ago 25

Estrela massiva muito jovem a 11.000 anos luz do Sol ajuda aos astrônomos a entender como se formam esses objetos extremos

https://www.ras.org.uk/images/stories/press/RAS-PR-16-52/mm1_artists.jpg

Impressão artística do fluxo e do disco de acresção ao redor de estrela massiva. Crédito: A. Smith (Instituto de Astronomia, Cambridge)

Astrônomos descobriram uma estrela bem jovem e massiva, situada a quase 11.000 anos-luz de distância, que poderá nos ajudar a entender como é que as estrelas mais extremas do Universo se formam. Esta estrela recém-nascida, que já possui mais de 30 vezes a massa do nosso Sol, está ainda no processo de aquiescência de material inerente a sua nuvem molecular e provavelmente ficará ainda mais massiva quando finalmente atingir a maturidade.

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ago 24

ESO: A campanha Pálido Ponto Vermelho revela um mundo com a massa da Terra em órbita de Proxima Centauri

https://cdn.eso.org/images/large/eso1629a.jpg

Esta concepção artística mostra uma visão da superfície do exoplaneta Proxima b, o qual orbita a estrela anã vermelha Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sistema Solar. A estrela dupla Alfa Centauri AB também pode ser vista na imagem acima e à direita da Proxima Centauri. Proxima b é um pouco mais massivo que a Terra e orbita na zona de habitabilidade da Proxima Centauri, região onde a temperatura permite a existência de água líquida na superfície do exoplaneta. Créditos:
ESO/M. Kornmesser

Com o auxílio dos telescópios do ESO e outras infraestruturas, astrônomos encontraram evidências claras de um exoplaneta orbitando a estrela mais próxima da Terra, Proxima Centauri. Este mundo há muito procurado, designado por Proxima b, orbita a sua estrela progenitora, vermelha e fria, a cada 11 dias, e possui uma temperatura que permite a existência de água líquida em sua superfície. Este mundo rochoso é um pouco mais massivo que a Terra e trata-se do exoplaneta mais próximo de nós — podendo também ser o mais próximo a abrigar vida fora do Sistema Solar. Um artigo científico descrevendo esta descoberta marcante será publicado na revista Nature em 25 de agosto de 2016.

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ago 22

Um novo conceito de Zona Habitável para planetas?

http://news.yale.edu/2016/08/19/new-goldilocks-habitable-planets

Um novo estudo sugere que um planeta tem de começar com uma temperatura interna “ideal” para ser capaz de suportar a vida. Créditos: Michael S. Helfenbein/Universidade de Yale

De acordo com um pesquisador da Universidade de Yale, a busca por mundos habitáveis precisa abrir espaço para um segundo tipo de “zona habitável”.

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ago 21

Vamos dar revisitar os primeiros momentos do Universo? A nucleossíntese do Big Bang

http://phys.org/news/2016-08-peek-earliest-moments-universe.html

O experimento MuSun no Instituto Paul Scherrer mede a taxa da captura de muons no deutério com precisão melhor que 1,5%. Esse processo é a mais simples interação fraca em um núcleo que pode ser medida em alto grau de precisão. Crédito: Lawrence Berkeley National Laboratory

O Big Bang foi a expansão espontânea ocorrida há 13,8 bilhões de anos que criou o nosso Universo e, durante o processo, toda a matéria que conhecemos hoje.

Nos primeiros minutos primordiais do Big Bang, o Universo rapidamente se expandiu e arrefeceu, permitindo a formação das partículas subatômicas que se juntaram posteriormente para se tornar a matéria bariônica: os prótons e os nêutrons [e suas antipartículas].

Em sequência os bárions começaram a interagir entre si para criar os primeiros átomos simples. O tempo seguiu em frente, com mais expansão do espaço-tempo, mais resfriamento, junto com a força gravitacional onipresente. Assim, as nuvens desses elementos começaram a coalescer formando as primeiras estrelas e galáxias.

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ago 20

Chuva de meteoros Perseidas sobre a Cratera Sunset por Jeremy Perez

http://apod.nasa.gov/apod/image/1608/img20160812-IMG_2647_mdPerez.jpg

Meteoro das Perseidas sobre a Cratera do Vulcão Sunset no Arizona por Jeremy Perez

Na noite de 12 de agosto de 2016 este brilhante bólido pertencente a Chuva de Meteoros das Perseidas explodiu sobre a Cratera vulcânica Sunset que fica dentro do Sunset Crater Volcano National Monument, no estado do Arizona, EUA.

Riscando a Via Láctea, suas cores iniciais são provavelmente causadas pela alta velocidade característica, inerente aos meteoros da Chuva de Perseidas. Caindo à 60 quilômetros por segundo, os meteoros das Perseidas são capazes de excitar os átomos de oxigênio ocasionando a emissão esverdeada, enquanto caem através da tênue atmosfera das altitudes elevadas.

