set 23

ALMA explora o Campo Ultra Profundo do Hubble e fornece as observações milimétricas mais profundas obtidas até hoje do Universo primordial

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Esta imagem combina uma imagem de fundo obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA (em azul e verde) com uma nova imagem muito profunda obtida pelo ALMA do mesmo campo (em laranja, marcada com círculos). Todos os objetos que o ALMA vê parecem ser galáxias massivas a formar estrelas. Esta imagem baseia-se no programa de rastreamento do complexo de radiotelescópios ALMA obtido por J. Dunlop e colegas, que cobriu toda a área do HUDF. Créditos: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/NASA/ESA/J. Dunlop et al. and S. Beckwith (STScI) and the HUDF Team.

Duas equipes internacionais de astrônomos utilizaram o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) para explorar o Universo distante revelado pela primeira vez nas icônicas imagens do Campo Ultra Profundo do Hubble (HUDF, sigla do inglês Hubble Ultra Deep Field). Estas novas observações do ALMA são significativamente mais profundas e nítidas do que rastreamentos anteriores feitos nos comprimentos de onda milimétricos e mostram claramente a relação inequívoca que existe entre a taxa de formação estelar em galáxias jovens e a sua massa total de estrelas. As observações também igualmente as previamente desconhecidas abundâncias do gás que está formando estrelas em diferentes épocas, fornecendo assim novos conhecimentos sobre a “Idade de Ouro” da formação de galáxias, a qual ocorreu há aproximadamente 10 bilhões de anos.

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set 22

Análise geoquímica revela que a Lua é formada pelo manto da proto-Terra realocado

https://source.wustl.edu/2016/09/chemistry-says-moon-proto-earths-mantle-relocated/

A grande colisão planetária: essa é uma impressão artística do impacto que criou a nossa Lua. Uma nova investigação sugere que o impacto foi ainda mais violento do que a imagem sugere. Créditos: Dana Berry/ National Geographic Magazine /SwRI

Medições de um elemento em rochas terrestres e lunares refutou hipótese principal para a origem da Lua.

Pequenas diferenças na segregação dos isótopos de potássio entre a Lua e a Terra estavam, até há pouco, escondidas fora dos limites de detecção das técnicas analíticas. Em 2015, no entanto, o geoquímico Kun Wang da Universidade de Washington juntamente com Stein Jacobsen, professor de geoquímica da Universidade de Harvard, desenvolveu uma técnica de análise destes isótopos que consegue atingir precisão dez vezes superior à do melhor dos métodos anteriores.

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set 21

ALMA descobre segredos de uma bolha espacial gigante de Lyman-alfa

https://cdn.eso.org/images/large/eso1632a.jpg

Esta imagem mostra um instante no tempo de uma simulação cósmica de uma Bolha de Lyman-alfa semelhante à LAB-1. Esta simulação traça a evolução do gás e da matéria escura usando um dos mais recentes modelos de formação galática, no supercomputador Pleiades da NASA. Esta vista mostra a distribuição do gás no centro do halo de matéria escura, com código de cores tal que o gás frio (essencialmente hidrogênio neutro) aparece em vermelho e o gás quente em branco. Embutidas no centro do sistema estão duas galáxias com formação estelar intensa, rodeadas por gás quente e muitas outras galáxias satélite menores que aparecem como pequenos nós de gás vermelho na imagem. Os fótons Lyman-alfa escapam das galáxias centrais e dispersam-se no gás frio associado às galáxias satélite, dando origem a uma Bolha de Lyman-alfa extensa. Créditos: J.Geach / D.Narayanan / R.Crain

Uma equipe internacional de astrônomos usou o ALMA, o Very Large Telescope do ESO e outros telescópios, para descobrir a verdadeira natureza de um objeto raro no Universo distante, chamado Bolha de Lyman-alfa. Até agora, os astrônomos não compreendiam o que é que fazia estas enormes nuvens de gás brilhar tão intensamente, mas o ALMA viu agora duas galáxias no coração de um destes objetos, galáxias estas que estão formando estrelas a um ritmo muito acelerado, fazendo brilhar todo o meio que ao seu redor. Estas enormes galáxias estão por sua vez no centro de um conjunto de galáxias menores, no que parece ser a fase inicial de formação de um aglomerado de galáxias massivo. As duas fontes ALMA deverão evoluir numa única galáxia elíptica gigante.

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set 20

NGC 7293: a Nebulosa da Hélice em infravermelho pelo Spitzer

O que faz esse ’olho cósmico’ parecer tão vermelho?

http://apod.nasa.gov/apod/image/1609/Helix_SpitzerSchmidt_4655.jpg

A Nebulosa da Hélice capturada pelo Spitzer e processada por Judy Schmidt

A resposta é simples: poeira.

A imagem em destaque, capturada pelo observatório espacial robótico Spitzer, nos mostra a radiação em infravermelho emanada pela muito bem estudada Nebulosa da Hélice (NGC 7293) que reside ‘apenas’ a 700 anos luz da Terra na direção da constelação de Aquarius.

O emaranhado com dois anos luz de diâmetro de poeira cósmica e gases que envolve uma estrela moribunda anã branca central tem sido considerado pelos astrônomos como um excelente exemplo de uma nebulosa planetária. Esse tipo de objeto representa um dos estágios finais na evolução de uma estrela similar ao nosso Sol.

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set 18

M33: a galáxia do Triângulo por Giovanni Benintende

http://apod.nasa.gov/apod/image/1609/M33RIFAstiBenintende.jpg

M33 – a galáxia do Triângulo por Giovanni Benintende

A pequena constelação boreal do Triângulo hospeda a magnífica galáxia espiral M33, a qual apresenta uma de suas faces voltada para nós.

