jun 21

Astrônomos usam o Hubble para analisar uma massivo disco galáctico “morto” que desafia as teorias da evolução das galáxias

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Agindo como um “telescópio natural” no espaço, a gravidade do enorme aglomerado de galáxias no plano da frente, MACS J2129-0741, amplia, aumenta o brilho e distorce a distante galáxia de fundo MACS2129-1, vista na caixa de cima. A inserção do meio é uma ampliação da galáxia distorcida pelo efeito de lente gravitacional. A inserção abaixo é uma imagem reconstruída, com base em modelos, que mostra o aspecto da galáxia caso o aglomerado na frente não estivesse presente. A galáxia tem um tom avermelhado porque está tão distante que a sua luz é desviada para a parte vermelha do espectro pelo efeito Doppler. Créditos: NASA, ESA, S. Toft (Universidade de Copenhaga), M. Postman (STScI) e equipe CLASH

Combinando o poder de uma “lente natural” (lente gravitacional) no espaço com a capacidade do Telescópio Espacial Hubble da NASA, astrônomos fizeram uma descoberta surpreendente – o primeiro exemplo de uma galáxia em forma de disco, compacta ainda que massiva, de rápida rotação, que deixou de fabricar estrelas apenas poucos bilhões após o Big Bang.

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jun 16

Uma nuvem caoticamente magnetizada é ou não um lugar para se construir uma estrela?

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Impressão artística das linhas do campo magnético próximas de uma jovem protoestrela emergente. Créditos: NRAO/AUI/NSF; D. Berry

Por décadas, os cientistas julgavam que as linhas do campo magnético em torno de uma estrela em formação eram extremamente poderosas e ordenadas, deformando-se somente sob extrema força e a uma grande distância da estrela nascente.

Agora, um time de astrônomos usando o complexo de radiotelescópios ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) descobriu um campo magnético fraco e descontroladamente desorganizado surpreendentemente perto de uma protoestrela emergente. Estas observações sugerem que o impacto dos campos magnéticos na formação de estrelas é mais complexo do que anteriormente se estimava.

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jun 15

Orbitando Júpiter com a JUNO

Como seria a visão de uma órbita sobre Júpiter?

dramático vídeo em destaque acima demonstra essa sensação. A sequência em “time-lapse” foi construída a partir de imagens capturadas pela JUNO que atualmente orbita esse gigante gasoso em uma órbita altamente excêntrica. JUNO recentemente completou sua sexta passagem próxima de Júpiter durante sua órbita elíptica com período de seis semanas.

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jun 14

VST captura três em um: a Nebulosa da Águia, a Nebulosa Ômega e a nuvem Sharpless 2-54

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O VST captura três nebulosas em uma só imagem. Dois dos residentes mais famosos do céu dividem os holofotes com um vizinho menos conhecido, nesta enorme imagem de 3,3 bilhões de pixels obtida pelo Telescópio de Rastreio do VLT do ESO (VST). À direita vemos a tênue nuvem de gás brilhante conhecida por Sharpless 2-54, no centro temos a icônica Nebulosa da Águia (Messier 16) e à esquerda encontra-se a Nebulosa Ômega (Messier 17). Este trio cósmico constitui apenas uma parte do vasto complexo de gás e poeira no qual estão se formando novas estrelas, as quais iluminam os seus arredores. Clique na imagem ver uma versão de maior resolução. Crédito: ESO/VST

Dois dos residentes mais famosos do céu dividem os holofotes com um vizinho menos conhecido, nesta enorme imagem de 3 bilhões de pixels obtida pelo Telescópio de Rastreio do VLT do ESO (VST). À direita vemos a tênue nuvem de gás brilhante conhecida por Sharpless 2-54, no centro temos a Nebulosa da Águia e à esquerda encontra-se a Nebulosa Ômega. Este trio cósmico constitui apenas uma parte do vasto complexo de gás e poeira, no qual estão se formando novas estrelas, as quais iluminam os seus arredores.

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jun 12

Júpiter é provavelmente o planeta mais antigo do nosso Sistema Solar

Um grupo internacional de cientistas revelou que Júpiter é provavelmente o planeta mais antigo do nosso Sistema Solar.

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Júpiter não só é o maior planeta do Sistema Solar, como é também o mais antigo de acordo com estudos do Laboratório Nacional Lawrence Livermore. Crédito: NASA

Analisando isótopos de tungstênio e molibdênio em meteoritos ferrosos, o time constituído por cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, Califórnia, EUA, juntamente com membros do Instituto de Planetologia da Universidade de Monastério (Institut fur Planetologie at the University of Munster), Alemanha, descobriu que os meteoritos são compostos por dois reservatórios nebulosos, ‘geneticamente’ distintos, que coexistiram, mas permaneceram separados entre 1 e 3 a 4 milhões de anos após a formação do Sistema Solar.

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jun 08

ALMA descobre ingrediente da vida em torno de estrelas recém-nascidas do tipo solar

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O ALMA detectou isocianato de metilo em torno de estrelas jovens do tipo solar (imagem artística) – O ALMA observou estrelas como o Sol em uma fase muito inicial da sua formação e descobriu traços de isocianato de metilo — um bloco constituinte de vida. Esta é a primeira vez que se detecta esta molécula pré-biótica em protoestrelas do tipo solar, isto é estrelas do tipo da protoestrela que deu origem ao Sol e consequentemente ao Sistema Solar. Esta descoberta ajuda os astrônomos a perceber melhor a origem da vida na Terra. Esta imagem artística mostra-nos de muito perto a estrutura destas moléculas. Créditos: ESO/L. Calçada

O ALMA observou estrelas como o Sol em uma fase muito inicial da sua formação e descobriu traços de isocianato de metila — um bloco constituinte de vida. Esta é a primeira vez que se detecta esta molécula pré-biótica em protoestrelas do tipo solar, isto é, estrelas do tipo da protoestrela que deu origem ao Sol e consequentemente ao Sistema Solar. Esta descoberta ajuda aos astrônomos a entenderem melhor a origem da vida na Terra.

