abr 24

NuSTAR elucida o mistério da origem da fonte dominante de raios-X de alta energia em Andrômeda

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O NuSTAR (Nuclear Spectroscope Telescope Array) da NASA identificou um candidato a pulsar em Andrômeda, a grande galáxia mais próxima da Via Láctea. Este provável pulsar é mais brilhante a altas energias do que toda a população de buracos negros da Galáxia de Andrômeda. Crédito: NASA/JPL-Caltech/GSFC/JHU

A galáxia de grande porte mais próxima da Via Láctea, Andrômeda, contém uma fonte dominante de emissão de raios-X altamente energéticos, mas a identidade dessa fonte permanecia desconhecida até então. Como reportado em estudo recente, a missão NuSTAR (Nuclear Spectroscopic Telescope Array) da NASA localizou um objeto responsável por esta radiação de alta energia.

Segundo os pesquisadores, o objeto SWIFT J0042.6+4112 é um possível pulsar, o remanescente denso, altamente magnetizado e giratório de uma estrela moribunda. Esta interpretação é baseada na sua emissão de raios-X altamente energéticos, que o NuSTAR tem a excepcional capacidade de medir. O espectro do objeto é muito semelhante aos pulsares conhecidos da nossa galáxia Via Láctea.

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abr 23

“Ao Seu Alcance”

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“Ao seu alcance” por Petr Horálek

O céu que cobre o Observatório do Paranal do ESO parece uma ‘aquarela cósmica’ nesta Fotografia da Semana do ESO, com verdes, amarelos e azuis juntando-se para criar esta paisagem celeste incandescente. A paisagem rochosa e desolada faz lembrar um mundo alienígena, perfeitamente complementado com o espetáculo cósmico brilhante no céu. A estrutura principal é a nossa casa galáctica, a Via Láctea, arqueando ao longo do céu noturno chileno e enquadrando perfeitamente o observador que se encontra à esquerda. A luz emitida por bilhões de estrelas combina-se para criar o brilho da Via Láctea, com enormes nuvens escuras de poeira bloqueando a radiação em várias regiões, dando origem ao padrão salpicado que observamos. O efeito natural da luminescência atmosférica é responsável pela luz verde e laranja que parece emanar do horizonte. O Very Large Telescope do ESO pode ser visto ao fundo, à direita, no topo do Cerro Paranal. O seu vizinho, ligeiramente mais baixo, é o Visible and Infrared Telescope for Astronomy (VISTA).

Fonte: ESO – Within Reach

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abr 22

Cassini captura a Terra e a Lua entre os anéis de Saturno

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Cassini capturou em 12 de abril de 2017 a Terra e Lua entre os anéis A e F de Saturno

Em 12 de abril de 2017, quando o Sol estava diretamente bloqueado por Saturno, a câmera da espaçonave robótica Cassini mirou o Sistema Solar interior entre os anéis iluminados do planeta gigante.

Ao topo desse mosaico de imagens vemos o grande anel A com sua larga lacuna Encke e a mais fina lacuna Keeler.

Na parte inferior da fotografia está o anel F, mais brilhante dada a geometria do cenário visual.

No entanto, o que é notável nessa paisagem é um ponto de luz entre os anéis A e F: a nossa Terra, a 1,4 bilhões de quilômetros de distância. Se você olhar cuidadosamente a imagem também notará outro pequeno ponto, porém relevante, à esquerda da Terra: trata-se da nossa Lua.

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abr 21

A nebulosa planetária da Aranha Vermelha capturada pelo Hubble e enriquecida por Jesús Vargas e Maritxu Poyal

https://apod.nasa.gov/apod/image/1704/RedSpider_Vargas_1280.jpg

NGC 6537 – Crédito da imagem: NASA, ESA, Hubble, HLA; Reprocessamento©: Jesús M.Vargas & Maritxu Poyal

Observe na imagem em destaque a teia emaranhada que uma nebulosa planetária pode tecer.

De fato, a Nebulosa Planetária da Aranha Vermelha exibe uma complexa estrutura resultante do processo que ocorre quando uma estrela convencional (como o Sol) ejeta suas camadas externas e depois se transforma em uma anã branca.

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abr 20

Mundos oceânicos são abundantes? A maioria dos exoplanetas habitáveis teria pouca terra seca na superfície?

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Possivelmente os continentes em outros mundos habitáveis poderiam ter dificuldade em subir acima do nível do mar, tal como grande parte da Europa nesta ilustração, que representa a Terra com uma cobertura oceânica de 80%. No cenário ilustrado todas as geleiras da Terra degelaram aumentando o nível dos oceanos e inundando os continentes. Créditos ©: Antartis/Depositphotos.com

Quando no futuro remoto chegar a era de explorar exoplanetas, talvez seja aconselhado aos astronautas levarem consigo equipamentos de mergulho. Agora, um novo estudo, publicado na MNRAS (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society), usou um modelo estatístico que previu que os exoplanetas habitáveis (a maioria) podem ser dominados por oceanos que abrangem mais de 90% da sua superfície.

