no centro do aglomerado globular 47 Tucanae (47 Tuc).

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fev 12

A Nebulosa da Borboleta capturada pelo Hubble e processada por Jesús M.Vargas e Maritxu Poyal

https://apod.nasa.gov/apod/image/1702/Butterfly_HubbleVargas_5075.jpg

NGC 6302 – crédito da imagem: NASA, ESA, Hubble, HLA; Reprocessamento ©: Jesús M.Vargas & Maritxu Poyal

Os brilhantes aglomerados e nebulosas nos céus da Terra são usualmente chamados por flores ou insetos. As asas dessa borboleta cósmica se espalham por 3 anos luz. Essa nebulosa foi catalogada como NGC 6302.

A estrela moribunda central dessa nebulosa tem uma temperatura estimada de 250.000 graus Celsius. A estrela à morte progenitora dessa nebulosa planetária específica se tornou excepcionalmente quente, brilhante fortemente na radiação ultravioleta, mas permanece escondida da visão direta por um denso toro de poeira cósmica.

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fev 11

Exoplanetas hospedados por a Anãs Vermelhas podem sofrer perdas de Oxigênio dentro de zonas potencialmente habitáveis

Cientistas dão uma nova visão sobre habitabilidade em volta das estrelas anãs vermelhas

https://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/exovolcano1920x1080.00033-1041.jpg

Impressão artística da superfície de um exoplaneta ao redor de uma jovem anã vermelha. Nessa concepção, raios-X e radiação ultravioleta extrema fazem com que íons escapem da atmosfera do exoplaneta para o espaço. Os cientistas estimaram a taxa de escape de íons de oxigênio em exoplanetas hospedados por anãs vermelhas, o que desempenha um papel importante na determinação da habitabilidade desses tipos de exoplanetas. Créditos: NASA Goddard/Conceptual Image Lab, Michael Lentz, Genna Duberstein

A busca por vida fora do planeta Terra começa dentro das zonas habitáveis, as regiões em torno das estrelas onde as condições podem, potencialmente, permitir a existência de água líquida (essencial para a vida como a conhecemos) existindo na superfície de um exoplaneta. Nova pesquisa pela NASA sugere que algumas dessas zonas podem não ser capazes de suportar vida devido às frequentes erupções estelares de jovens estrelas anãs vermelhas. Essas pequenas e instáveis estrelas ejetam grandes quantidades de material estelar e violenta radiação para o espaço.

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