Duas equipes de astrônomos utilizaram o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) instalado no Chile para detectar a molécula orgânica complexa pré-biótica de isocianato de metila [1] no sistema estelar múltiplo IRAS 16293-2422. Uma das equipes foi liderada por Rafael Martín-Doménech, do Centro de Astrobiología de Madrid, Espanha, e por Víctor M. Rivilla, do INAF-Osservatorio Astrofisico di Arcetri, Florença, Itália, e a outra foi liderada por Niels Ligterink do Observatório de Leiden, Holanda e por Audrey Coutens do University College London, Reino Unido.

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jun 07

Astrônomos usam o Hubble para desenvolver um experimento que usa a centenária Teoria da Relatividade Geral para medir a massa de uma anã branca

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As vezes o que vemos pode ser uma decepção. Nesta imagem capturada pelo Hubble, a anã branca Stein 2051B e a estrela menor abaixo parecem uma dupla de vizinhos próximos, certo? Não! As estrelas residem bem longe uma da outra. Stein 2051B está a ‘apenas’ 17 anos luz da Terra e a outra estrela reside a 5.000 anos luz. A estrela Stein 2051B foi nomeada em homenagem ao seu descobridor, o padre alemão católico e astrônomo Johan Stein. Créditos: NASA, ESA, and K. Sahu (STScI)

Os astrônomos usaram a aguçada capacidade do Telescópio Espacial Hubble da NASA para repetir um teste centenário da teoria geral da relatividade de Einstein. O time do Hubble mediu a massa de uma anã branca, cinzas remanescentes de uma estrela convencional que morreu, vendo quanto esta desvia a luz de uma estrela de fundo.

Esta observação demonstra a primeira vez em que o Hubble testemunhou este tipo de efeito produzido por um objeto estelar. Os dados fornecem uma estimativa sólida da massa da anã branca e informações sobre as teorias da estrutura e composição da estrela moribunda.

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jun 05

Por que dois exoplanetas com características idênticas são tão diferentes?

Seria um exemplo de ‘natureza versus criação’ (nature versus nurture) quando comparamos dois exoplanetas ‘primos entre si’?

http://hubblesite.org/image/4049/news_release/2017-22

Este diagrama compara observações realizadas pelo Telescópio Espacial Hubble de dois “Júpiteres quentes” em órbita de curto período em volta de duas estrelas similares ao Sol. Os astrônomos mediram o modo como a luz de cada estrela hospedeira era filtrada pela atmosfera de cada exoplaneta. HAT-P-38b tem uma assinatura espectral da água indicada pelo pico da característica de absorção no espectro, ou seja, a sua atmosfera superior está livre de nuvens ou neblinas. Em contrapartida, WASP-67b tem um espectro sem qualquer característica da absorção da água, sugerindo que a maior parte da atmosfera do planeta está mascarada por nuvens de alta altitude. Créditos: arte – NASA, ESA e Z. Levy (STScI); ciência – NASA, ESA e G. Bruno (STScI)

Com o auxílio do Telescópio Espacial Hubble da NASA, cientistas compararam dois “Júpiteres quentes” em uma experiência única. Considerando-se que estes exoplanetas têm virtualmente o mesmo tamanho e a mesma temperatura e orbitam duas estrelas praticamente idênticas, na mesma distância, a equipe supôs que as suas atmosferas deveriam ser análogas. Eles erraram: o que os cientistas encontraram deixou-os surpresos.

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jun 04

O Cinturão de Órion, a Nebulosa da Chama e a Cabeça do Cavalo por Rogelio Bernal Andreo

https://apod.nasa.gov/apod/image/1706/orionbfh_andreo_1089.jpg

A Nuvem Molecular de Órion por Rogelio Bernal Andreo

O que envolve o Famoso cinturão de estrelas de Órion? Essa exposição profunda nos mostra uma pletora de diferentes objetos, desde nebulosas escuras até aglomerados estelares, todos embutidos em uma mancha de mechas gasosas no grande Complexo da Nuvem Molecular de Órion. As brilhantes três estrelas (do asterismo das ‘Três Marias’) aparecem diagonalmente a partir da esquerda da imagem em destaque. É esse famoso trio estelar que é conhecido como o Cinturão de Órion.

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maio 31

Cientistas da missão Cassini descobrem que a lua Enceladus pode ter tido seu eixo de rotação ‘tombado’ no passado remoto

https://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/pia21612_figa_annotated.jpg

Trabalhando com dados da missão Cassini da NASA, pesquisadores encontraram evidências de que a lua de Saturno, Enceladus, pode ter ‘tombado’, reorientando-se de modo a que a superfície mais perto do seu equador original foi deslocada para os polos. Este fenômeno é conhecido como deriva polar verdadeira. Créditos: NASA/JPL-Caltech/SSI/Universidade Cornell

Enceladus, a lua gelada e oceânica de Saturno, pode ter “tombado” (variado a posição dos eixos), em passado remoto, conforme uma recente investigação pela missão Cassini da NASA. Os cientistas encontraram evidências de que o eixo de rotação da lua – a linha que passa através dos polos norte e sul – foi reorientado, possivelmente devido a uma colisão com um corpo menor, do tipo de um asteroide.

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