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abr 19

LHS 1140b: Descoberta super-Terra rochosa em trânsito na zona de habitabilidade de uma estrela anã vermelha

Exoplaneta recentemente descoberto pode ser um bom candidato para a busca de sinais de vida

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Esta concepção artística mostra o exoplaneta LHS 1140b, que orbita uma estrela anã vermelha situada a 40 anos-luz de distância da Terra. Este exoplaneta pode ser o novo detentor do título “melhor local para procurar sinais de vida fora do Sistema Solar”. Com o auxílio do instrumento HARPS montado em La Silla, e outros telescópios em todo o mundo, uma equipe internacional de astrônomos descobriu esta super-Terra em órbita na zona de habitabilidade da fraca estrela LHS 1140. Este mundo é um pouco maior do que a Terra mas com muito mais massa, e muito provavelmente ainda possui a sua atmosfera. Crédito: ESO/spaceengine.org

Um exoplaneta em órbita de uma estrela anã vermelha, situada a 40 anos-luz de distância da Terra, pode ser o novo detentor do título “melhor local para procurar sinais de vida para além do Sistema Solar”. Com o auxílio do instrumento HARPS montado em La Silla, e outros telescópios em todo o mundo, uma equipe internacional de astrônomos descobriu uma “super-Terra” em órbita na zona de habitabilidade da fraca estrela LHS 1140. Este mundo é um pouco maior do que a Terra, mas possui mais massa e muito provavelmente ainda mantém sua atmosfera. Este aspecto, juntamente com o fato de passar em frente da sua estrela hospedeira ao longo da sua órbita, torna-o num dos mais interessantes alvos futuros para estudos atmosféricos. Os resultados deste trabalho serão publicados em 20 de abril de 2017 na revista Nature.

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abr 14

GJ 1132b: astrônomos detectam atmosfera em exoplaneta similar a Terra

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Impressão artística do exoplaneta GJ 1132b. Crédito: Instituto Max Planck para Astronomia

Astrônomos detectaram uma atmosfera em redor da super-Terra GJ 1132b. Esta descoberta marca a primeira detecção de uma atmosfera em redor de um exoplaneta parecido com a Terra e consequentemente é um passo importante no caminho para a detecção de vida fora do nosso Sistema Solar. O time que fez a descoberta, liderado pelo Dr. John Southworth da Universidade Keele, usou o telescópio de 2,2 metros MPG/ESO no Chile para obter imagens da estrela hospedeira GJ 1132. Os cientistas foram capazes de medir a ligeira diminuição de brilho à medida que o exoplaneta e a sua atmosfera absorvem luz estelar enquanto transita, ocultando parcialmente a sua estrela.

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abr 13

Exoplanetas em Sistemas Cirbumbinários, do ‘tipo Tatooine’, podem ser eventualmente habitáveis

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Esta impressão artística mostra um exoplaneta hipotético, coberto de água, em torno do sistema binário Kepler-35 (estrelas A e B). Créditos: NASA/JPL-Caltech

Tatooine, com seus dois sóis no céu, o planeta onde viveu o personagem Luke Skywalker da saga “Guerra das Estrelas”, parece um mundo arenoso e desértico. Na vida real, graças aos estudos através de observatórios como o Telescópio Espacial Kepler da NASA, sabemos que os sistemas binários podem, de fato, suportar exoplanetas. No entanto, os exoplanetas descobertos até agora orbitando estrelas duplas são gigantes gasosos. Os cientistas se questionam: se um exoplaneta do tamanho da Terra orbitar dois sóis, este poderia suportar a vida como a conhecemos?

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abr 12

2014 UZ224: ALMA investiga DeeDee, um membro significativo distante do nosso Sistema Solar

https://public.nrao.edu/wp-content/uploads/2017/04/nrao17cb11a.jpg

Impressão artística do corpo planetário 2014 UZ224, informalmente conhecido como DeeDee (abreviatura de DD = “Distant Dwarf” = “anão distante”). O complexo de antenas do ALMA foi capaz de observar o tênue “brilho” milimétrico emitido pelo objeto, confirmando que tem cerca de 635 km de diâmetro. Com este tamanho, DeeDee deverá ter massa suficiente para ser esférico, o critério necessário para que os astrônomos o considerem como um planeta anão, embora ainda tenha que receber essa designação oficial. Créditos: Alexandra Angelich (NRAO/AUI/NSF)

Utilizando o complexo de radiotelescópios ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) no Chile, um time de astrônomos revelou detalhes extraordinários a respeito de um recém-descoberto e distante membro do nosso Sistema Solar, o corpo planetário 2014 UZ224, mais conhecido informalmente como DeeDee.

Residindo a cerca de três vezes a distância atual de Plutão ao Sol, DeeDee é o segundo objeto trans netuniano (TNO) mais distante conhecido com uma órbita mapeada e confirmada, cujo tamanho é superado apenas pela órbita do planeta anão Éris. Os astrônomos estimam que existam dezenas de milhares destes corpos gelados no Sistema Solar exterior além da órbita de Netuno.

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abr 10

Kepler 1649b: Vênus 2.0 foi descoberto em volta de estrela anã vermelha próxima

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Impressão artística de um homólogo de Vênus orbitando uma estrela uma anã vermelha, classse M. Crédito: Danielle Futselaar

Astrônomos descobriram um exoplaneta a 219 anos-luz de distância que parece ser um homólogo de Vênus, usando o Telescópio Espacial Kepler da NASA. Este mundo recém-descoberto é apenas ligeiramente maior do que a Terra e orbita a estrela de temperatura relativamente amena Kepler-1649, que possui 1/5 do diâmetro do nosso Sol.

O exoplaneta abraça com firmeza (gravitacionalmente) sua estrela hospedeira, completando uma órbita a cada 9 dias. Esta órbita justa faz com que o fluxo de radiação da estrela hospedeira que alcança o exoplaneta seja 2,3 vezes maior do que o fluxo solar na Terra. Para comparação, o fluxo solar de Vênus é 1,9 vezes do que o valor terrestre.

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