A M33 é conhecida informalmente pelo nome popular de a Galáxia do Cata-vento ou justamente, fazendo referência a sua própria constelação, como a Galáxia do Triângulo. Nos catálogos astronômicos a Messier 33 recebe os nomes de: NGC 0598, MCG +05-04-069, 1ES 0131+303, RX J0133.8+3039 e PGC 005818.

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set 17

Terzan 5: astrônomos do ESO descobrem relíquia fóssil rara da Via Láctea primordial

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Ao “espreitar” por entre as espessas nuvens de poeira do bojo galático, uma equipe internacional de astrônomos descobriu uma incomum mistura de estrelas num aglomerado estelar conhecido por Terzan 5. Os novos resultados indicam que Terzan 5 é de fato um dos blocos constituintes primordiais do bojo, muito provavelmente uma relíquia dos primórdios da Via Láctea. Esta imagem foi obtida pelo Multi-Conjugate Adaptive Optics Demonstrator (MAD), um sistema de ótica adaptativa protótipo usado para demonstrar a exequibilidade de diferentes técnicas no âmbito do conceito do E-ELT e de instrumentos de segunda geração para o VLT. As cores das estrelas são da imagem Hubble do mesmo campo estelar. Créditos: ESO/F. Ferraro

Com auxílio do Very Large Telescope do ESO e outros telescópios, uma equipe internacional de astrônomos descobriu um resto fossilizado da Via Láctea primordial, que contém estrelas com idades muito diferentes. Este sistema estelar é parecido com um aglomerado globular, mas ao mesmo tempo diferente dos outros aglomerados já conhecidos, pois contém estrelas muito similares às estrelas mais antigas da Via Láctea, ajudando-nos a fazer a ponte entre o passado e o presente da nossa Galáxia.

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set 16

Markarian 1018: buraco negro supermassivo esfomeado devolve galáxia brilhante à escuridão

https://cdn.eso.org/images/large/eso1631a.jpg

Esta imagem, obtida com o instrumento MUSE montado no Very Large Telescope do ESO, mostra a galáxia ativa Markarian 1018, a qual possui um buraco negro supermassivo no seu núcleo. Os fracos laços de luz são o resultado da sua interação e fusão com outra galáxia, em um passado recente. Créditos: ESO/CARS survey

O mistério da estranha mudança de comportamento de um buraco negro supermassivo situado no centro de uma galáxia distante foi resolvido por uma equipe internacional de astrônomos com o auxílio do Very Large Telescope do ESO, do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA e do Observatório de Raios X Chandra da NASA. A equipe concluiu que o buraco negro está atravessando um período “difícil”, quando não está sendo alimentado o suficiente para poder brilhar.

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set 15

Marte e Saturno em movimento retrogrado nos céus por Tunç Tezel (TWAN)

http://apod.nasa.gov/apod/image/1609/MaSa2016Tezel.jpg

Marte e Saturno em movimento retrógrado nos céus de dezembro de 2015 até setembro de 2016 por Tunç Tezel

Os planetas Marte e Saturno têm passado grande parte do ano notavelmente próximos em si nos céus.

Em uma sequência de exposições o astrofotógrafo Tunç Tezel capturou imagens desses planetas desde dezembro de 2015 até setembro de 2016 nesse panorama celeste composto que segue o movimento perto da oposição, justamente acima da brilhante estrela Antares e próximo do bojo central da Via Láctea (à esquerda).

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set 14

O Norte e o Sul de Júpiter comparados, sob a lente da câmera JunoCam da espaçonave Juno

Uma larga e excêntrica órbita em loop trouxe Juno para bem perto de Júpiter em 27 de agosto de 2016.

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A medida que a espaçonave navegava em volta do planeta gigante, a câmera da sonda (JunoCam) capturou essas pristinas imagens diretas dos polos jovianos. Trata-se de uma notável mudança no ponto de vista usual na perspectiva equatorial, comumente observada pelos telescópios espaciais e por observatórios terrestres.

O lado iluminado pelo Sol da região do polo norte de Júpiter (à esquerda) foi fotografado a cerca de 125.000 quilômetros das nuvens no topo da atmosfera joviana, duas horas antes da aproximação máxima pela Juno do planeta gigante.

Uma hora depois do voo rasante da Juno sobre Júpiter, uma vista do polo sul foi obtida a partir de 94.500 quilômetros de distância.

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set 13

NGC 1672: uma proeminente galáxia espiral barrada capturada pelo Hubble e processada por Steve Cooper

Muitas galáxias espirais têm barras cruzando seus núcleos. Os astrônomos julgam que até a nossa Galáxia Via Láctea também possui uma modesta barra central.

http://apod.nasa.gov/apod/image/1609/NGC1672_HubbleCooper_1898.jpg

NGC 1672: Uma bela galáxia espiral barrada capturada pelo Hubble e processada por Steve Cooper

A galáxia espiral barrada NGC 1672 exibida na imagem em destaque foi capturada em alto nível de detalhes através do Telescópio Espacial Hubble. Na imagem são visíveis escuras raias de poeira filamentares, jovens aglomerados de majestosas estrelas azuis, nebulosas de emissão avermelhadas por causa do gás hidrogênio brilhando, uma longa e luminosa barra de estrelas cruzando o centro e um intenso núcleo ativo que provavelmente hospeda uma buraco negro supermassivo.

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