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ago 19

GJ 1132b: exoplaneta similar a Vênus pode ter atmosfera de oxigênio, mas não deve abrigar vida

https://www.cfa.harvard.edu/sites/www.cfa.harvard.edu/files/images/pr/2016-18/1/hires.jpg

Impressão artística de GJ 1132b, um exoplaneta rochoso muito parecido com a Terra no que toca ao tamanho e massa, o qual orbita uma anã vermelha. Crédito: Dana Berry

O exoplaneta GJ 1132b intrigou os astrônomos quando foi descoberto no ano passado. Localizado a apenas 39 anos-luz da Terra, esse exoplaneta pode abrigar uma atmosfera, muito embora seja aquecido a uma temperatura de aproximadamente 230ºC. Mas será que a sua atmosfera é espessa e pastosa ou fina e rala? Nova investigação sugere que o segundo cenário é muito mais provável.

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ago 18

Meteoro risca a Galáxia de Andrômeda por Fritz Helmut Hemmerich

O que é esse risco verde em frente da Galáxia de Andrômeda?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1608/MeteorM31_hemmerich_1948.jpg

Meteoro Delta Aquirídeo do Sul passa em frente da galáxia M31 e é capturado por Fritz Helmut Hemmerich

Apenas um meteoro cruzando os céus…

Enquanto fotografava a Galáxia de Andrômeda na última sexta-feira, 12 de Agosto de 2016, ocasião onde se dava o pico da Chuva de Meteoros das Perseidas, uma pedra vindo do espaço cruzou justamente à frente da companheira da nossa Galáxia Via Láctea.

O pequeno meteoro levou apenas uma fração de Segundo para percorrer esse campo de 10 graus nos céus. O meteoro emitiu flashes explosivos várias vezes enquanto entrava violentamente na atmosfera terrestre. A cor verde foi gerada, pelo menos em parte, pelo brilhante gás do meteoro enquanto o objeto se vaporizava.

Embora a exposição fotográfica tenha sido programada para capturar meteoros das Perseidas, uma análise criteriosa da orientação do risco traçado pelo bólido leva a crer que o meteoro, de fato, consiste em um Delta Aquirídeo do Sul, remanescente de uma chuva de meteoros que teve seu pico algumas semanas antes.

Fonte

APOD: Meteor before Galaxy – crédito da imagem©: Fritz Helmut Hemmerich

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ago 17

Cassini revela cânions inundados na lua Titã de Saturno

http://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/main_titan_flooded_canyons.gif

A sonda Cassini da NASA fez “ping” na superfície da lua Titã com micro-ondas, descobrindo que alguns canais são desfiladeiros profundos e com encostas íngremes cheias de hidrocarbonetos líquidos. Uma destas características é Vid Flumina, a rede ramificada no quadrante superior esquerdo da imagem. Créditos: NASA/JPL-Caltech/ASI

A sonda robótica Cassini da NASA encontrou cânions íngremes e profundos na lua Titã (Saturno), os quais estão inundados com hidrocarbonetos em estado líquido. A descoberta representa a primeira evidência direta da presença de canais cheios com líquidos em Titã, bem como a primeira observação de cânions com centenas de metros de profundidade.

O novo artigo publicado em Geophysical Research Letters descreve como os cientistas analisaram dados da Cassini a partir de uma passagem próxima da nave espacial por Titã em maio de 2013. Durante o voo rasante (“flyby”), o instrumento de radar da Cassini focou em canais que se ramificam a partir do grande mar ao norte da lua, o Ligeia Mare.

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ago 16

Os cinco planetas, a Lua e a Via Láctea sobre a Península Mornington na Austrália por Alex Cherney (TWAN)

http://apod.nasa.gov/apod/image/1608/Planets_Cherney_800_labeled.jpg

A Lua, os Planetas e a Via Láctea por Alex Cherney (TWAN)

O alinhamento de planetas nos céus não é uma mera coincidência. O fenômeno ocorre porque todos os 8 planetas orbitam o Sol em um disco  chamado de plano da eclíptica. Assim, quando vistos de dentro do tal plano, como nós observadores terrestres estamos bem acostumados a fazer, os planetas todos parecem confinados em uma simples faixa.

Em contrapartida, é uma coincidência quando a Lua e vários dos planetas mais brilhantes todos aparecem na mesma direção nos céus. Tal coincidência foi justamente capturada na semana passada (agosto de 2016). Na imagem em destaque vemos a Lua e os planetas fotografados juntos há alguns dias, logo depois do pôr-do-sol por Alex Cherney, a partir da Península Mornington em VictoriaAustrália.

Uma segunda faixa é visível cruzando o topo dessa enorme fotografia: a banda central da nossa Galáxia Via Láctea.

Fonte – APOD: Five Planets and the Moon over Australia – crédito da imagem©: Alex Cherney (TerrastroTWAN)

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ago 15

Bordas Turbulentas

https://cdn.eso.org/images/large/potw1633a.jpg

Fronteiras turbulentas em Órion – Créditos: ESO/Goicoechea et al.

Estas imagens mostram o limite da vasta nuvem molecular que se situa por trás da Nebulosa de Orion, a 1.400 anos-luz de distância da Terra. A imagem da esquerda mostra uma vista de grande angular da região, obtida pelo instrumento HAWK-I, instalado no Very Large Telescope do ESO. Nesta imagem encontra-se destacada com um retângulo branco uma pequena região, região esta que mostramos precisamente na imagem da direita com grande detalhe e que observada pelo Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA).

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